Quatro bilhetes acertam as dezenas do Prêmio da Mega da Virada


O prêmio da Mega da Virada, sorteado nesta sexta-feira (31), saiu para quatro apostas, nas cidades de Cariacica (ES), Belo Horizonte (MG), Fazenda Rio Grande e Pinhais, ambas no Paraná. O sorteio foi realizado na Praça da República, no Centro de São Paulo.
Confira os números sorteados: 02 - 10 - 34 - 37 - 43 - 50
Os donos vão receber um prêmio de R$ 48.598.800,01.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, 1.561 bilhetes acertaram cinco números e vão receber, cada um, R$ 17.722,09. Outras 94.921 apostas acertaram quatro números e vão receber R$ 416,34.
Ainda segundo a Caixa, se aplicado na poupança, o prêmio renderia R$ 1,24 milhão por mês. O valor é recorde nas loterias brasileiras, segundo a Caixa. Antes, o maior prêmio já pago tinha sido o da Mega da Virada do ano passado, que sorteou R$ 144,9 milhões. Dois acertadores, de São Paulo e Brasília, dividiram o prêmio.

JEFTE NEWS:Mensagem de ano novo para todos os anos

Pessoal, um novo ano vem aí e é sempre uma chance de recomeçar, blá, blá, blá… Todo mundo já cansou de ouvir a mesma ladainha de sempre, as mesmas mensagens de Ano Novo… Só que tem uma coisa: essas mensagens são desejos reais, porém que, sem ATITUDE, vão ser sempre apenas desejos. E para inspirar essa atitude que transforma desejos em realidade para todos nós, escolhi uma mensagem que nos mostra que tudo continua igual, mas pode ser diferente. Depende de nós. Feliz 2011, feliz futuro!

Escolas de todo o país terão aula de música a partir de 2011


Está aberto o período de disputa pelo professor de música devidamente capacitado. Depois que uma lei de 2008 determinou um prazo de três anos para que todas as escolas do país ofereçam educação musical, os licenciados em música têm sido disputados pelo mercado.
“É difícil ter gente preparada para suprir essa demanda”, diz Valerie Albright, coordenadora do cursode música da Unesp. Mas, segundo ela, não é só nas salas de aula que a música tem encontrado espaço.
Quem opta pelo bacharelado em um instrumento musical (violino, violoncelo, bateria, flauta, entre outros) pode atuar em orquestras, bandas e em um mercado de eventos cada vez mais efervescente.
Para os que estudam composição, afirma a professora, tem crescido a procura por profissionais capazes de editar e restaurar partituras encontradas em igrejas antigas.
Paulo Tiné, professor da Santa Marcelina, aponta também a possibilidade de trabalhar em estúdios, com produção de trilhas sonoras e jingles para peças publicitárias e para o cinema. De acordo com Tiné, parcela importante de seus ex-alunos abre ainda escolas próprias de música ou atua na produção de shows.
“O mercado é bastante segmentado. Há muitas opções hoje”, afirma ele.
Apesar das boas perspectivas de emprego, viver de música não é tarefa fácil e exige dedicação desde muito cedo.
No vestibular, além dos exames a que todos os estudantes são submetidos, os candidatos aos cursos de música precisam mostrar suas habilidades em uma prova de aptidão específica.
“A ideia não é dar aula para quem começa do zero”, diz Valerie. Segundo a professora, três anos de experiência no estudo de um instrumento costumam ser suficientes para um bom desempenho na prova prática.
O grau de exigência e a estrutura das provas de aptidão dependem das instituições, mas os exames costumam ser compostos por uma parte teórica, uma de percepção musical e outra prática.
“O aluno deve mostrar, na prova, que sabe tocar o instrumento e que sabe ler partitura”, afirma Tiné.
Folha Online

Casca de banana transformada em pó pode despoluir água

Esnobada por indústrias, restaurantes e até donas de casa, a casca de banana pode em breve dar a volta por cima.

Descobriu-se que, a partir de um pó feito com ela, é possível descontaminar a água com metais pesados de um jeito eficaz e barato.

O projeto é de Milena Boniolo, doutoranda em química pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista), que teve a ideia ao assistir a uma reportagem sobre o desperdício de banana no Brasil.

"Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas por semana. E isso é apenas nos restaurantes", diz a pesquisadora.

Boniolo já trabalhava com estratégias de despoluição da água, mas eram métodos caros --como as nanopartículas magnéticas--, o que inviabilizava o uso em pequenas indústrias.

Com as cascas de banana, não há esse problema. Como o produto tem pouquíssimo interesse comercial, já existem empresas dispostas a simplesmente doá-las.

MASSA CRÍTICA
"Como o volume de sobras de banana é muito grande, as empresas têm gastos para descartar adequadamente esse material. Isso é um incentivo para que elas participem das pesquisas", afirma.

O método de despoluição se aproveita de um dos princípios básicos da química: os opostos se atraem.

Na casca da banana, há grande quantidade de moléculas carregadas negativamente. Elas conseguem atrair os metais pesados, positivamente carregados.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso potencializar essas propriedades na banana. Isso é feito de forma bastante simples e quase sem gastos de energia.

"Eu comecei fazendo em casa. É realmente muito fácil", diz Boniolo.

As cascas de banana são colocadas em assadeiras e ficam secando ao sol durante quase uma semana. Esse material é então triturado e, depois, passa por uma peneira especial. Isso garante que as partículas sejam uniformes.

O resultado é um pó finíssimo, que é adicionado à água contaminada. Para cada 100 ml a serem despoluídos, usa-se cerca de 5 mg do pó de banana.

Em laboratório, o índice de descontaminação foi de no mínimo 65% a cada vez que a água passava pelo processo. Ou seja: se for colocado em prática repetidas vezes, é possível chegar a níveis altos de "limpeza".

O projeto, que foi apresentado na dissertação de mestrado da pesquisadora no Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), foi pensado com urânio.

Mas, segundo Boniolo, é eficaz também com outros metais, como cádmio, chumbo e níquel --muito usados na indústria. Além de convites para apresentar a ideia no Brasil e na Inglaterra, a química também ganhou o Prêmio Jovem Cientista.

Agora, segundo ela, é preciso encontrar parceiros para viabilizar o uso da técnica em escala industrial.

Folha

Presidência aluga Cadillac por R$ 4 mil para posse do vice-presidente


Além do tradicional Rolls Royce presidencial que desfilará com a futura presidente Dilma Rousseff, os amantes de carros poderão conferir na cerimônia de amanhã, em Brasília, mais uma relíquia automobilística: um Cadillac preto, conversível, de 1968. Este será o modelo que conduzirá o vice-presidente Michel Temer durante a solenidade de posse. O locatário e propriedade, Fernando Antônio Marques, deixará seu veículo à disposição da Presidência da República por até quatro dias pelo valor de R$ 4 mil.

O modelo Deville (conversível) foi projetado para atender as normas de emissão de gases do governo que entraram em vigor no ano de 1968 e é considerado um clássico americano. No cinema, a linha da Cadillac figurou como o sonho e a realização de consumo de diversos protagonistas. O cantor e ator Elvis Presley, por exemplo, era um dos fãs do modelo que marcou gerações.

Mas o governo brasileiro não se preocupou apenas com o conforto e majestade dos dois principais políticos do Brasil nos próximos quatro anos. No último dia 29 o órgão comprometeu R$ 500 mil para a locação de veículos que “devem atender as necessidades de transporte de autoridades estrangeiras e suas comitivas, por ocasião da posse presidencial".
Se meu Rolls Royce falasse

Poucos conseguiram acompanhar todas as solenidades de posse nas últimas décadas. A origem do Rolls Royce presidencial é cheia de histórias, que se tornaram lendas. Por muito tempo, dizia-se que o carro fora um presente da rainha Elizabeth II, da Inglaterra. Outros diziam que um grupo de empresários cafeeiros havia dado o veículo de presente ao presidente Getúlio Vargas, primeiro a utilizá-lo. Vargas teria doado o carro à Presidência da República.

O fato é que o Rolls Royce presidencial desfilou não só com presidentes brasileiros, como também o ex-presidente peruano, general Manoel Odria, o ex-presidente francês Charles de Gaulle e a rainha da Inglaterra, Elizabeth II. A relíquia é uma verdadeira testemunha da história do país. O suntuoso modelo Silver Wraith (Espectro de Prata) conversível serve à presidência da República há pelo menos cinco décadas. 


Contas Abertas

Ano novo começa com previsão de chuvas isoladas em alguns municípios paraibanos



Segundo o meteorologista Rodrigo Cézar Limeira, o calor associado à presença de uma frente fria no sul da Bahia devem contribuir para atuação de áreas de instabilidade no interior da Paraíba.

Desde a quarta-feira (29), as condições do tempo começaram a mudar com a elevação da umidade do ar e conseqüente aumento da sensação térmica de calor.

Assim, a previsão é que ocorram chuvas isoladas entre os dias 31 de dezembro e 03 de janeiro em alguns municípios do semiárido paraibano.

Em vários municípios da região choveu acima da média no mês de dezembro, esta tendência deve se manter para o mês de janeiro segundo as previsões do meteorologista.

Equipepatosonline

Mega da Virada já registra mais de 217 milhões de apostas, diz Caixa

Mega da Virada já registra mais de 217 milhões de apostas, diz Caixa
Até esta sexta-feira (31), a Mega da Virada já registrou mais de 217 milhões de apostas, segundo a Caixa Econômica Federal. As lotéricas registram, em média, nesta sexta, 16 milhões de apostas por hora. A corrida para garantir o prêmio de R$ 200 milhões, no entanto, termina às 14h (horário de Brasília). O sorteio da Mega da Virada acontece a partir das 20h (horário de Brasília), na Praça da República, no Centro de São Paulo, e será transmitido ao vivo pela TV Globo. 


A aposta simples da Mega da Virada, assim como a Mega-Sena tradicional, custa R$ 2. Com essa aposta, de seis dezenas, o apostador tem uma chance em 50.063.860 de faturar a bolada.

De acordo com a Caixa, o prêmio especial não tem chances de acumular. Ele será pago para quem acertar as seis dezenas da faixa principal. Caso não haja um sortudo, ganha quem acertar as cinco ou as quatro dezenas. Se aplicado na poupança, o prêmio de R$ 200 milhões pode render cerca de R$ 1,28 milhão por mês. 

O prêmio pago na Mega da Virada é resultado do acúmulo de 5% do total destinado aos prêmios de cada concurso durante o ano, somado à arrecadação feita especificamente para o concurso especial. No ano passado, o concurso pagou o maior prêmio da história da Mega-Sena até então, no valor de R$ 144,9 milhões. A bolada foi dividida entre duas apostas. 

Volume de apostas 
Até quinta-feira (30) a Mega da Virada havia arrecadado cerca de R$ 411,6 milhões em apostas. Só ontem, as vendas alcançaram R$ 86,9 milhões, com cerca de 14,7 milhões de bilhetes emitidos e 173,8 milhões de apostas. 

Com as apostas desta sexta, segundo a Caixa, foram superados os 217,6 milhões de apostas realizadas na Mega da Virada de 2009. A quantidade de bilhetes emitidos cresceu 17,1% em relação ao ano passado, e soma, até agora, agora 68 milhões. 

G1

Incra moderniza serviços cadastrais em parceria com municípios paraibanos

A Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na Paraíba está promovendo ações para modernizar o serviço de Cadastro de Imóveis Rurais e dar mais autonomia às Unidades Municipais de Cadastramento (UMCs) que a autarquia mantém juntamente com mais de 100 municípios paraibanos. De acordo com o superintendente regional do Incra-PB, Marcos Faro, os termos de cooperação técnica (TCTs) assinados com as Prefeituras Municipais foram revistos e ajustados para adequá-los à nova política nacional de modernização e descentralização do serviço de Cadastro de Imóveis Rurais, que também possibilitou, desde dezembro de 2009, a emissão gratuita do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) pela internet no site do Incra (www.incra.gov.br).
As ações de adequação da rede de UMCs estão sendo realizadas em regime de mutirão pelos servidores do Serviço de Cadastro Rural da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra-PB. Vinte e nove Prefeituras Municipais já assinaram os novos TCTs, que determinam que os representantes das UMCs sejam exclusivamente servidores do quadro municipal e/ou ocupantes de cargos comissionados.
Os representantes de seis destas UMCs, que funcionam nos municípios de Lagoa Seca, Patos, Pombal, Santa Luzia, São José de Piranhas e Sousa, analisam e digitam Cadastros de Imóveis Rurais com área de até quatro módulos fiscais. Apenas em casos onde os imóveis possuem área superior a este limite os documentos são remetidos para a sede do Incra-PB, em João Pessoa, onde os dados são analisados e digitados.  
Outros 27 municípios devem firmar em breve novos TCTs com o Incra-PB, mas seus representantes já foram capacitados por servidores do Serviço de Cadastro Rural, no primeiro semestre de 2010, para digitar os formulários para emissão do CCIR.
“Nos treinamentos foram priorizados os municípios do sertão, devido à dificuldade, em especial dos pequenos proprietários de terras, de se deslocarem para esta Capital com o objetivo de cadastrar seus imóveis rurais”, explicou Marcos Faro.
De acordo com Lúcia Maria Sousa da Silva, chefe da Divisão de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra-PB, é importante que as Prefeituras Municipais procurem firmar os novos TCTs com a autarquia para que suas UMCs possam continuar recebendo e enviando ao Incra os dados dos proprietários rurais para emissão do CCIR.
Descentralização
A intenção do Incra-PB é ampliar o número de UMCs de modo a atingir a totalidade dos municípios paraibanos e descentralizar o serviço de Cadastro de Imóveis Rurais, conferindo mais eficiência e rapidez ao trabalho de Ordenamento da Estrutura Fundiária desenvolvido pelo Instituto.
As Superintendências Regionais do Incra não possuem representação em cada município dos Estados para recepcionar as Declarações para Cadastro de Imóveis Rurais. Por esta razão, a autarquia vem mantendo as UMCs desde 1972, por meio de acordos e outros instrumentos legais, com as Prefeituras Municipais, sem qualquer ônus para o Incra.
Cadastro Rural
O CCIR, emitido pelo Incra, é um documento indispensável a diversas transações imobiliárias, como transmissão por venda, desmembramento, remembramento, herança e até financiamentos bancários. As informações sobre todos os imóveis rurais do país ficam armazenadas no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR).
As UMCs são setores das prefeituras que, após firmarem termos de cooperação técnica com o Incra, estão legalmente habilitadas para receber os documentos necessários para cadastrar os imóveis (formulários do Incra, documentação do imóvel, identidade e CPF dos proprietários), emissão do CCIR e inclusão dos dados no SNCR. O serviço oferecido pelas UMCs faz com que os proprietários não precisem mais se deslocar até o Incra para atualizar o cadastro e obter documentos como o CCIR.
Para que uma UMC seja instalada, a Prefeitura deve comunicar a demanda ao Incra e formalizar o acordo em um termo de cooperação. Prefeituras interessadas deverão entrar em contato pelo telefone (83) 3049-9234.
Ascom Incra-PB

Mega-Sena principal premiou seis paraibanos em 14 anos

Mega-Sena

Quem sonha com os R$ 200 milhões da Mega da Virada, mas não se anima a jogar porque tem a impressão de que só apostadores de lugares desconhecidos levam as boladas, agora, não tem mais motivos para ficar sem apostar. Segundo dados da Caixa. Econômica Federal, São Paulo é o estado onde foram registradas mais apostas vencedoras do prêmio principal da Mega-Sena. Desde o início da loteria, em 1996, 112 bilhetes de São Paulo acertaram as seis dezenas da faixa principal.
Aliás, os grandes vencedores da Mega da Virada do ano passado foram justamente dois bilhetes registrados em São Paulo e no Distrito Federal e com apostas simples, de seis números.
Segundo dados da Caixa, Minas Gerais e Rio de Janeiro ocupam, respectivamente, o segundo e terceiro lugar no ranking de estados que mais ganharam prêmios principais. Em Minas, foram registrados 41 bilhetes com as seis dezenas sorteadas e, no Rio, foram feitas 38 apostas premiadas.
O superintendente nacional de loterias da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê, explicou ao G1 que as estatísticas acompanham a proporção de apostadores.
“São Paulo é o primeiro estado brasileiro em termos de população e, consequentemente, possui uma quantidade maior de pessoas que jogam. É o primeiro estado em arrecadação de loterias, bem a frente de Minas e do Rio, que têm números próximos”, afirmou.
De acordo com dados da Caixa, de janeiro a novembro de 2010, São Paulo captou R$ 1,2 bilhão em apostas da Mega-Sena. Já o Rio de Janeiro arrecadou R$ 400 milhões e Minas Gerais, R$ 375 milhões com essa loteria.
Como exemplo da proporcionalidade, Derziê também cita Roraima e Amapá, que são os últimos no ranking de arrecação e também nunca tiveram ganhadores do prêmio principal.
Venda per capita
O Distrito Federal é o principal destaque do ranking. Apesar da população reduzida e, consequentemente, do menor número de apostadores, ocupa o sexto lugar com o registro de 19 bilhetes premiados - à frente de estados maiores, como a Bahia.
“Levando em conta a população de cerca de 2,5 milhões de pessoas e o valor de R$ 114,5 milhões de arrecadação com a Mega-Sena entre janeiro e novembro, o Distrito Federal se destaca como o local de venda per capita mais elevada do país. Isso significa que cada morador, em média, apostou R$ 44,68 neste ano”, disse.
De acordo com Derziê, São Paulo é o segundo local com maior venda de bilhetes da Mega-Sena per capita, onde cada morador despendeu R$ 30,15. Santa Catarina é o terceiro, com R$ 26,05 aplicados por pessoa em apostas da Mega-Sena, seguido pelo Rio de Janeiro, onde cada morador empregou R$ 25,06.
Apesar de Minas Gerais ocupar o terceiro lugar em termos de arrecadação total da Mega-Sena, com R$ 375 milhões, a venda per capita cai para a nona posição. No estado, cada morador emprega R$ 19,15 em apostas da Mega-Sena. “A população é muito numerosa, mas até que são feitos muitos jogos proporcionalmente, tanto que Minas está bem posicionada quanto ao número de apostas vencedoras, no segundo lugar”, afirma.
Estatísticas
No verso do próprio volante de apostas está explicado que quem aposta mais números tem mais chances de ganhar. Mas, na prática, isso não corresponde à realidade, pois as apostas simples, de seis números, são as grandes vencedoras.
“A maioria dos apostadores joga seis números apenas. Nós estimamos que 90% das apostas feitas na Mega-Sena são simples. Na minha percepção, ganha quem está com sorte, mesmo apostando só seis números”, afirmou Derziê.
Confira o ranking dos Estados com maior número de ganhadores de prêmios principais:
EstadosApostas
vencedoras
São Paulo112
Minas Gerais41
Rio de Janeiro38
Paraná27
Rio Grande do Sul21
Distrito Federal19
Bahia14
Pernambuco14
Santa Catarina14
Ceará10
Rio Grande do Norte8
Goiás7
Mato Grosso do Sul6
Paraíba6
Espírito Santo6
Rondônia6
Mato Grosso5
Amazonas4
Maranhão3
Sergipe3
Pará5
Piauí2
Acre1
Tocantins1
Alagoas1

*estados não mencionados não tiveram ganhadores
Confira dados dos maiores prêmios da Mega-Sena:
Maiores PrêmiosConcursos regularesApostas
R$ 119 milhõesconcurso 1.220, de outubro de 20101 aposta simples
R$ 92,5 milhõesconcurso 1.211, de setembro de 20104 apostas simples e
três apostas de 7 dezenas
R$ 72,7 milhõesconcurso 1.157, de fevereiro de 20104 apostas simples
* sem considerar a Mega-Sena da Virada, que sorteou R$ 144,9 milhões em 31 de dezembro de 2009.
G1