Os moradores do Bairro Nossa Senhora de Fátima, localizado no município de Santa Luzia, interditaram a BR-230 nesta quinta-feira, 15, para protestar contra a falta de abastecimento de água no município.
Segundo os moradores, não há água nas torneiras há pelo menos dois meses, prejudicando aproximadamente 800 famílias.
Durante a manifestação houve tumultos. Dois vereadores brigaram e as polícias Rodoviária Federal e Militar foram chamadas para controlar a situação.
O gerente regional da Cagepa, Miguel Mota, foi até o local e em conversa com os moradores afirmou que já tinha conhecimento do problema e que os serviços serão iniciados na próxima segunda-feira.
Miguel Mota afirmou ainda que serão enviados caminhões pipa para o município até que o problema seja solucionado.
Os moradores afirmaram ainda que caso o problema não seja resolvido no prazo estipulado pela Cagepa, eles continuarão a protestar diariamente na BR-230, até que se encontre uma solução eficiente para normalizar o abastecimento d’água.
Ciro Gomes atesta: Envolvimento com Cássio complicou o projeto de Ricardo
O ex-ministro Ciro Gomes lamentou profundamente “os lances da política da Paraíba” em que o seu partido (PSB) sofreu perdas de grandes lideranças, entre as quais mencionou nominalmente os deputados federais Marcondes Gadelha e Manoel Júnior. Ele chegou a questionar a possibilidade de Ricardo Coutinho construir bases sólidas no interior depois de o partido haver se enfraquecido. A situação do prefeito de João Pessoa “ficou complicada” depois dos lances envolvendo Cássio, disse Ciro.
As declarações de Ciro Gomes foram dadas em entrevista exclusiva ao jornalista Gutenberg Cardoso, na última quarta-feira (14), no canteiro das obras de transposição das águas do Rio São Francisco (ouça a entrevista clicando nos links abaixo), e levada ao ar nesta sexta-feira (16) no Correio Debate, da Rádio 98/FM (Rede Correio Sat). O ex-governador do Ceará revelou que Cássio Cunha Lima (PSDB) havia lhe garantido que ingressaria no PSB e ainda levaria lideranças para compensar as perdas com a saída de vários deputados.
Ciro Gomes acrescentou: “Ricardo (Coutinho) é um grande companheiro, faz uma administração de grande valor em João Pessoa e é ele quem vai resolver junto com os companheiros do partido. Quem manda é ele; ele é quem vai fazer o rumo dele e vamos respeitar. Agora lamento, até presente momento, os lances da política, porque perdemos companheiros importantes (Marcondes Gadelha e Manoel Junior) num movimento que tinha a ver com coisas que não aconteceram. E ai, como fica? Vai sair Maranhão para um lado; Cícero é candidato, não é candidato; Cássio apóia Cícero, não apóia Cícero; Cássio apóia no PSDB a candidatura de Ricardo Coutinho. Eu, que conheço a vida e as pessoas, estou duvidando: porque, como é que faz Ricardo Coutinho para se basear no interior. E ele vai avaliar e terá aqui um amigo fraterno com ele, para perder e ganhar; mas a situação pra ele com esse movimento do faz que vai e termina não indo, do Cássio, ficou complicado
A certa altura da entrevista, Ciro Gomes, valendo-se da experiência política que tem, aventou a possibilidade de Ricardo Coutinho ter dificuldade de formar base sólida no interior do Estado, para disputar o Governo, depois desses lances em que PSB contabilizou perdas importantes, seja do ponto de vista da liderança ou da densidade eleitoral.
“O ex-governador Cássio Cunha Lima nos disse, muito claramente, que viria para o partido (PSB). E alguma coisa aconteceu, e eu não fui informado, que o inibiu”, comentou Ciro Gomes, para acrescentar: “Lamentamos bastante porque ele (Cássio), que tem uma relação conosco de cordialidade, de amizade, mas na hora da onça beber água acabou ficando por lá, que parece não ser o melhor lado para o Nordestino”.
As declarações de Ciro Gomes foram dadas em entrevista exclusiva ao jornalista Gutenberg Cardoso, na última quarta-feira (14), no canteiro das obras de transposição das águas do Rio São Francisco (ouça a entrevista clicando nos links abaixo), e levada ao ar nesta sexta-feira (16) no Correio Debate, da Rádio 98/FM (Rede Correio Sat). O ex-governador do Ceará revelou que Cássio Cunha Lima (PSDB) havia lhe garantido que ingressaria no PSB e ainda levaria lideranças para compensar as perdas com a saída de vários deputados.
Ciro Gomes acrescentou: “Ricardo (Coutinho) é um grande companheiro, faz uma administração de grande valor em João Pessoa e é ele quem vai resolver junto com os companheiros do partido. Quem manda é ele; ele é quem vai fazer o rumo dele e vamos respeitar. Agora lamento, até presente momento, os lances da política, porque perdemos companheiros importantes (Marcondes Gadelha e Manoel Junior) num movimento que tinha a ver com coisas que não aconteceram. E ai, como fica? Vai sair Maranhão para um lado; Cícero é candidato, não é candidato; Cássio apóia Cícero, não apóia Cícero; Cássio apóia no PSDB a candidatura de Ricardo Coutinho. Eu, que conheço a vida e as pessoas, estou duvidando: porque, como é que faz Ricardo Coutinho para se basear no interior. E ele vai avaliar e terá aqui um amigo fraterno com ele, para perder e ganhar; mas a situação pra ele com esse movimento do faz que vai e termina não indo, do Cássio, ficou complicado
A certa altura da entrevista, Ciro Gomes, valendo-se da experiência política que tem, aventou a possibilidade de Ricardo Coutinho ter dificuldade de formar base sólida no interior do Estado, para disputar o Governo, depois desses lances em que PSB contabilizou perdas importantes, seja do ponto de vista da liderança ou da densidade eleitoral.
“O ex-governador Cássio Cunha Lima nos disse, muito claramente, que viria para o partido (PSB). E alguma coisa aconteceu, e eu não fui informado, que o inibiu”, comentou Ciro Gomes, para acrescentar: “Lamentamos bastante porque ele (Cássio), que tem uma relação conosco de cordialidade, de amizade, mas na hora da onça beber água acabou ficando por lá, que parece não ser o melhor lado para o Nordestino”.
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