"Punir usuário de maconha não ajuda", dizem especialistas e ativistas em debate

É contraproducente e cruel punir usuários de maconha como se fossem criminosos, e falta uma distinção mais clara entre traficantes e simples consumidores da erva na legislação do país.

Esse talvez seja o único consenso entre especialistas reunidos ontem para discutir o tema em debate organizado pela Folha. Divididos entre defensores da legalização da venda da droga, do uso da maconha como remédio e da manutenção da proibição, os debatedores acabaram ficando entrincheirados.

Em parte, isso se deveu à plateia que lotou o auditório do jornal e, com frequência, interrompeu as falas com aplausos, vaias, gritos e xingamentos. "Pessoal, vamos deixar as pessoas se expressarem na inteireza de seus argumentos", teve de pedir o jornalista Gilberto Dimenstein, colunista da Folha e moderador do debate.

Os membros da mesa, porém, também acabaram perdendo a paciência e partindo para o ataque em alguns momentos. A falta de acordo sobre a proporção real de usuários no mundo, ou sobre a gravidade dos efeitos da maconha quando comparada a drogas lícitas, como o álcool, ajudou a mostrar como o debate ainda é emocional.

Contrário à legalização, Ronaldo Laranjeira, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), disse que sua posição "era lógica do ponto de vista da saúde pública".

"A experiência de legalização das drogas ilícitas está aqui perto da gente, é a Cracolândia", ironizou, criticando o fato de que não há um movimento nacional para tentar controlar o uso do crack com a mesma expressão do que defende descriminalizar a maconha.

A jurista Maria Lúcia Karam, membro da ONG internacional Lead, favorável ao fim da proibição da venda de drogas, argumentou que a guerra contra substâncias ilícitas aumentou a violência e ainda fez baixar o preço delas mundo afora. "Legalizar é controlar os danos causados pela droga. As pessoas só morrem de overdose porque não sabem o que estão usando", afirmou, sendo vaiada por membros da plateia.

VELHA AMIGA?
O neurocientista Sidarta Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e o biólogo Renato Malcher Lopes, da Universidade de Brasília (UNB), lembraram que há uma gama considerável de princípios ativos com potencial terapêutico na Cannabis. "Isso foi selecionado ao longo de 5.000 anos de uso", disse Ribeiro.

Ele é favorável à legalização. "Algumas pessoas realmente precisam ser protegidas da maconha, como grávidas e jovens com cérebro em formação -assim como outras pessoas precisam ser protegidas do leite porque têm intolerância à lactose."

Marcos Susskind, voluntário que trabalha com dependentes químicos da comunidade judaica, afirmou que, "na sua experiência", o álcool é menos nocivo do que a maconha. Foi contestado pelos cientistas e se disse surpreso com as propriedades medicinais da maconha inalada, relatadas por Lopes, da UNB.

UOL

Lei vai definir guarda de bichos de estimação após divórcio

A disputa pela guarda dos filhos leva muitos casais a brigar feito cães e gatos – antes, durante e depois da separação. Com a publicitária Elizabeth Máximo e seu ex-marido, essa parte não teve atrito. O casal chegou rapidamente a um acordo. Ela ficaria com as meninas Maristela e Francis. Ele levaria Marcela para casa. Maristela andava de cadeira de rodas desde que foi atropelada e precisava dos cuidados da mãe, em companhia de Francis. Marcela, mais independente, ficaria bem com o pai. Ele poderia visitar as outras filhas sempre que quisesse e levá-las para casa. Também pagaria uma pensão alimentícia, suficiente para dividir as despesas com a ração. Ração? Sim, Maristela e Francis são duas cadelas. Marcela, uma fêmea de hamster.

Marcela morreu pouco depois da separação. O “pai” não teve sangue-frio de pegar o pequeno cadáver e quem fez o enterro foi a “mãe”. “Ele viajava muito, não tinha condições de ficar com os cães. Achei justo manter o vínculo porque ele gosta dos cachorros tanto quanto eu”, diz Elizabeth, que resgatou as duas cadelas na rua, depois que elas foram atropeladas, junto com o ex-marido. Hoje casado, ele não mantém mais a rotina de visitas, mas divide as despesas veterinárias quando é preciso.

Acordos como esse são raros. Depois da hora da separação, os casais tendem a ser radicais: ou brigam por seus animais de estimação ou, para evitar mais confusão, deixam com o ex mais interessado. Um projeto de lei do deputado federal Márcio França (PSB-SP) estabelece uma nova regra para essa situação. O Brasil não tem uma legislação específica sobre o assunto. As decisões dos tribunais têm adotado a mesma linha de raciocínio da lei dos Estados Unidos. Lá os animais de estimação são considerados propriedade. Ficam com eles quem os comprou – ou quem tem o nome no pedigree. Essa jurisprudência tem ditado as decisões nos casos que chegam aos tribunais. Quem tinha amor ao cão que pertencia ao ex-amor acabava ficando num mato sem cachorro, sem a lei a seu lado. Pelo projeto de lei proposto agora no Brasil, a propriedade é um dos fatores a ser pesado, mas não o único.

“O animal é tratado como um objeto, mas as pessoas têm relação afetiva com eles quase como filhos”, diz o deputado. “A propriedade é muito subjetiva porque 80% dos cães no Brasil não têm pedigree. Então, quem é o dono?”, diz o deputado. Ele afirma também que na maioria das vezes quem compra o cão é o marido – para presentear a mulher ou os filhos. “Na hora da separação, ele se vinga e pede o cachorro.”

A legislação proposta estabelece que, caso provocada, a Justiça deve decidir por aquele que tem mais condições para ficar com o animal e mais vínculo com ele. O projeto tramita na Câmara em caráter conclusivo. Isso significa que não precisa ir a plenário, basta que passe nas comissões internas. Projetos que não revogam leis existentes ou que são considerados sem importância para ir a plenário são aprovados sem votação. Não há prazo para isso acontecer.

Especialista em comportamento canino, Claudia Pizzolato diz que os cães são animais de hábitos. Mudanças na rotina, se mal planejadas, podem ter consequências desastrosas. “Tudo pode dar certo porque o cachorro se adapta bem. Mas durante o período de transição ele pode fazer xixi fora do lugar ou deixar de comer a ração. Ele vai tentar usar a quebra de rotina a seu favor”, diz Claudia. Para ela, o importante é que as duas casas tenham as mesmas regras (leia o quadro ao lado).

Mesmo com todo o cuidado, regras iguais e harmonia, o bicho pode sofrer um pouco com o vai e vem. “Quando meu ex-marido ia embora, elas ficavam chorando muito, eu até cheguei a pensar em suspender o acordo, mas sabia que elas ficavam muito bem com ele e choravam era de saudade”, diz Elizabeth.

Os cães realmente sofrem com a separação. No livro Dogs behaving badly (algo como Cães malcomportados), Nicholas Dodman, diretor de comportamento da Tufts University School of Veterinary Medicine dos Estados Unidos, diz que os animais também têm depressão. “Depois da perda de alguém querido, normalmente os cães apresentam sinais típicos de depressão humana, incluindo distúrbios alimentares”, escreve Dodman.

Claudia afirma que o interesse do animal deve ser levado em conta. “A pessoa tem de fazer um julgamento honesto: ‘Eu tenho condição de criar o cachorro?’ Morrer de amor pelo cão não adianta se você trabalha muito e não tem tempo para ele. O melhor dono é o que tem mais disponibilidade. Em geral, as pessoas usam o cachorro para atazanar a vida do ex. Tem gente que, se pudesse, mandava até morder”, diz ela.

Claudia foi perita num processo judicial de 2000, em Brasília, no qual um ex-marido pedia a guarda de dois poodles que eram de sua mulher. Antonio Bahia ganhou os cães da ex, mas, no papel, os animais eram dela. Na separação, ela pediu os animais. No laudo, Claudia relatou que Antonio cuidava dos poodles havia dez anos e que a separação seria ruim para os animais, principalmente por serem cães de companhia. O argumento não adiantou: a Justiça decidiu pela propriedade. Um dos cachorros morreu antes de a decisão sair.

Ainda que deixe margem a algumas dúvidas, a jurisprudência atual tem uma regra clara, que é a propriedade. O projeto de lei conta com algo bastante subjetivo: como definir quem tem mais afeto e condições de cuidar do animal? É possível que alguns casais levem aos tribunais a briga pelos totós. Aí o bicho vai pegar.

RevistaEpoca

Campanha de desarmamento poderá substituir indenizações por alarmes em residências

Campanha de desarmamento poderá substituir indenizações por alarmes em residências
A Secretaria Nacional de Segurança Pública vai estudar a possibilidade de substituir as indenizações em dinheiro – pagas a quem entrega voluntariamente armas de fogo na campanha de desarmamento – por outros tipos de benefícios, como a instalação de alarmes silenciosos residenciais. A ideia foi defendida pelo coordenador de Controle de Armas da organização não governamental (ONG) Viva Rio, Antônio Rangel, durante o Seminário Internacional sobre Desarmamento.

“Em 2003, antes mesmo da campanha nacional de desarmamento da Argentina, a Província de Mendoza fez uma campanha na qual instalava uma campainha – similar a um alarme silencioso, que dispara apenas na delegacia mais próxima – na casa dos cidadãos que entregassem voluntariamente suas armas às autoridades. Vimos de perto essa experiência e acreditamos que ela possa perfeitamente ser levada aos municípios brasileiros”, afirma Rangel à Agência Brasil.

Para o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, a proposta defendida por Rangel é uma “belíssima ideia” e vai ao encontro do propósito do seminário, que é de captar e fornecer novas ideias. Ele adianta, no entanto, que ela vai esbarrar em algumas dificuldades impostas pelo formato das licitações brasileiras.

“Não dá para implementarmos isso a curto prazo porque precisamos respeitar os procedimentos necessários previstos pela legislação [para os processos licitatórios]. Mas, a médio ou longo prazo pode, sim, integrar a campanha”, diz o secretário.

Balestreri acrescenta que há ainda a necessidade de, além do comparativo de preços, preparar estudos e notas técnicas comprobatórias para identificar qual seria o funcionamento ideal para o equipamento, a fim de evitar a ocorrência de erros. Segundo ele, tudo pode ser feito, mas é importante não interromper nem prejudicar o bom andamento da atual campanha, que já recolheu mais de 500 mil armas.

“Quando tiver em mãos a versão finalizada da proposta, vamos analisar e discuti-la internamente no Ministério da Justiça. Ela é bastante interessante porque agrega à entrega voluntária da arma um novo e eficiente elemento de segurança [alarme silencioso que dispara na delegacia mais próxima da residência]”, avalia.

Em Mendoza, também foi utilizada como indenização alternativa a troca de armas por tíquetes de compras, que podiam ser usados em pequenas lojas. “Essa medida ajudou os pequenos comerciantes a diminuirem o prejuízo causado pela perda de fregueses para os grandes mercados”, explicou Rangel.

Segundo o coordenador do Viva Rio, o pagamento das indenizações em dinheiro não é considerada a alternativa mais eficiente para a campanha. “Há o risco de esse dinheiro ser utilizado inclusive para a compra de outra arma”, argumenta. O ideal, segundo ele, é que experiências de indenizações alternativas sejam colocadas em prática.

“Em Moçambique, país de predominância rural, a entrega voluntária de armas foi bem-sucedida porque a indenização envolvia implementos agrícolas como arado e enxadas. Lá também fizeram trocas por bicicletas, para amenizar os problemas de transporte, e por máquinas de costura, para estimular uma atividade profissional”, disse o representante do Viva Rio.

Ele cita também a Albânia, onde a indenização previa beneficiamentos nas estruturas de eletricidade e de asfalto das ruas onde mais moradores participavam da campanha de desarmamento. “Encontrar mecanismos de substituição de dinheiro por objetos de utilidade é uma ideia interessante que deu certo e pode ser discutida”, avalia o secretário do Ministério da Justiça.

O Seminário Internacional sobre Desarmamento contou com a participação de diversos países que promoveram campanhas similares à brasileira. Com a troca de experiências, a expectativa é que algumas das soluções adotadas por outros países sejam adotadas também no Brasil.
Paraíba 1

STTP abre inscrição para 125 vagas de mototaxistas em CG

Inscrições começam na próxima segunda-feira (25)

Inscrições começam na próxima segunda-feira (25)
A Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) de Campina Grande vai abrir a partir da próxima segunda-feira (25), 100 novas vagas para mototaxistas na cidade.
Também serão abertas inscrições para o preenchimento de 25 vagas complementares dos 727 mototaxistas que são regulamentadas atualmente. No entanto, o número de motos cadastradas para o transporte de passageiros pode superar as 827 previstas.
De acordo com a gerente de Trânsito da STTP, Marília Santiago, isso será definido com base no resultado final do censo 2010, que está sendo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “A lei que regulamentou a profissão de mototaxista prevê a existência de um mototáxi para cada grupo de 428 habitantes, por isso novas vagas podem ser abertas brevemente”, argumentou.
De acordo com estimativas de 2009 feita pelo IBGE, a população de Campina Grande era estimada em 383.764 habitantes, o que proporcionalmente comportaria a instalação de 896 mototaxistas na cidade.
Para se candidatar a uma das vagas de mototaxistas, Santiago informou que os interessados devem comparecer, na próxima semana, das 14h às 17h, na sede da STTP, munidos de CPF, Identidade, certificado de antecedentes criminais, comprovante de nada consta do Detran, carteira de habilitação A, documento da moto, que deve possuir, no máximo, três anos de uso.
“Com base nessas informações, será feita uma triagem e eles serão convocados para se adequar às exigências de padronização definidas pela STTP”, explicou.
Sobre os mototaxistas clandestinos, a gerente de Trânsito informou que não se sabe, ao certo, quantos estão trabalhando atualmente na cidade. “Percebemos que esse problema tem aumentado a cada dia e, no momento, é comum mototaxistas de outras cidade atuando em Campina Grande”, avaliou.
JornaldaParaiba

Antibiótico terá tratamento de remédio tarja preta

As farmácias e drogarias brasileiras serão obrigadas a reter a receita médica durante a venda dos antibióticos. A medida foi anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nessa sexta-feira, dia 22.
Os estabelecimentos terão 30 dias para se adequar à norma a partir da publicação da medida no Diário Oficial da União, o que deve  ocorrer na próxima semana. O principal objetivo da proposta é restringir a venda indiscriminada desse tipo de medicamento.
Com a nova regulamentação, uma das vias da receita ficará com a farmácia e a outra com o consumidor. Essa norma já é usada no comércio de remédios de tarja preta. As bulas e embalagens também devem ser alteradas para incluir a frase: “Venda sob prescrição médica – só pode ser vendido com a retenção da receita”. Além da retenção da receita, todas as vendas deverão ser informadas ao Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados.
A toxicologista da Universidade de Brasília (UnB) Andrea Amoras acredita que a proposta é importante para conter a resistência de microorganismos fortalecidos pelo uso sem controle desse tipo de medicamento. “A regulamentação é importantíssima para a sociedade. O uso indiscriminado e errôneo de antibióticos faz com que surjam microorganismos fortes. Essa regulamentação previne o aparecimento desses organismos”, disse Amoras.
As regras vão valer para mais de 90 substâncias, entre elas amoxicilina, azitromicina, cefalexina e sulfametoxazol, princípios ativos de mais 1.200 medicamentos registrados no Brasil. “Essas substâncias foram escolhidas por serem as campeãs de comercialização. A intenção da agência, porém, é que outras sejam incluídas gradativamente no sistema”, explicou o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Raposo.
O presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, concorda com a proposta. “Nós apoiamos a restrição. A grande questão é o acesso da população aos medicamentos, porque é uma realidade do consumidor não ter acesso aos médicos. A regulamentação pode dificultar esse acesso”, disse Mena Barreto.
Um levantamento feito por uma rede de farmácias do Distrito Federal mostra que, em setembro, foram vendidos 43,8 mil medicamentos. O antibiótico mais vendido da lista é a amoxicilina, com mais de 7,3 mil vendas, seguido da cefalexina, com cerca de 4,7 mil unidades vendidas. A informação foi dada pelo presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Distrito Federal, Diocesmar Felipe de Faria.
Para ele, as novas regras não vão alterar o mercado. “Nós não temos expectativa de queda nas vendas de antibióticos. A medida do governo é favorável e acertada. Esse tipo de medicamento deve ser controlado e usado após consulta médica e só quando for necessário. Nós, do comércio farmacêutico, apoiamos”, disse o presidente.

Agência Brasil

Tião Gomes promete colocar militância do PSL para pedir votos para Dilma


O deputado estadual eleito Tião Gomes, presidente estadual do PSL da Paraíba, foi uma das festejadas presenças na inauguração ocorrida esta semana do comitê Dilma Presidente, organizado pelos deputados petistas Luiz Couto, Anísio Maia e Luciano Cartaxo na avenida Epitácio Pessoa. Convidado a discursar na ocasião, ele disse que esperava apenas um convite para cerrar fileiras em torno da presidenciável petista e prometeu mobilizar a militância do PSL para pedir votos para Dilma no segundo turno:

- Fico feliz porque estava indefinido. Recebi telefonemas importantes, de Luciano Cartaxo e Anísio Maia, me convidando para entrar na campanha de Dilma. Não é que eu não quisesse entrar, mas não podemos entrar sem ser chamados. O PSL é um partido novo, elegemos dois deputados e queremos colocar toda a militância e nossos candidatos para, junto com o PT, continuar na caminhada certa que Lula iniciou. Estou feliz. Fiquem certos que eu sou um guerreiro. Minha luta é igual a de vocês. Não tenho medo de nada. Onde eu tiver um voto, esse voto será dado não a Dilma, mas à mulher de Lula, que é assim que gosto de chamar.

parlamentopb

CIEE oferece 1.350 vagas de estágio


O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) prevê a oferta de 66 mil vagas de estágio em todo o Brasil, entre novembro deste ano e janeiro próximo, para estudantes de praticamente todos os tipos de curso. Desse total, 1.350 devem ficar na Paraíba.

De acordo com o supervisor de Operações do CIEE na Paraíba, Euler Sales, mensalmente são oferecidas cerca de 250 vagas de estágio e neste final de ano devem surgir mais 600 por conta da sazonalidade. “O CIEE prevê um número de contratações elevados nessa época do ano, devido aos festejos natalinos, final de ano e recebimento do 13º salários por parte da população economicamente ativa. É natural que os segmentos da economia como comércio e serviços tendam a contratar pessoas para suprir a demanda de atividades”.

Para aproveitar a maior oferta prevista, é importante que os interessados atualizem seus currículos, aumentando as chances de serem convocados para processos seletivos. Essa atualização poderá ser feita pelo site www.ciee.org.br ou nas unidades e postos de atendimento do CIEE. Estudantes ainda não cadastrados também podem fazê-lo gratuitamente no mesmo site. Em diversas situações, a inclusão da informação de que o aluno avançou uma fase em seus estudos de inglês, por exemplo, pode fazer toda a diferença entre a contratação ou a rejeição de um candidato.

De acordo com Oliveira, o estágio é uma ótima forma de o estudante iniciar-se no mundo do trabalho. “Por meio dessa atividade, o jovem tem a oportunidade de aprender a prática da área que escolheu seguir. O estagiário de ensino médio, por sua vez, será beneficiado com a aquisição de posturas comportamentais e pessoais requeridas pelo ambiente corporativo, sem mencionar o contato que terá com várias áreas de atuação, o que o auxiliará na escolha da futura profissão”, completa.  


Correio da Paraíba

Vitalzinho conversa com ministro Haddad para implantar curso universitário em todos os municípios da Paraíba


Todos os 223 municípios da Paraíba irão contar com algum curso universitário até o ano que vem. A informação foi divulgada neste sábado (23) pelo deputado federal e Senador eleito Vital do Rego Filho, Vitalzinho (PMDB-PB). Ele disse que os entendimentos para que esta realidade seja alcançada foram iniciados esta semana, durante audiência entre ele e o Ministro Fernando Haddad, no Ministério da Educação. Vitalzinho disse que a audiência com o Ministro Haddad, realizada na última terça-feira (19) para discutir extensão universitária e o programa que vai destinar uma bicicleta para cada aluno da rede pública estadual de ensino serviu, também, para discutir a inclusão da Paraíba num programa de Extensão Universitária do MEC que prevê três tipos de inclusão universitária, com opções diferenciadas de ensino superior em função da população de cada município. Vitalzinho explicou que a proposta discutida entre ele e o ministro Haddad para implantação na Paraíba é a seguinte: para cidades com população igual ou superior a 50 mil habitantes, destinação de cursos através do programa de extensão universitária (Universidade Federal da Paraíba – UFPB ou Universidade Federal de Campina Grande – UFCG) ou a implantação de uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFET, com cursos superiores e profissionalizantes. Já para cidades com menos de 50 mil habitantes, implantação de uma unidade da Universidade Aberta do Brasil – UAB, um sistema integrado por universidades públicas que oferece cursos de nível superior para camadas da população que têm dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância. A UAB atende o público em geral, com prioridade de formação para os professores que atuam na educação básica, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados, municípios e do Distrito Federal. Ele lembrou que o Sistema UAB foi criado para “o desenvolvimento da modalidade de educação a distância, com a finalidade de expandir e interiorizar a oferta de cursos e programas de educação superior no País”. Vitalzinho disse que os entendimentos começaram a ser mantidos a partir de sua primeira audiência com o Ministro Haddad, após ser eleito Senador. “Nós já marcamos uma nova audiência, na qual trataremos, especificamente, deste tema. A partir de então, vamos avançar com essa decisão e começar a formatar a proposta a ser implantada em toda a Paraíba, numa ação conjunta do Governo Federal, Governo do Estado e municípios”, disse Vitalzinho.  

MAISPB

Destinos paraibanos são divulgados no Rio de Janeiro

Numa parceria entre o Ministério do Turismo e o Governo da Paraíba, o programa Viaja Mais Melhor Idade e Braztoa vão divulgar os destinos paraibanos numa ação que acontece neste sábado (23) na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Das 9h às 15h, haverá distribuição de material promocional da Paraíba num dos bairros mais tradicionais do Rio e conhecido pelo grande número de pessoas com idade que tem o perfil do turista da melhor idade.
Para a ação, além de um café da manhã, que será oferecido pela PBTUR (Empresa Paraibana de Turismo) no Copacabana Palace, as operadoras de turismo Marsans, Voetur e Visual prepararam material com pacotes e ofertas para apresentar ao público os principais roteiros paraibanos. A ação vai acontecer no quiosque 15, em uma das áreas mais movimentadas e conhecidas da praia de Copacabana.
De acordo com o diretor adjunto da PBTUR, Alberto Carlos, essa ação fecha com chave de ouro a participação da Paraíba no Congresso Brasileiro das Agências de Viagens e Feira das Américas, eventos que estão acontecendo no Riocentro, Rio de Janeiro, desde quarta-feira (20). O estande da Paraíba, instalado numa área com todos os outros Estados nordestinos, tem sido um dos mais movimentados da Feira, que bateu recorde de participação de profissionais da área.
O presidente da Abav Nacional (Associação Brasileira das Agências de Viagens), Carlos Alberto Amorim, divulgou nesta sexta-feira (22) que a Feira deste ano cresceu em 12%, com um público de 236.51 pessoas, a maioria agentes de viagens e operadores de turismo. Os eventos atraíram a participação de 737 expositores de todo o Brasil e de vários países do mundo.
Sobre o programa Viaja Mais Melhor Idade, mais de 500 mil pessoas desta faixa de idade compraram pacotes turísticos em 2010 para diversos estados brasileiros, promovendo a ocupação de hotéis, aviões e receptivo, além de movimentar a economia locais durante a baixa estação.
Secom-PB

Helicoptero com Maranhão e Santiago tem itinerário modificado por causa das chuvas

O governador José Maranhão (PMDB) teve dificuldades em pousar helicóptero em Ouro Velho na tarde deste sábado em razão das fortes chuvas que caíram na região.

Maranhão, que cumpria agenda de campanha, estava acompanhado pelo assessoria Idácio Souto, cinegrafista do Guia e ainda o deputado federal eleito Wilson Filho.

O helicóptero não conseguiu pousar no local previamente indicado em razão da falta de visibilidade. Foi parar num local mais ermo, dentro de um fazenda. Ao final, nada demais.

Houve quem falasse em acidente. Mas não foi nada demais. O governador e equipe refizeram a rota e continuaram a cumprir a agenda de campanha.  

Blog do Luis Torres

PF e PM se desentendem após denúncia de casa com material para distribuição entre eleitores

PF e PM se desentendem após denúncia de casa abrigando material para distribuição com eleitores

Um desentendimento entre um delegado da Polícia Federal e um oficial da Polícia Militar aconteceu na tarde deste sábado em frente a uma residência localizada na Rua Major Belmiro, no Bairro São José, em Campina Grande, cidade localizada na Região da Serra da Borborema.

De acordo com a polícia, o confronto teve início depois de uma denúncia de que na residência estava sendo guardado material como cestas básicas, dinheiro, além de outros produtos para serem distribuídos com eleitores campinenses por um dos candidatos ao Governo do Estado da Paraíba.

O impasse foi formado, tendo a Justiça Eleitoral impedido a entrada dos policiais no interior do imóvel. Depois dos ânimos acalmados, os policiais deixaram o local. Até agora, nada foi confirmado.

Portal Correio

Candidatos ao governo do estado participam de carreatas e comícios neste sábado

Confira a agenda dos candidatos a governador para este sábado: 

Ricardo Coutinho (PSB): Pela manhã, participa de carreata em Mamanguape e Capim. À tarde, a carreata prossegue em Sapé e Mari. Já, à noite participa de comício em Conceição, Itaporanga e Piancó. 

José Maranhão (PMDB): Pela manhã visita o mercado da Torre e faz comício relâmpago em Soledade e Gurjão. Ainda pela manhã, sobrevoa as cidades de São João do Cariri, Parari, São José dos Cordeiros, Coxixola, Congo e Camalaú. À tarde, faz comício relâmpago em São João do Tigre , São Sebastião de Unbuzeiro e Monteiro. Sobrevoa as cidades de Zabelê, Prata e Amparo. A agenda do candidato será finalizada com uma carreata em Teixeira e comícios em Patos e Sousa. 

ClickPB