Meteorologista alerta que a estação chuvosa do semiárido ainda não começou



Segundo o meteorologista Rodrigo Cézar Limeira, as precipitações que estão ocorrendo agora no semiárido paraibano, ainda não constituem o período chuvoso da região.

Esse alerta vale principalmente para os agricultores, que devem ter paciência, pois a estação das chuvas só deve começar entre o fim de fevereiro e inicio de março.

As precipitações recentes são típicas dos meses de dezembro e janeiro, meses que constituem a pré-estação chuvosa do setor norte do nordeste, elas representam apenas a aparição das primeiras chuvas no semiárido, mas não fazem parte do período chuvoso normal.

A regularidade e melhor distribuição das chuvas no setor norte do nordeste devem ocorrer, este ano, só a partir de março, mês em que o Oceano Atlântico Sul Tropical apresenta-se em média mais quente.

O meteorologista Rodrigo Cézar Limeira continua prevendo chuvas acima da média para o período de fevereiro a maio, mantendo os prognósticos que vem fazendo desde outubro do ano passado.

Duas previsões suas já se confirmaram, a de chuvas acima da média em dezembro e janeiro, mesmo contrariando as previsões dos institutos de pesquisa.

Equipepatosonline.com

Hospital de Santa Luzia sem médico e sem alimentação



Com Reportagem e Direção de Henrique Melo
Imagens: Anchieta Lima
Edição: Sidney Silva

Longe da Presidência, Lula ganhará R$ 200 mil por palestra a partir de março

Agora fora do poder, Lula começará a fazer palestras a partir de março. Estima-se que o cachê por evento deva superar R$ 200 mil (os convites são mantidos em sigilo). Até lá, escolherá a dedo os eventos que lhe interessam.

O ex-presidente já confirmou presença no aniversário de 31 anos do PT, em fevereiro, em Brasília. Ele voltará a ser presidente de honra do partido, mas sem remuneração pelo cargo.

Lula também é esperado para o Fórum Social Mundial (6 a 11 de fevereiro), no Senegal --sua primeira viagem internacional pós-Planalto.

Nos próximos meses, o ex-presidente também se dedicará à criação do Instituto Lula, na capital, e de seu memorial, talvez em São Bernardo. Enquanto a nova entidade não fica pronta, Lula voltará ao Instituto Cidadania, esvaziado desde sua eleição.

Folha.com

Explosões fecham 15 agências e crimes desafiam as autoridades

Um tipo de crime difícil de ser combatido, que impressiona e desafia as autoridades da área de segurança pública. Os ataques com dinamites e explosões nas agências bancárias da Paraíba causaram, somente em 2010, um prejuízo superior a R$ 6 milhões apenas com o dinheiro levado ou destruído pelos assaltantes durante as ações.
Este ano, a incidência dos casos aumentou e a polícia ainda não possui estimativas de quanto os bandidos teriam conseguido roubar das agências. No entanto, os danos à sociedade são bem mais profundos: pelo menos 15 agências e postos de atendimento bancários localizados em 15 cidades paraibanas, que correspondem a uma população superior a 118 mil pessoas, estão hoje fechadas temporariamente.
Na maior parte dos ataques, as explosões provocaram a destruição de praticamente toda a estrutura dos caixas eletrônicos, e das paredes das agências e postos de atendimento onde os equipamentos funcionavam. Morador do município de Barra de Santana, que possui mais de oito mil habitantes, o aposentado Francisco Ernesto Rodrigues, 54 anos, descreve as dificuldades trazidas para ele e mais centenas de pessoas que utilizavam o estabelecimento para depositar, pagar as contas e retirar dinheiro.
"Hoje o pessoal todo está indo receber em Boqueirão. Quem precisa do banco aqui não tem como, só através dos Correios. Mas até de ir lá dá medo porque lá também já foi assaltado. Tem gente que sai da zona rural no dia de pagamento e tem de pagar frete de carro para ir pra fora e receber os benefícios", relatou o agricultor.
O caso da agência bancária do município é ‘emblemático'. Embora tenha sido o primeiro a ser destruído, no dia 7 de janeiro de 2010, o prédio ainda não foi reformado e continua fechado, causando transtornos à população pelo não funcionamento da agência. Já na cidade de Boa Vista, também no Cariri, o cenário encontrado 380 dias depois da explosão da agência do Bradesco é semelhante. As portas dos estabelecimento ainda estão fechadas com madeira e os moradores lamentam a falta de atendimento.
Durante todo o ano passado, os criminosos explodiram 26 agências e postos de atendimento bancários na Paraíba, sendo a primeira delas o banco do Brasil da cidade de Barra de Santana, no Cariri do Estado, no dia 7 de janeiro; foi a única no mês de janeiro de 2010. Este ano, porém, a audácia e a ganância dos assaltantes parece ter aumentado e já foram registradas sete ocorrências desse tipo de crime, um crescimento de 700%.
O último ataque foi registrado na cidade de Casserengue, no Agreste do Estado. Um Posto de Atendimento Avançando do Bradesco (PAA) foi destruído durante a madrugada do dia 17 deste mês, quando quatro homens fortemente armados e encapuzados chegaram no local em uma picape preta, invadiram o estabelecimento e explodiram o único caixa eletrônico existente no local.
Para o presidente interino do Sindicato dos Bancários da região de Campina Grande, Esdras Luciano, faltam mais investimento na área de segurança pública e ações por parte das instituições bancárias. Diante da dimensão do problema a categoria tenta agora aprovar leis municipais e na esfera estadual que possibilitem uma maior segurança no interior e na saída das agências.
"Os sindicatos já entraram com ações na Justiça e provocamos audiências públicas para debater essa questão das explosões e dos assaltos, e há um processo no Ministério Público Federal. Mas os bancos dizem que cumprem a legislação em vigor; agora nós estamos tentando criar normas que melhorem os itens de segurança dos bancos para minimizarmos esses casos", assinalou. 
João Paulo Medeiros/JornaldaParaíba

Ivete Sangalo descobre rombo de 60 milhões em sua empresa, afasta o irmão e pode demitir 70

Ivete Sangalo descobre rombo de 60 milhões em sua empresa, afasta o irmão e pode demitir 70
A cantora baiana Ivete Sangalo pode ser boa de palco, talentosíssima, simpaticíssima e tudo mais, mas tem se revelado um desastre na administração dos negócios.
Sua empresa Caco de Telha acumula prejuízos da ordem de 60 milhões por ter chutado a bola pra fora ao investir nos shows de Beyoncé e Black Eyed Peas, uma aventura empresarial coordenada pelo irmão da musa, que atende pelo nome de Jesus, mas não faz milagre.
Detalhe: a moça afastou o irmão dos negócios e tomou-lhe a chave do cofre.
Se de um lado Ivete ganha dinheiro de rodo nos inúmeros shows e micaretas Brasil afora, de outro parece meio atrapalhanda no gerenciamento do money.
Segundo nota publicada hoje na coluna do jornalista Cláudio Humberto, ela é tão generosa que emprega 70 pessoas, que em sua maioria são parentes, amigos e até ex-namorados.
Como Ivete vai se recuperar essa bolada eu nem imagino, mas com certeza para evitar a quebradeira vai ter que "deixar a chuva passar e o sol abrir".
BlogdoDercio

Edital do concurso dos Correios sairá nesta segunda-feira


Está prevista para amanhã a publicação do edital do concurso que a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) deve realizar este ano. Serão oferecidas 8 mil vagas. De acordo com a estatal, a expectativa é realizar as etapas previstas no edital até o final do primeiro semestre. Todas as fases do concurso serão acompanhadas pela Polícia Federal.

Os candidatos inscritos no concurso anterior para 6.565 vagas e que foi revogado em dezembro do ano passado deverão comparecer até o dia 11 de abril a uma agência própria da estatal, das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 13h aos sábados, para receber a devolução da taxa de inscrição. Os valores variam de R$ 30 a R$ 60, de acordo com o cargo.

Os candidatos deverão comparecer às agências com documento oficial de identidade com foto (o mesmo utilizado na inscrição) e o comprovante de inscrição, se possível.

Em caso de o candidato ter feito a inscrição pela internet, ele deve ainda informar o número do CPF e também da identidade.

Se a inscrição foi feita por meio de procuração, o candidato deve apresentar cópia da procuração utilizada na inscrição, cópia do documento oficial de identidade do procurador e ainda o documento de identidade original do candidato.

Os Correios recomendam que o candidato peça o dinheiro de volta, pois o novo concurso exigirá pagamento de uma nova taxa. A estatal não informou se os valores serão os mesmos do concurso que foi revogado.

Informações adicionais podem ser obtidas pela Central de Atendimento dos Correios, nos telefones 3003-0100 (para capitais e regiões metropolitanas) e 0800-725-7282 (para as demais localidades).


Correio da Paraíba

Prefeitura paraibana decide pagar salário mínimo acima do fixado pelo Governo Federal

A Prefeitura de Boa Vista, no Cariri paraibano, vai pagar acima do salário mínimo aos servidores públicos. No próximo dia 28, o funcionalismo receberá os vencimentos de janeiro. O piso será de R$ 550,00, o que representa um reajuste de 7,8% em relação ao salário de dezembro de 2010 o qual foi de R$ 510,00.

O mesmo percentual beneficiará a quem percebe acima do salário mínimo. Por sua vez, os professores e o pessoal da Educação terão um aumento de 12% nos contracheques.

O governo federal anunciou que o piso, a partir de janeiro, será de R$ 545,00. "Fizemos as projeções das receitas e despesas e decidimos pagar o salário base na ordem de R$ 550,00 e também estender o mesmo reajuste para quem ganha acima do mínimo", explicou o prefeito Edvan Leite (PSDB), o qual prevê o aumento nos gastos de pessoal em R$ 500 mil no ano.

Quanto aos professores, ele explicou que as estimativas do Ministério da Educação é de um aumento nos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). "Com o aumento dos valores do fundo, fizemos os cálculos e resolvemos conceder um reajuste de 12% ao magistério público municipal", esclareceu.

A exemplo do que ocorreu em 2010, o prefeito Edvan

Leite vai pagar a metade do 13º salário em junho. Na primeira quinzena de dezembro, quitará a outra metade da gratificação natalina. "Neste ano, como nos demais, pagaremos a folha de pessoal dentro do mês trabalhado pois o servidor é uma das nossas prioridades", garantiu Edvan.

Jornal da Paraíba

Paraibano entra na lista dos mais bem sucedidos do Brasil

Paraibano entra na lista dos mais bem sucedidos do Brasil
PRESTÍGIO: empresário paraibano é incluido pela imprensa nacional em lista dos mais bem sucedidos do Brasil; biografia profissional foi destaque

O empresário paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade foi destacado pelo portal Terra, nesta semana. Em matéria que relata qual foi o primeiro emprego dos homens mais bem sucedidos do Brasil, o nordestino foi incluído na lista por sua ascensão no ramo automobilístico.
Biografia

Carlos Alberto de Oliveira Andrade é quem mais vende carros no País e, após ter investido R$ 300 milhões, começou a produzir os seus modelos associado à Hyundai. Nasceu assim a mais recente montadora nacional.

Esse “Henry Ford” brasileiro aprendeu a ser empresário muito cedo. Décimo-primeiro filho de uma família de 17 irmãos, ele se viu forçado a abandonar o colégio Marista, em Campina Grande (PB), quando tinha 15 anos, em função de dificuldades financeiras. Sem pensar duas vezes, decidiu descer para São Paulo, onde foi morar na Associação Cristã de Moços. Para juntar dinheiro, Carlos Alberto montou um pequeno quiosque na ACM, onde vendia de tudo: frutas, biscoitos, cigarros e assim por diante. “Foi lá que eu aprendi a ser vendedor”, diz ele. Graças a esse trabalho, ele conseguiu pagar os estudos e entrar na Faculdade de Medicina, em Recife. Uma vez formado, Carlos Alberto voltou para Campina Grande e começou a juntar dinheiro como o principal cirurgião da cidade. A história só mudou em 1979, quando ele comprou um Landau novo em folha, que era seu sonho de consumo. Orgulhoso, dirigiu até Recife e foi mostrar a máquina a um dos irmãos, que fez pouco caso, dizendo que o carro era até bom, mas não era automático. Carlos Alberto voltou a Campina Grande, vendeu o Landau mecânico e comprou um automático. O revendedor Ford da cidade, no entanto, não entregou o modelo. Estava à beira da falência. E a concessionária Vepel – esse era o nome – só não fechou porque Carlos Alberto decidiu comprá-la para salvar o Landau. Foi assim que o médico virou empresário.

O que aconteceu depois fez surgir um mito na indústria automobilística: o do vendedor insuperável. Aquela Vepel que antes comercializava 30 carros por mês triplicou seu volume de vendas em menos de dois meses. A Ford não só percebeu que havia algo de diferente ali como mandou alguns executivos a Campina Grande. Em seguida, Carlos Alberto foi convidado a analisar a compra de uma concessionária que ia mal das pernas no Recife – tempos depois, o mesmo fenômeno de multiplicação das vendas se repetiu. “Eles achavam que eu tinha um segredo, mas a minha lógica era simples”, diz ele. “Quem entra numa revenda, quer comprar um carro e eu não deixava ninguém sair sem antes fechar um negócio”. Uma história da qual Carlos Alberto jamais se esquece foi a de um sujeito sujo e maltrapilho que entrou na loja de Campina Grande carregando um saco de pão. Julgando o cliente pela aparência, os vendedores ficaram sentados. Carlos Alberto se levantou e foi até ele. O saco de pão era, na verdade, um saco cheio de dinheiro e dois automóveis foram vendidos de uma só vez. “Não conheço ninguém no mundo que tenha tanta habilidade para vender como ele”, diz um diretor da Ford, que preferiu não se identificar para não ferir susceptibilidades.

Em pouco mais de seis anos de vida empresarial, Carlos Alberto já era o maior revendedor Ford na América Latina. Foi também a convite da multinacional que ele veio para São Paulo, nos anos 80, com a missão de recuperar concessionárias problemáticas. E assim nasceu o grupo CAOA, que, hoje, tem um volume de vendas da ordem de R$ 1,5 bilhão por ano. Além da Ford, Carlos Alberto também tem revendas Subaru, que comprou de Benjamin Steinbruch, e é importador exclusivo da Hyundai. E foi com os coreanos que ele conseguiu realizar o sonho de ter uma fábrica própria. A oportunidade surgiu no fim dos anos 90, quando o senador Antônio Carlos Magalhães propôs uma lei de incentivos para Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com o objetivo de levar a Ford para a Bahia. Nesse novo regime automotivo, que conta com uma série de incentivos fiscais, 42 projetos foram apresentados. No entanto, só o da CAOA vingou e foi aprovado pelo Ministério do Desenvolvimento.

O estilo agressivo de Carlos Alberto, naturalmente, também gerou inimizades. Entre os concorrentes, muitos o vêem com um misto de desdém e inveja. Alguns, protegidos pelo anonimato, o qualificam até como “predador”. O dono do grupo CAOA, alheio às intrigas, também já comprou brigas com gigantes – a maior delas, com a Renault. No início dos anos 90, ele era importador exclusivo da marca francesa e quase se associou com os franceses na construção da fábrica no Paraná. No fim, acordou-se que ele teria exclusividade de vendas numa área que representava cerca de 60% do mercado nacional, mas o contrato foi rompido de forma unilateral pela Renault. O caso parou na Justiça e o que se discute agora é o valor da indenização a ser paga ao grupo CAOA. Embora Carlos Alberto não diga isso abertamente, uma de suas motivações com a fábrica Hyundai é superar, em vendas, a rival Renault.

“A fábrica também foi feita com todo o cuidado ambiental”, diz Miguel Horzath, diretor de operações da multinacional alemã Dürr, que foi responsável pela construção da linha de montagem. Um dos diferenciais é um processo chamado RTO, que produz a queima de todos os gases e reduz a praticamente zero a emissão de poluentes. “O que temos hoje em Anápolis é o estado da arte em matéria de tecnologia”, diz Horzath, que também montou uma fábrica da Hyundai no Alabama, nos Estados Unidos. “É uma de nossas melhores fábricas no mundo”, enfatiza o coreano Kim Tae-Hyub, que é um dos responsáveis pela qualidade da produção em Anápolis. E o sonhador Carlos Alberto já realizou mais um sonho: guardou para ele o primeiro carro produzido na fábrica, ou melhor, para um museu que pretende construir no próprio terreno da fábrica.
 

Luis Alberto Guedes

Antecipou: Sai lista de aprovados no SiSU; clique e confira

O Ministério da Educação divulgou neste domingo (23) a lista de aprovados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (SiSU). Foram selecionados 82.949 candidatos, segundo o ministério. A divulgação estava prevista para esta segunda-feira (24).
Foram oferecidas 83.125 vagas em 83 instituições públicas de educação superior.
Segundo o MEC, entre 16 e 20 de janeiro, o SiSU registrou 2.020.157 inscrições, feitas por 1.080.194 candidatos. O número de inscritos cerca de terço do total de candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2010.
Os aprovados têm os dias 27, 28 e 31 de janeiro para fazer matrícula na instituição de ensino para a qual foram selecionados.
A documentação necessária pode ser consultada pelo boletim individual, disponível no sistema, e na própria instituição.
Após esse prazo, se ainda houver vagas disponíveis, serão feitas duas outras chamadas para convocação dos candidatos aprovados. Outras duas chamadas estão previstas, uma para 4 de fevereiro, que terá matrículas em 8 e 9 de fevereiro, e outra para 13 de fevereiro, com matrícula em 15 e 16 de fevereiro.
Os estudantes que foram selecionados, nesta primeira chamada, em sua primeira opção de inscrição não serão convocados nas chamadas posteriores — nem mesmo aqueles que não fizeram a matrícula.
Ao fim das três chamadas, caso ainda haja vagas, as instituições convocarão os candidatos a partir da lista de espera gerada pelo sistema. Os estudantes terão de declarar interesse em participar da lista de espera entre 13 e 17 de fevereiro.
Lentidão
Esta edição do SiSU, a terceira desde o início de 2010, foi marcada pela lentidão no sistema e reclamações de estudantes sobre a dificuldade para se inscreverem.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que precisará reforçar a infraestrutura da área de tecnologia da informação do ministério, mas negou que os problemas com o SiSU tenham sido motivados por falta de planejamento.
Na sexta-feira (21), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) cassou todas as liminares que garantiam o acesso de alunos às redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e prorrogavam a inscrição no Sistema de Seleção Unificada (SiSU).
A decisão pode ser questionada no plenário do STJ, mas um eventual recurso só poderá ser julgado em fevereiro, quando termina o recesso judiciário.
G1