O deputado federal, Wellington Roberto (PR), reagiu com bom humor na tarde de hoje ao ser questionado sobre o fato de ter reunido em evento em sua casa o número de 58 prefeitos paraibanos, coisa que nem o chamado bloco das oposições, formado pelo prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), pelo ex-governador, Cássio Cunha Lima, e pelo senador, Efraim Morais (DEM), conseguiram, fazer no chamado “encontrão”, onde jornalistas afirmam ter contado 26 gestores municipais.
Para Wellington, seu prestígio junto ao Executivo das cidades paraibanas se deve a sua dedicação constante a captação de recursos (emendas) e convênios para os municípios. “Eu defendo que o trabalho sempre prevalece e este é o segredo para contar com o apoio de tantos amigos. Talvez este grupo não tenha conseguido construir a mesma relação que temos com nossos amigos prefeitos”, provocou.
Wellington disse ainda que durante o evento a organização chegou a a anunciar a presença de prefeitos que sequer compareceram. “Disseram que o prefeito de Jericó estava presente, mas quando liguei para ele o mesmo me informou que estava em Recife. Se com estes anúncios estão contando com 26, imagine se tirar os que foram citados e não compareceram”, reiterou.
O deputado lamentou o posicionamento político do ex-governador Cássio e voltou a defender a candidatura do senador Cícero Lucena ao governo. “Este é o grupo ao qual pertencemos e que sempre reuniu a maioria dos paraibanos. No evento de hoje, nem com a presença de Ciro Gomes eles conseguiram o resultado esperado, mas não posso falar sobre o evento dos outros, apenas sobre o meu”, arrematou.
Janildo Silva
ClickPB
Erro em serviço da Sony deixa milhões sem poder jogar videogame
Na noite deste domingo (28), a PlayStation Network (PSN), a rede on-line da Sony apresentou um erro de sistema no PlayStation 3, desconectando milhões de jogadores em todo o mundo. O mais grave é que o bug impede de jogar qualquer game, apresentando uma mensagem de falha de hardware.
O erro impede até que os usuários tenham acesso aos jogos, tanto em disco quanto os comprados pela PSN e armazenados em disco rígido, sem estar conectados à internet. Apenas demonstrações de games previamente baixados funcionavam, além de títulos que não utilizam o sistema de Troféus, uma premiação extra ao realizar tarefas específicas dentro dos jogos. Ao tentar acessar esses games, uma mensagem de erro obriga o jogador a voltar para a tela inicial do console.
Relatos de donos do PlayStation 3 redor do mundo dão conta de que o problema está relacionado a um bug no calendário do console, que pulou de 28 de fevereiro de 2010 para o dia 31 de dezembro de 1999. Nem corrigindo a data no sistema faz com que o problema se resolva. Produtoras de games ao redor do mundo publicaram em suas contas no Twitter que também estão tendo problemas com os kits de desenvolvimento do PS3, o que atrapalhará na produção de títulos para o console.
Por meio de sua conta no serviço de microblog, a Sony disse que está trabalhando para resolver o problema o mais breve possível. Alguns usuários e a própria empresa, contudo, afirmam que os modelos “slim” do console, com disco rígido de 120 GB e 250 GB, não foram afetados pelo problema. A Sony não revelou novos detalhes sobre a solução do problema e já faz mais de 10 horas que a compahia publicou a última mensagem no Twitter.
O erro impede até que os usuários tenham acesso aos jogos, tanto em disco quanto os comprados pela PSN e armazenados em disco rígido, sem estar conectados à internet. Apenas demonstrações de games previamente baixados funcionavam, além de títulos que não utilizam o sistema de Troféus, uma premiação extra ao realizar tarefas específicas dentro dos jogos. Ao tentar acessar esses games, uma mensagem de erro obriga o jogador a voltar para a tela inicial do console.
Relatos de donos do PlayStation 3 redor do mundo dão conta de que o problema está relacionado a um bug no calendário do console, que pulou de 28 de fevereiro de 2010 para o dia 31 de dezembro de 1999. Nem corrigindo a data no sistema faz com que o problema se resolva. Produtoras de games ao redor do mundo publicaram em suas contas no Twitter que também estão tendo problemas com os kits de desenvolvimento do PS3, o que atrapalhará na produção de títulos para o console.
Por meio de sua conta no serviço de microblog, a Sony disse que está trabalhando para resolver o problema o mais breve possível. Alguns usuários e a própria empresa, contudo, afirmam que os modelos “slim” do console, com disco rígido de 120 GB e 250 GB, não foram afetados pelo problema. A Sony não revelou novos detalhes sobre a solução do problema e já faz mais de 10 horas que a compahia publicou a última mensagem no Twitter.
Efraim e Ney não se cumprimentam
Distantes um do outro, Efraim e Ney não se cumprimentam e põe em dúvida a sintonia e a harmonia da chamada “união das oposições”
Depois de terem evitado chegar juntos ao “encontrão das oposições”, o senador Efraim Morais (DEM) e o ex-senador Ney Suassuna (PP) evitaram se cumprimentar e mantiveram distância nos assentos distribuídos na Mesa formada no evento.
Enquanto Efraim Morais sentou em uma das pontas da Mesa, o ex-senador Ney Suassuna cuidou de se instalar no ponto o mais longe possível do democrata, ocupando a cadeira da outra ponta. Assim, a disposição dos lugares ficou a seguinte: Efraim Morais (DEM), Cássio Cunha Lima (PSDB), Ricardo Coutinho (PSB), Ciro Gomes (PSB), Luciano Agra (PSB), e por fim Ney Suassuna (PP).
Mesmo apoiando o mesmo candidato ao governo, Efraim e Ney parecem não se entender e põe em dúvida a veracidade da sintonia e da harmonia na chamada união das oposições.
No auditório, a ausência de lideranças socialistas é marcante. A maioria da platéia é formada apenas por lideranças tucanas e democratas. Figuras como Damião Feliciano (PDT), Wellington Roberto (PR), Cícero Lucena (PSDB), Armando Abílio (PTB), todos presidentes de diretórios regionais no Estado não marcaram presença e só reforçam a possibilidade da incoerência em torno da possível união das oposições. O deputado federal Luiz Couto também faltou e justificou: "Não fico no mesmo palanque que o DEM".
PB Agora
Depois de terem evitado chegar juntos ao “encontrão das oposições”, o senador Efraim Morais (DEM) e o ex-senador Ney Suassuna (PP) evitaram se cumprimentar e mantiveram distância nos assentos distribuídos na Mesa formada no evento.
Enquanto Efraim Morais sentou em uma das pontas da Mesa, o ex-senador Ney Suassuna cuidou de se instalar no ponto o mais longe possível do democrata, ocupando a cadeira da outra ponta. Assim, a disposição dos lugares ficou a seguinte: Efraim Morais (DEM), Cássio Cunha Lima (PSDB), Ricardo Coutinho (PSB), Ciro Gomes (PSB), Luciano Agra (PSB), e por fim Ney Suassuna (PP).
Mesmo apoiando o mesmo candidato ao governo, Efraim e Ney parecem não se entender e põe em dúvida a veracidade da sintonia e da harmonia na chamada união das oposições.
No auditório, a ausência de lideranças socialistas é marcante. A maioria da platéia é formada apenas por lideranças tucanas e democratas. Figuras como Damião Feliciano (PDT), Wellington Roberto (PR), Cícero Lucena (PSDB), Armando Abílio (PTB), todos presidentes de diretórios regionais no Estado não marcaram presença e só reforçam a possibilidade da incoerência em torno da possível união das oposições. O deputado federal Luiz Couto também faltou e justificou: "Não fico no mesmo palanque que o DEM".
PB Agora
Chegada de Ciro é marcada por “escanteio” a Efraim
Chegada de grupo formado por Ciro, RC, Cássio e Ney a encontrão é marcada por “escanteamento” de Efraim
A chegada do presidenciável Ciro Gomes (PSB) ao encontrão das oposições foi marcada por bastante tumulto na entrada do Hotel Tambaú na manhã desta segunda-feira (1). Ladeado pelo prefeito e pré-candidato ao governo do Estado, Ricardo Coutinho (PSB), o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o ex-senador Ney Suassuna (PP) o fato inusitado que também marcou a chegada de Ciro foi o “escanteamento” do senador Efraim Morais (DEM).
Enquanto que os principais líderes do encontro chegaram abraçados, chegando a colocar Ney nos braços, Efraim chegou mais atrás como uma figura anônima no encontro, o que levanta a dúvida se as oposições estão realmente unidas.
O grande questionamento é se esse distanciamento tem haver com os inúmeros escândalos que Efraim tem se envolvido no Senado e para não prejudicar campanha, Ricardo Coutinho está tentando não ligar sua imagem ao parlamentar.
PB Agora
A chegada do presidenciável Ciro Gomes (PSB) ao encontrão das oposições foi marcada por bastante tumulto na entrada do Hotel Tambaú na manhã desta segunda-feira (1). Ladeado pelo prefeito e pré-candidato ao governo do Estado, Ricardo Coutinho (PSB), o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o ex-senador Ney Suassuna (PP) o fato inusitado que também marcou a chegada de Ciro foi o “escanteamento” do senador Efraim Morais (DEM).
Enquanto que os principais líderes do encontro chegaram abraçados, chegando a colocar Ney nos braços, Efraim chegou mais atrás como uma figura anônima no encontro, o que levanta a dúvida se as oposições estão realmente unidas.
O grande questionamento é se esse distanciamento tem haver com os inúmeros escândalos que Efraim tem se envolvido no Senado e para não prejudicar campanha, Ricardo Coutinho está tentando não ligar sua imagem ao parlamentar.
PB Agora
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