A sessão realizada na noite de ontem dia 26 do 10 de 2009 na câmara de vereador do município de Várzea começou por volta das 19:00 horas, contou com a presença dos noves vereadores e boa parte da população que foi conferir de perto o trabalho dos vereadores.
A grande expectativa da sessão gerava em torno do projeto de lei que vetaria a prefeitura disponibilizar pedreiro para construção de casas de pessoas que tem renda alta.O objetivo do projeto de lei era criar critérios para que a prefeitura só disponibiliza-se pedreiros para construção de pessoas carentes no município ao contrario do que acontece.
O assunto que gerou polemica foi discutido na câmara e acabou não sendo aprovado,no final a população que se fez presente na reunião acabou se sentindo envergonhada pela grande falta de conhecimento de alguns vereadores que não souberam se expressar a respeito do projeto e acabaram voltando contra.
O projeto de autoria do vereador Windson Amaral do PSDB que iria trazer um beneficio para as pessoas carentes teve o placar de 6 a 3 em votação e acabou não sendo aprovada.
Os vereador que votaram pela aprovação da matéria acompanhado o autor do projeto foram eles Alexandre Magno PSDB e Junior Medeiros do PMDB, já os outros vereadores que fazem parte da bancada do DEM Carlos Antônio, Othon Galvão,Maria José,Mailde, Carlos Henrrique e Leônidas votaram pela não aprovação da matéria.
Sobre a Matéria
Resta agora a sociedade do município de Várzea analisar melhor a decisão tomada por alguns vereadores e refletir se eles foram coretos ou não.Talvez isso seja o grande problema do nossa pais, quando surgi um projeto que vem a beneficiar a pessoas carentes nossas autoridades deixam de lado o povo e passam a pensar no lado partidário ou ate mesmo político.
Será que é isso que nós queremos para nossa cidade ? Pessoas que só pensem no lado político e na hora da decisões acabam não sabendo se posicionar a favor da população.
Cabe agora a toda sociedade de Várzea cobrar dos seus representantes que foram escolhidos para trabalhar a favor do povo, o que acabou não acontecendo nesta sessão.
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4 milhões de beneficiários do Bolsa Família devem abrir conta em banco
Iniciado em Belo Horizonte, o Projeto de Inclusão Bancária que permite aos beneficiários do programa Bolsa Família abrir uma conta em bancos será a partir de agora expandido para todo o país. A meta é de que 4 milhões de beneficiários tenham conta bancária na Caixa Econômica Federal até o final de 2010. Atualmente 1,9 milhão de famílias já tem a conta.
A intenção é facilitar o acesso ao sistema bancário de pessoas que muitas vezes esbarram em problemas como falta de comprovante de renda ou de moradia quando tentar abrir uma conta. Pelo projeto, o beneficiário precisa procurar a Caixa e manifestar o interesse de abrir a conta, com a apresentação do CPF. A expectativa é de que em cerca de suas semanas todo o processo esteja concluído.
Arquivo TN
Projeto de inclusão bancária permite aos beneficiários abrirem contas na Caixa EconômicaO benefício do Bolsa Família passará a ser depositado na conta automaticamente, depois que ela estiver aberta. Ele pode fazer até quatro saques por mês, sem pagamento de tarifa. As contas simplificadas são isentas de taxas. Os correntistas, no entanto, não terão acesso a talão de cheque. Outra novidade é que essas famílias passam a ter a possibilidade de usar serviços como microcrédito, resseguros e poupança.
Apesar de a conta bancária abrir a possibilidade para o empréstimo, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, avalia que não há risco de endividamento dessa população de baixa renda. “Qualquer endividamento será mais à frente, dentro de um critério de microcrédito, aí já com maior capacitação e maior acompanhamento das famílias.”
Mãe de uma menina e incluída no Bolsa Família há três anos, Erivânia Alves da Silva vive no município de Nossa Senhora do Socorro (SE) e abriu a conta bancária há cerca de um mês. Ela destaca as vantagens de ter acesso aos serviços bancários, já que com o cartão usado até então só pode sacar todo o dinheiro. Além disso, ele não tem outras funções.
“Agora posso pegar empréstimo e poupar. No momento não pretendo pegar empréstimo, mas deixar um pouquinho do dinheiro que recebo lá guardado sempre pensando no futuro da minha família. E criança sempre adoece e tendo lá um dinheirinho vou lá e compro um remédio ”, contou.
A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda, disse que a experiência do projeto iniciado em Belo Horizonte demonstrou que as famílias não têm dificuldades para usar os serviços bancários e não gastam além de suas possibilidades. O projeto piloto da inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família foi iniciado em 2008 e, atualmente, cerca de 400 mil contas são abertas por mês pelos beneficiários do Bolsa Família.
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará um decreto disciplinando o processo de inclusão bancária dos beneficiários do pelo Bolsa Família.
A intenção é facilitar o acesso ao sistema bancário de pessoas que muitas vezes esbarram em problemas como falta de comprovante de renda ou de moradia quando tentar abrir uma conta. Pelo projeto, o beneficiário precisa procurar a Caixa e manifestar o interesse de abrir a conta, com a apresentação do CPF. A expectativa é de que em cerca de suas semanas todo o processo esteja concluído.
Arquivo TN
Projeto de inclusão bancária permite aos beneficiários abrirem contas na Caixa EconômicaO benefício do Bolsa Família passará a ser depositado na conta automaticamente, depois que ela estiver aberta. Ele pode fazer até quatro saques por mês, sem pagamento de tarifa. As contas simplificadas são isentas de taxas. Os correntistas, no entanto, não terão acesso a talão de cheque. Outra novidade é que essas famílias passam a ter a possibilidade de usar serviços como microcrédito, resseguros e poupança.
Apesar de a conta bancária abrir a possibilidade para o empréstimo, o ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, avalia que não há risco de endividamento dessa população de baixa renda. “Qualquer endividamento será mais à frente, dentro de um critério de microcrédito, aí já com maior capacitação e maior acompanhamento das famílias.”
Mãe de uma menina e incluída no Bolsa Família há três anos, Erivânia Alves da Silva vive no município de Nossa Senhora do Socorro (SE) e abriu a conta bancária há cerca de um mês. Ela destaca as vantagens de ter acesso aos serviços bancários, já que com o cartão usado até então só pode sacar todo o dinheiro. Além disso, ele não tem outras funções.
“Agora posso pegar empréstimo e poupar. No momento não pretendo pegar empréstimo, mas deixar um pouquinho do dinheiro que recebo lá guardado sempre pensando no futuro da minha família. E criança sempre adoece e tendo lá um dinheirinho vou lá e compro um remédio ”, contou.
A presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda, disse que a experiência do projeto iniciado em Belo Horizonte demonstrou que as famílias não têm dificuldades para usar os serviços bancários e não gastam além de suas possibilidades. O projeto piloto da inclusão bancária dos beneficiários do Bolsa Família foi iniciado em 2008 e, atualmente, cerca de 400 mil contas são abertas por mês pelos beneficiários do Bolsa Família.
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, informou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinará um decreto disciplinando o processo de inclusão bancária dos beneficiários do pelo Bolsa Família.
Polícia prende o corintiano Zina, do “Pânico na TV”
Marcos da Silva Heredia, o Zina, integrante do programa Pânico na TV, da Rede Tv, foi detido nesta quarta-feira com uma cápsula de cocaína.
Policiais militares receberam uma denúncia de que dois homens armados estariam andando pela rua. Ao chegarem ao local, os PMs encontraram dois homens em atitude suspeita, o integrante do Pânico era um deles.
Segundo a polícia, Zina resistiu à abordagem, o que resultou em sua prisão, e ao ser revistado, a droga foi encontrada.
O corintiano presta depoimento e deve ser liberado ainda hoje.
Policiais militares receberam uma denúncia de que dois homens armados estariam andando pela rua. Ao chegarem ao local, os PMs encontraram dois homens em atitude suspeita, o integrante do Pânico era um deles.
Segundo a polícia, Zina resistiu à abordagem, o que resultou em sua prisão, e ao ser revistado, a droga foi encontrada.
O corintiano presta depoimento e deve ser liberado ainda hoje.
Sepultada religiosa que foi velada durante três dias em João Pessoa
Ivaneide Barbosa do Nascimento, 65 anos, mais conhecida como Irmã Neide, que foi velada por três dias em sua casa, no bairro de Jaguaribe, Capital, sem que seu corpo entrasse em decomposição ou exalasse mau cheiro, foi finalmente foi sepultada na tarde desta terça-feira (27), exatamente às 16h20, no Cemitério Parque das Acácias, de João Pessoa.
O caso da Irmã Neide fez com que muitos acreditassem que ela teria sido alvo de dois milagres - um pouco antes de morrer e outro após a sua morte por volta das 9h da manhã do último sábado (24).
Nos seus últimos dias de vida, ela teria recebido uma ‘revelação’: um filho seu e outro parente próximo, há anos afastados da Paraíba e da Igreja Assembléia de Deus, recuperariam a fé e retornariam às práticas evangélicas pentecostais.
O segundo milagre decorreria do primeiro. Após morrer, Irmã Neide permaneceria com o seu corpo íntegro o tempo necessário para que seus parentes pudessem retornar à Paraíba, vindos da Suíça, e participar do sepultamento de um corpo que, três dias após a morte, mantinha-se íntegro como se vivo ainda estivesse.
Além disso, deformidades nos membros inferiores e nas mãos de Irmã Neide desapareceram logo após seu falecimento.
Ela tinha as mãos fechadas, ‘entrevadas’, e as pernas arqueadas. Acreditava-se, inclusive, que tais deficiências dificultariam fechar o caixão em que foi colocado o corpo.
Para surpresa de familiares e amigos, depois que ela morreu não houve a menor dificuldade em juntar-lhes as mãos, entrelaçando seus dedos, e estirar-lhe as pernas.
O atestado de óbito de Irmã Neide foi assinado por Márcia Esteves, médica do Samu e da família.
Oficialmente, a religiosa morreu em conseqüência de uma parada cardio-respiratória. O velório transcorreu desde sábado na residência da falecida, na Rua João Paulo Neto, em Jaguaribe.
Irmãos de fé disseram ao Portal Correio que a irmã Neide era admirada e reconhecida por sua bondade e dedicação ao próximo. "Ela costumava, antes de adoecer e perder os movimentos das mãos e pés, ir a presídios, enfermarias e outros lugares para levar ajuda aos que precisavam. Ela era uma pessoa muito boa. A sua fé era muito grande. Muitas vezes as suas palavras de fé me ajudaram", declarou uma mulher que pediu para não ser identificada.
O fato de o corpo de a irmã Neide não se decompor nem exalar mau cheiro três dias após o falecimento poderia ser explicado pelo uso contínuo e prolongado de remédios.
A hipótese, no entanto, não foi bem aceita pelos evangélicos que velavam o corpo. Alguns sustentavam que a única explicação plausível era a de que através do corpo de aparente fragilidade da mulher Deus teria manifestado o seu poder.
Alguns curiosos que velavam o corpo chegaram a sugerir que a irmã Neide poderia ter sofrido um ataque de catalepsia, distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas).
O cortejo que levou a religiosa ao Parque das Acácias – o caixão sobre um carro do Corpo de Bombeiros, com direito batedores da Polícia Militar e participação de amarelinhos da STTrans – foi marcado por muita comoção e intensa curiosidade de populares em todas as ruas e bairros da chamada Zona Sul da Capital. Cerca de 150 pessoas assistiram ao sepultamento no cemitério.
O caso da Irmã Neide fez com que muitos acreditassem que ela teria sido alvo de dois milagres - um pouco antes de morrer e outro após a sua morte por volta das 9h da manhã do último sábado (24).
Nos seus últimos dias de vida, ela teria recebido uma ‘revelação’: um filho seu e outro parente próximo, há anos afastados da Paraíba e da Igreja Assembléia de Deus, recuperariam a fé e retornariam às práticas evangélicas pentecostais.
O segundo milagre decorreria do primeiro. Após morrer, Irmã Neide permaneceria com o seu corpo íntegro o tempo necessário para que seus parentes pudessem retornar à Paraíba, vindos da Suíça, e participar do sepultamento de um corpo que, três dias após a morte, mantinha-se íntegro como se vivo ainda estivesse.
Além disso, deformidades nos membros inferiores e nas mãos de Irmã Neide desapareceram logo após seu falecimento.
Ela tinha as mãos fechadas, ‘entrevadas’, e as pernas arqueadas. Acreditava-se, inclusive, que tais deficiências dificultariam fechar o caixão em que foi colocado o corpo.
Para surpresa de familiares e amigos, depois que ela morreu não houve a menor dificuldade em juntar-lhes as mãos, entrelaçando seus dedos, e estirar-lhe as pernas.
O atestado de óbito de Irmã Neide foi assinado por Márcia Esteves, médica do Samu e da família.
Oficialmente, a religiosa morreu em conseqüência de uma parada cardio-respiratória. O velório transcorreu desde sábado na residência da falecida, na Rua João Paulo Neto, em Jaguaribe.
Irmãos de fé disseram ao Portal Correio que a irmã Neide era admirada e reconhecida por sua bondade e dedicação ao próximo. "Ela costumava, antes de adoecer e perder os movimentos das mãos e pés, ir a presídios, enfermarias e outros lugares para levar ajuda aos que precisavam. Ela era uma pessoa muito boa. A sua fé era muito grande. Muitas vezes as suas palavras de fé me ajudaram", declarou uma mulher que pediu para não ser identificada.
O fato de o corpo de a irmã Neide não se decompor nem exalar mau cheiro três dias após o falecimento poderia ser explicado pelo uso contínuo e prolongado de remédios.
A hipótese, no entanto, não foi bem aceita pelos evangélicos que velavam o corpo. Alguns sustentavam que a única explicação plausível era a de que através do corpo de aparente fragilidade da mulher Deus teria manifestado o seu poder.
Alguns curiosos que velavam o corpo chegaram a sugerir que a irmã Neide poderia ter sofrido um ataque de catalepsia, distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas).
O cortejo que levou a religiosa ao Parque das Acácias – o caixão sobre um carro do Corpo de Bombeiros, com direito batedores da Polícia Militar e participação de amarelinhos da STTrans – foi marcado por muita comoção e intensa curiosidade de populares em todas as ruas e bairros da chamada Zona Sul da Capital. Cerca de 150 pessoas assistiram ao sepultamento no cemitério.
POLICIA FEDERAL REALIZA INCINERAÇÃO DE DROGA EM PATOS.
A polícia Federal da Cidade de Patos realizou na manhã desta quarta-feira (28) a incinerarão de pouco mais de 130 kg de droga entre, Cocaína, Maconha, Rachichi e outros produtos alucinógenos.
O local escolhido pela PF para incineração foi a Indústria de Doces Tupy Guarani de propriedade de Ubartônio de Oliveira Medeiros que forneceu os trabalhos de fornalha para que a droga fosse queimada.
A operação contou com um forte esquema de segurança e foi comandada pelo chefe da delegacia regional da PF em Patos, delegado Francisco José Martins e foi acompanhada por representações do Ministério Público, Vigilância Sanitária e da Imprensa, porém mesmo diante da oficialização do convite o Poder Judiciário não enviou sua representação.
A indústria de doces funciona na Rua Padre Anchieta, próxima ao Colégio Coriolano de Medeiros no bairro Santo Antônio e durante o trabalho de incineração, que é feito a cada 06 (seis) meses segundo o delegado Francisco Martins, ninguém entrou ou saiu da empresa sem uma prévia autorização.
O delegado disse ainda à imprensa que as incinerações sempre acontecem de forma alternada. A fábrica escolhida hoje foi a Indústria Tupy Guarany, porém não está descartada a participação de outras empresas que trabalhem com Fornalhas a participarem desta operação.
Antes de acontecer à incineração foi feito o trabalho de comprovação da autenticidade da droga, utilizando produto químico, acompanhado das representações convidadas e em seguida foi feita a leitura do documento de autorização.
Em seguida os policiais juntamente com a participação do delegado Francisco Martins iniciaram o procedimento de destruição da droga. Todo procedimento também foi acompanhado por alguns funcionários da empresa que ficaram perplexos com a quantidade de droga incinerada.
O local escolhido pela PF para incineração foi a Indústria de Doces Tupy Guarani de propriedade de Ubartônio de Oliveira Medeiros que forneceu os trabalhos de fornalha para que a droga fosse queimada.
A operação contou com um forte esquema de segurança e foi comandada pelo chefe da delegacia regional da PF em Patos, delegado Francisco José Martins e foi acompanhada por representações do Ministério Público, Vigilância Sanitária e da Imprensa, porém mesmo diante da oficialização do convite o Poder Judiciário não enviou sua representação.
A indústria de doces funciona na Rua Padre Anchieta, próxima ao Colégio Coriolano de Medeiros no bairro Santo Antônio e durante o trabalho de incineração, que é feito a cada 06 (seis) meses segundo o delegado Francisco Martins, ninguém entrou ou saiu da empresa sem uma prévia autorização.
O delegado disse ainda à imprensa que as incinerações sempre acontecem de forma alternada. A fábrica escolhida hoje foi a Indústria Tupy Guarany, porém não está descartada a participação de outras empresas que trabalhem com Fornalhas a participarem desta operação.
Antes de acontecer à incineração foi feito o trabalho de comprovação da autenticidade da droga, utilizando produto químico, acompanhado das representações convidadas e em seguida foi feita a leitura do documento de autorização.
Em seguida os policiais juntamente com a participação do delegado Francisco Martins iniciaram o procedimento de destruição da droga. Todo procedimento também foi acompanhado por alguns funcionários da empresa que ficaram perplexos com a quantidade de droga incinerada.
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