
Trigueiro informou que a determinação para que os prefeitos demitam será mantida para os outros serviços.
O Ministério Público da Paraíba voltou atrás na sua decisão de obrigar as prefeituras a demitirem os servidores comissionados,contratados ou prestadores de serviços. Mas, a nova determinação de manter os funcionários vale apenas para os serviços essenciais como é o caso da saúde e da educação.
O procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro, concedeu, nesta terça-feira (10), uma entrevista coletiva onde falou sobre a nova determinação. Ele explicou que os prefeitos devem enviar, em 20 dias, um relatório informando a necessidade de manter os servidores comissionados trabalhando na prefeitura.
Após o conhecimento do Ministério Público sobre a situação das prefeituras, será firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que os funcionários de serviços essenciais sejam mantidos no trabalho até que se realize concurso público. Contudo, o MPPB não determinou prazo para que isso aconteça.
Entretando, Oswaldo Trigueiro informou que a determinação para que os prefeitos demitam todos os servidores comissionados que não atuem em serviços essenciais será mantida e que os gestores que não cumprirem a decisão ministerial serão punidos com rigor.
"O Ministério Público irá enviar um requerimento aos prefeitos dos 223 municípios paraibanos que terão um prazo de 20 dias, após o recebimento do documento, para enviar um relatório explicando a atual situação da prefeitura. Depois disso quem não cumprir a determinação de demitir poderá ser punido de duas formas: a primeira com uma ação na esfera criminal e a segunda na esfera cível", enfatizou.
Oswaldo Trigueiro ressaltou que após o Ministério Público ficar a par da situação de cada prefeitura serão iniciadas as fiscalizações nos muncípios.
PolíticaPB



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