Muricy Ramalho não é mais técnico do Fluminense

O técnico Muricy Ramalho deixou o comando do time do Fluminense. O anúncio de sua saída foi feito na noite deste domingo, após o empate em 0 a 0 com Flamengo, no Engenhão. Ele já vinha enfrentando questionamentos por causa da campanha irregular nesta temporada, em especial na Copa Libertadores e sua relação com a diretoria tricolor já não era das melhores.

Ele deixa a equipe de Laranjeiras após 54 jogos, passagem que teve como maior destaque a conquista do Campeonato Brasileiro de 2010, o que não acontecia desde 1984. No total, foram 28 vitórias, 15 empates e 11 derrotas. A crise em 2011 se agravou após a eliminação na semifinal da Taça Guanabara contra o Boavista, nos pênaltis.O agora ex-treinador do Flu fazia críticas em relação à estrutura do clube.
As razões de sua saída foram explicadas em nota divulgada por sua assessoria de imprensa, a seguir:
"Tomei esta decisão há alguns dias, mas devido ao clássico de hoje, achei correto esperar o jogo. Quando cheguei ao clube foram prometidas duas condições: uma equipe para ser campeã e a melhoria na estrutura física do clube. O primeiro foi conquistado com o título do Campeonato Brasileiro de 2010, e o segundo, a melhoria na estrutura, não foi realizada. Quero muito agradecer a todos que trabalharam comigo durante esse período e dizer que meu ciclo foi encerrado no clube. Quero agradecer também a Unimed, através de seu presidente Celso Barros, parceiro em todos os momentos, pelo apoio recebido durante todo o meu trabalho, e ao Alcides Antunes, que batalhou junto. O agradecimento especial é para torcida do Fluminense pelo total apoio enquanto comandei o time. Desejo muito sorte e sucesso a diretoria, a equipe, aos funcionários e torcida".

Paraíba terá 861 vagas de emprego para a Páscoa


Para quem está em busca de um emprego, o tempo é de agarrar as oportunidades que surgem para a Páscoa. Tudo bem que as vagas são, a princípio, temporárias, mas a expectativa é que 28% dos contratados sejam efetivados. É o que diz uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem).
Na Paraíba serão abertas 861 vagas de emprego para o período, que só perde para o Natal, em relação às vendas de chocolate, segundo a associação.
O preenchimento das vagas seguirá, como sempre, alguns requisitos. A preferência será para candidatos entre 18 e 30 anos, que tenha ensino médio completo, criatividade, organização e bom relacionamento com o público. A remuneração pode chegar a R$ 1,5 mil.
A expectativa da Asserttem é que no comércio, 55% das vagas ofertadas sejam conquistadas pelas mulheres; na indústria, De acordo com o presidente da Asserttem, Vander Morales, a comemoração da Páscoa no final de abril favorece – e muito – as vendas de chocolate.
“Quanto mais longe de janeiro, mais distantes das despesas de início de ano, que comprometem o orçamento e fazem com que os consumidores repensem os gastos”, declara.
Com base nessa premissa, nas indústrias, a produção de ovos de Páscoa está acelerada. Em todo o país já foram gerados cerca de 25 mil pessoas até o momento. Este ano, segundo a Asserttem, a figura do promotor de vendas será essencial, pois haverá muita novidade: 80% dos produtos de Páscoa são lançamentos.
As oportunidades na indústria são para auxiliar de produção, auxiliar de expedição, motorista, entregador, auxiliar de cozinha, promotor de vendas, estoquista e operador de empilhadeira. Já no comércio, as vagas são para balconista, vendedor, degustador, demonstrador e repositor. Na indústria a maioria das vagas deve ficar com os homens, e no comércio, com as mulheres.
Jornal da Paraíba

Eleitor tem até 14 de abril para regularizar o título


Quem completar três eleições sem votar terá o documento cancelado
Termina no dia 14 de abril o prazo para os eleitores faltosos possam regularizar sua situação. Quem não votou nem justificou ausência nos últimos três pleitos deve procurar o cartório eleitoral até essa data ou terá o título de eleitor cancelado.
Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apenas 1,4% dos faltosos procuraram um cartório eleitoral. Em todo o Brasil, cerca de um milhão e meio de eleitores correm o risco de ter o título cancelado. É possível consultar a situação do documento na página do TSE na internet.
Cada turno é contado como uma eleição diferente. Também são contadas como faltas os pleitos municipais, suplementares e os referendos. Não são computadas as eleições que tiverem sido anuladas por determinação da Justiça.
Ainda de acordo com o TSE, o Estado que tem mais pessoas com títulos pendentes é Minas Gerais, com 4.665 eleitores. São Paulo é o maior colégio eleitoral do país e registrou 350.816 faltosos. Destes, 4.327 já
A atualização cadastral ocorre sempre no ano posterior às eleições. Em 2009, mais 550 mil documentos foram cancelados, daqueles eleitores que completaram, nas eleições municipais de 2008, três eleições sem votar ou justificar a ausência.
Sem o título, o eleitor pode ser impedido de obter passaporte ou carteira de identidade, receber salários de função ou emprego público, participar em concorrência pública ou administrativa, obter certos tipos de empréstimos e inscrição, além de poder se prejudicar na investidura e nomeação em concurso público.
Não estão sujeitos ao cancelamento do título, porém, os eleitores que votam facultativamente. São eles: os analfabetos, os que à época da eleição tinham entre 16 e 18 anos e os maiores de 70 anos.
R7

Zé de Biu - Faleceu em Santa Luzia mais um integrante do Sabugy Futebol Clube dos anos 70

Foto Zé de BiuFaleceu ontem, dia 12 de março de 2011, em Santa Luzia-PB, aos 66 anos de idade, o senhor José de Arimatéia Santos, mais conhecido como “Zé de Biu”.
Anchieta Lima nos relatou que Zé de Biu foi Médio Volante do Sabugy Futebol Clube dos anos 70 juntamente com “Abelo” que foi substituído por Irã, “Poreu”, “Fernandinho”, “Lado”, “Zezé de Duda”, “Coca Paulo”, “Novo de Egídio”, “Naldinho”, “Miguelzinho” e Sebastião “Lambreta” e Crisólito.
Anchieta Lima nos afirmou que pode ter, devido ao tempo, esquecido alguns nomes dos jogadores que fizeram parte da equipe do Sabugy Futebol Clube nos anos 70.
Anchieta Lima e a Rede Sertão PB se solidariza com toda família nesse momento tão difícil.
Que Deus o tenha em um bom lugar.
Henrique Melo - Rede Sertão PB

Energisa projeta reajuste de até 7% para 216 municípios da PB este ano

O reajuste da tarifa elétrica para os consumidores de 216 municípios paraibanos ficará entre 6,5% a 7%, segundo projeção da Energisa Paraíba. A tarifa, que somente faz aniversário no final de agosto, conta com a desaceleração do IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) até julho, um dos indicadores mercadológicos que serve como fator de correção. Até a primeira prévia de março, o índice perdeu força e acumula aumentos de 2,29% no ano, e de 10,79% em 12 meses. Em fevereiro, o IGP-M acumulava alta de 11,3% em fevereiro.

O gerente de arrecadação e faturamento da Energisa Paraíba, Cleyson Jacomini, diz que o cenário, por enquanto, é de apenas projeção, principalmente com as medidas tomadas recentemente pelo Banco Central de reduzir a inflação. “Toda vez que sobe os juros da Selic, o IGP-M começa a cair. Consequentemente a tendência é de que o reajuste da energia sofra influência, mesmo que o índice não depende apenas do IGP-M, pois o cálculo leva uma série de fatores”, frisou.

Já a ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve em 2,8% a expectativa de alta para energia elétrica para os consumidores este ano. A expectativa é a mesma desde dezembro do ano passado.

Cleyson Jacomini lembrou que a estimativa entre 6,5% a 7% para a tarifa é apenas mercadológica, tomando como base crescimento de domicílios e de consumo, saída e entrada de grandes empresas, enfim, não se baseia nos cálculos realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Na verdade, o índice somente será conhecido no dia 27 de agosto, quando o colegiado da Aneel avalia os dados apresentados pelo relator no colegiado, por isso, não temos como afirmar que será esse índice. A Agência, por exemplo, considera a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período de referência. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M no acumulado de doze meses, tomando como referência julho de 2011 e o fator X, que serve como redutor e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais. Eles formam as parcelas A e B no cálculo”, explicou o gerente.

Em 2010, a tarifa da energia elétrica foi reajustada, em média, em 3,93%. O IGP-M tomado como base na época dos doze meses ficou em 5,79%. Mas no setor industrial (alta tensão) o reajuste aprovado pela Aneel à distribuidora Energisa Paraíba foi o índice mais elevado, oscilando entre 6,94% a 8,47%.

O gerente Cleyson Jacomini comentou o reajuste da Energisa Borborema de Campina Grande, no último mês, quando a Aneel aprovou um aumento médio de 14,61% na tarifa. “Esse aumento da tarifa de energia elétrica não foi apenas pelo aumento do IGP-M, que acumulava na época 11,3% nos doze meses, mas também porque a indústria Coteminas, que deixou de ser mercado da Energisa, agravando a diluição dos custos da empresa distribuidora de energia elétrica da Região da Borborema. Essa parcela da carga de custos que era dividida com a empresa, passou para só consumidores”, explicou.

Jornal da Paraíba 

Deputado quer restringir propaganda de cerveja

O número de mortes no trânsito em rodovias federais no Brasil aumentou em 47,9% neste carnaval se comparado ao mesmo período no ano passado. Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, 213 pessoas morreram no trânsito e 4.165 acidentes foram registrados. Os altos índices de morte nas estradas, todos os anos, revelam que o Brasil não tem conseguido avançar na redução de acidentes no trânsito. E o que fazer para reduzir essas tragédias?

O álcool é considerado um dos maiores vilões do trânsito. Uma solução apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para diminuir o número de vítimas nas estradas é reduzir o marketing de bebidas alcoólicas. Restringir propagandas de bebidas na TV e outras mídias é, segundo a organização, uma estratégia eficaz para combater os efeitos nocivos causados pelo incentivo ao consumo de bebidas.

Nesse sentido, na próxima semana, será protocolado na Câmara um projeto de lei para restringir a publicidade de cerveja e chope no Brasil. A proposta – que deve enfrentar um forte resistência por parte da indústria do setor e do mercado publicitário – propõe incluir na Lei 9.294/96 (que dispõe sobre restrições à propaganda de cigarros e bebidas como cachaça, vodka e uísque) restrições para propagandas de bebidas com teor alcoólico inferior a 0,5 graus.

“A restrição da publicidade de bebidas alcoólicas é a medida mais eficaz apontada pela OMS para reduzir o índice de mortalidade de jovens no trânsito. No Brasil, 75% dos acidentes fatais de trânsito estão associados ao uso de álcool. Hoje, 85% do mercado de bebidas no Brasil é a cerveja. Não tem porque não restringir a propaganda de cerveja”, afirmou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), autor da proposta que será apresentada na próxima semana.

As cervejas têm, em sua maioria, teor alcoólico em torno de 5%. Se aprovada, a proposta, entre outras coisas, proibirá a propaganda de cerveja nas emissoras de rádio e televisão no horário das 6h às 21h. O projeto também obriga que sejam publicadas junto com a divulgação do projeto advertências sobre o consumo abusivo de cerveja.

24horasPb

Crise no relacionamento agora chega com três anos

A famosa “crise dos sete anos” foi substituída pela “pane dos três anos”, que ocorre quando os casais começam a não dar mais valor ao parceiro, segundo aponta uma nova pesquisa inglesa.

Ganho de peso, avareza, roncos e restos de unhas cortadas espalhadas pelo piso do banheiro são alguns dos itens que corroem a paixão, levando o relacionamento ao declínio. Os dados são de um estudo encomendado pela Warner Brothers para promover o lançamento da comédia “Hall Pass” nos cinemas britânicos.

A pesquisa, que reuniu 2.000 ingleses adultos em relacionamentos sérios, identificou a marca dos 36 meses como o período de pico dos níveis de estresse no relacionamento. Os resultados apontam para uma nova tendência dos casais de buscarem certa independência, com algumas noites livres e férias longe do parceiro – recursos utilizados para manter vivo o clima de romance.

“A jornada de trabalho cada vez mais longa combinada às preocupações com as finanças estão claramente deixando consequências nos relacionamentos modernos. Vemos uma tendência de aumento no número de casais que tiram férias separadamente para tentar reavivar a chama da paixão”, disse Judi James, especialista em opinião pública que supervisionou o estudo.

Na pesquisa, foram comparadas as respostas dos participantes em relacionamentos mais recentes – definidos como aqueles iniciados há menos de três anos – aos casados ou em relacionamentos mais longos.

Um total de 67% dos entrevistados disse que pequenos desconfortos aparentemente inofensivos no início do namoro geralmente se transformam em irritações maiores por volta do trigésimo sexto mês do relacionamento.

Mais da metade dos britânicos entrevistados (52%) que se encontrava em relacionamentos recentes disse que mantinha relações sexuais pelo menos três vezes por semana, em comparação a apenas 16% daqueles em relacionamentos mais longos.

Os resultados sugerem que, com o avanço da idade, o clima de romance cede lugar às praticidades do dia a dia, apoiadas pelo fato de que 55% das pessoas ocupadas e em relacionamentos mais longos admitiram que atualmente precisassem “agendar” o horário do romance.

O relatório também mostra que casais no início do relacionamento podem esperar por uma média de três elogios por semana por parte do parceiro – este número cai para apenas um elogio semanal na marca dos três anos.

O prognóstico piora com o passar do tempo. Três em cada 10 entrevistados que se encontravam em um relacionamento há mais de cinco anos disseram que nunca recebiam um elogio do parceiro.

76% dos entrevistados responderam que “o espaço individual é importante” em um relacionamento, apontando para um aumento nas atividades sem a companhia do parceiro.

Um terço (34%) do grupo de participantes em um relacionamento há mais de três anos relatou ter pelo menos duas noites livres por semana para se dedicar a interesses próprios, enquanto que 58% dos entrevistados do mesmo grupo disseram que tiram férias regularmente sem o parceiro.

Segundo a pesquisa, as 10 principais causas do fim da paixão entre os casais são:
1. Ganho de peso e falta de exercícios
2. Avareza
3. Horário de trabalho incompatível socialmente
4. Higiene pessoal precária
5. Contato excessivo ou escasso com familiares
6. Ausência de clima de romance - incluindo sexo e carinhos
7. Consumo de álcool em excesso
8. Ronco e outros hábitos desagradáveis durante o sono
9. Desleixo com o vestuário, incluindo peças íntimas velhas
10. Mau uso do banheiro

IG

Fique atento aos cuidados para prevenir o câncer de próstata

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. A discussão sobre o câncer de próstata merece atenção especial: em contraste com a elevada incidência, percebem-se, por outro lado, altas taxas de cura dos pacientes quando a doença é detectada em fases iniciais.
Fique atento aos cuidados para prevenir o câncer de próstatas ocorrências do câncer de próstata aumentam com a idade, sendo que um em cada seis homens com mais de 50 anos e até metade dos que têm mais de 80 anos apresenta câncer de próstata.
Um fato curioso é que os índices da doença são 11 vezes mais comuns em norte-americanos do que em japoneses que residem no Japão. Essa frequência, contudo, se iguala quando os japoneses passam a residir nos Estados Unidos, indicando que são fatores ambientais ou dietéticos, e não só a hereditariedade, os responsáveis pelo fenômeno.
Diferenças no consumo de gordura animal talvez expliquem essas variações geográficas, já que a ingestão de alimentos com alto teor de gordura é elevada nos países ocidentais e baixa nos orientais.
Além da dieta, quem possui antecedentes familiares de câncer de próstata tem maior chance de desenvolver a doença. Os riscos aumentam gradativamente quando um parente de 1º grau (pai ou irmão) é acometido pelo problema, aumentando a probabilidade, frequentemente, antes dos 50 anos.
O diagnóstico dos tumores é feito pelo toque da glândula, por meio de exames de sangue que irão medir o PSA. Os exames são de extrema importância e precisam ser desmistificados para que os índices de diagnóstico precoce aumentem, chegando até a 85%-90% de cura.
Durante o exame, quando o médico detecta áreas de maior consistência na glândula e/ou elevação dos níveis séricos de PSA, os pacientes devem ser submetidos à biópsia da próstata. A biópsia, retirada de uma pequena quantidade do tecido para análise, permite diagnosticar e orientar o paciente com relação ao tipo de tumor. Essas alterações traduzem a presença de afecções benignas, infecção prostática, cálculos ou infartos.
O tratamento dos casos de câncer de próstata leva em consideração o tamanho do tumor, grau histológico e condições gerais de saúde do paciente. Os tumores localizados inteiramente dentro da glândula nem sempre precisam ser tratados, mas se for necessário, pode-se recorrer à cirurgia ou à radioterapia.
Quando o câncer atinge os locais em volta da próstata costuma-se indicar tratamento radioterápico associado à terapêutica hormonal. Já quando o tumor se estende para outros órgãos, a doença é tratada com hormônios.
Como os fatores que modificam as células e seu funcionamento, tornando o tumor maligno, ainda não são conhecidos, recomenda-se alimentação com baixo teor de gordura animal, além da realização dos exames periódicos anuais.
Uol

Saiba como vivem as vítimas de Acauã quase 10 anos após tragédia


Há cerca de 10 anos, em torno de 4.500 famílias tiveram suas casas submersas após o rompimento da barragem de Acauã, no Agreste paraibano. Hoje, as vítimas – que foram relocadas para vilas rurais denominadas de agrovilas - enfrentam, nestes locais, a falta da infraestrutura em escolas, postos de saúde e pouco aproveitamento da agricultura e piscicultura, segundo relatório do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH).
As vilas Pedro Velho e Riachão ficam no município de Aroeiras e abrigam 500 e 139 famílias, cada uma delas. Melancia e Cajá fazem parte do município de Itatuba e abrigam 125 e 139 famílias, respectivamente. No município de Natuba, ficam as comunidades Costa, com 120 famílias e Água Paba, com 70. Todas elas sofrem com sérios problemas socioeconômicos e de infraestrutura.
Na comunidade Nova Melancia, município de Itatuba, hoje a maioria dos moradores sobrevive da pesca. A dona de casa Roseni Fonseca, 30 anos, faz parte de uma das 125 famílias que vivem no local. Ela conta que, graças a barragem, ninguém mais pode morrer de fome, pois há peixe para comer, mas por outro lado muitas coisas precisam ser feitas para que a vida da população relocada melhore. “Ninguém pode dizer que a obra de Acauã não é importante. Todo mundo reconhece, mas quem teve suas casas submersas merecia um tratamento melhor”, opinou.
A antiga comunidade de Melancia dispunha de uma escola e a construção de um posto de saúde seria iniciada. A escola até hoje funciona de maneira improvisada em duas casas de placa, medindo 40 m² cada e o posto de saúde nunca foi construído para atender à população. As casas são semelhantes às que os moradores receberam quando tiveram que abandonar suas antigas moradias.
A professora Evânia Cleide, 40 anos, diz que os pais perderam o gosto de mandar seus filhos estudarem no espaço e que a infraestrutura do local atrapalha as aulas. “Tem dia que a gente não tem nem hora do recreio, pois não tem onde as crianças brincarem. Ensino educação infantil e confesso que não tem como a gente desenvolver as dinâmicas de modo satisfatório. Dentro da escola não cabe ninguém e fora não há espaço propício”, disse.
Na escola Bélio Pereira de Andrade, que só tem nome nos documentos oficiais, estão matriculados, neste ano, 80 alunos que cursam até a quarta série do ensino fundamental. “Da quarta em diante os alunos vão para a cidade. As condições das estrada, muitas vezes, não permitem que eles cheguem”, denuncia.
O marido da professora, José Ilton Ferreira, 40 anos, disse que há vários meses não arranja emprego. “Não tem emprego por aqui. Antes eu vivia da plantação, criava animais, mas a barragem inundou tudo e hoje é difícil arranjar serviço na região”, lamentou.
Muitos dos antigos agricultores, que viviam do trabalho na roça e da criação de animais, hoje são registrados como pescadores e se dizem satisfeitos somente pelo fato de todos os anos serem beneficiados pelo seguro-desemprego, pago a esses profissionais na época em que a pesca é interrompida.
Piscicultura
Para a grande maioria, os quatro meses de seguro são o único período em que eles têm a oportunidade de lucrar um salário mínimo mensal, já que a piscicultura, apesar de na região existirem condições ideais para se desenvolver, não está sendo potencializada. A maioria não está organizado para a atividade.
A Associação dos Piscicultores de Acauã, onde um projeto de criação de tilápias em tanques-rede foi implantado em 2006, segundo o presidente Luis Pedro de Andrade, reúne apenas 12 associados. Na época da fundação, eram 21. A produção atual é de no máximo três quilos de peixe mensalmente.
Luiz Pedro reconhece que se o projeto tivesse mais apoio, poderia produzir até 15 mil quilos por mês. A produção é vendida localmente e parte da produção também é comprada pelo governo. O quilo custa R$ 4,50.
Jornal da Paraíba

Casa Abrigo vai receber 20 mulheres ameaçadas de morte por mês; Governo procura local sigiloso para instalação

O Governo da Paraíba já está preparando um edital para selecionar profissionais que coordenarão a Casa Abrigo na qual devem passar, por mês, aproximadamente 20 mulheres ameaçadas de morte, além de 10 crianças (filhos delas).
De acordo com Gilberta Soares, secretária executiva da Mulher e Diversidade Humana, na casa irão trabalhar psicólogos, assistentes sociais, educadores sociais e advogados. “ A idéia é acolher mulheres em risco de morte, ou seja, aquelas que não puderam resolver a sua situação junto a outros mecanismos como os Centros de Referência”, disse a secretária.  
A instalação da Casa Abrigo é uma determinação da Lei Maria da Penha, de 2006, e a Paraíba é um dos poucos estados onde ela ainda não existe. Segundo Gilberta Soares, no momento a principal dificuldade para a instalação da casa é encontrar um local adequado, que atenda a pré-requisitos administrativos e à necessidade do endereço ser sigiloso para a proteção das mulheres vítimas de violência. Ainda segundo a secretária, a Casa Abrigo vai nascer através de um convênio com o Governo Federal e estuda-se integrá-la à Rede Estadual de Atenção as Mulheres, Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência (REAMCAV).
Além da instalação da Casa Abrigo, luta-se para que seja implantado na Paraíba um Juizado Especial de Violência Doméstica Familiar Contra a Mulher, que também deverá contar com uma equipe multidisciplinar especializada no combate a esse tipo de violência. Esse juizado já existe na maior parte dos estados brasileiros e está previsto na Lei Maria da Penha.
“O juizado é uma expectativa de todas as pessoas que lutam pela efetivação da Lei Maria da Penha e que atuam pelo fim da violência contra. Somos um dos poucos estados que ainda não o fez. Todavia, essa  é uma prerrogativa do Tribunal de justiça da Paraíba, esperamos que seja implantada e que goze das melhores condições de funcionamento”, afirmou Gilberta.
Comemorações pelo Dia Internacional da Mulher
O Governo do Estado resolveu adiar para esta terça-feira (15) o início das comemorações pelo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Várias ações serão realizadas em oito municípios até o dia 31 de março, como uma força tarefa que irá verificar a situação das presidiárias e a assinatura de decretos promovendo políticas públicas para as mulheres.  .
Serão realizados cursos, atividades pedagógicas nas escolas da rede estadual de ensino, exibição de filmes ,  palestras sobre violência contra a mulher e sobre a participação das mulheres em espaços de poder .
Em parceria com a Defensoria Pública do estado serão realizados  atendimentos e orientação jurídica em Cajazeiras, Monteiro, Guarabira  e uma força tarefa nos presídios femininos com objetivo de agilizar os processos das detentas.  Em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde serão realizadas ações de saúde com mulheres indígenas em Marcação.
No dia 24, acontecerá uma tarde de convivência no Espaço Cultural, denominada ‘A luta das mulheres continua...’  com apresentações de grupos culturais de mulheres,exposição e venda de artesanato da nossa terra e prestação de serviços.  À noite, acontece a Conferência Mais mulheres no poder: Um olhar sobre a mulher negra com a Ministra Luiza Bairros da Secretaria da Igualdade racial da Presidência da República.
Lindjane Pereira

Flamengo fará peneira na Paraíba para selecionar garotos de 11 a 17 anos para categoria de base do time


O Flamengo realizará, entre os dias 25 e 27 de março, no estádio ‘O Perpetão’, em Cajazeiras, uma peneira em busca de novos talentos fora do Rio de Janeiro para selecionar garotos de 11 a 17 anos para a categoria de base do Clube.

Serão observados pelos próprios olheiros do Flamengo, jogadores para as seguintes categorias: mirim e infantil de 11 a 14 anos, como também juvenil e juniores para adolescentes de 15 a 17 anos de idade. Esta será a primeira vez que o time carioca fará avaliação técnica em Cajazeiras.

A revelação foi feita neste sábado (12), por Belizário Segundo, um dos responsáveis pela vinda dos empresários da categoria de base do time Rubro-negro a Cajazeiras. “Essa é uma grande oportunidade para os meninos não só de Cajazeiras, mas de toda a Paraíba que queiram tentar a realização do maior sonho de todo garoto, o de ser jogador de futebol” - disse Belizário em entrevista para a reportagem do portal.

Belizário é irmão do jogador de futebol cajazeirense, Renato Cajá, que já jogou pelo Grêmio e pertencia ao Botafogo do Rio até esta semana, mas que acaba de fechar contratado com um time para jogar na China. Ele já viaja na próxima semana.

Interessados em participar do peneirão podem fazer a inscrição na loja Diniz Calçados, no Centro de Cajazeiras.


Radar Sertanejo

Paraíba é o estado nordestino que menos investe na prática esportiva


A Paraíba é o estado nordestino com maior índice de municípios sem projetos voltados para a prática esportiva, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Cerca de 22% dos municípios paraibanos não contam com nenhum projeto de incentivo ao esporte e à prática de exercícios físicos. O estado nordestino mais bem colocado neste ranking é o Ceará, com apenas 5% dos municípios sem ações voltadas para esta área.

Para o secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer, Fábio Maia, esses números são importantes para a discussão sobre políticas públicas voltadas para o esporte e lazer por todo o Estado. “Quando conversamos com os prefeitos do interior sentimos grandes dificuldades que eles enfrentam nessa área. Os equipamentos para a prática esportiva nas cidades pequenas estão em péssimo estado. Encontramos muitos projetos paralisados, vamos tentar mudar isso”, explicou.

Para conhecer melhor a realidade estadual, o secretário planeja, em parceria com a Secretaria de Educação, visitas às 12 regiões educacionais do Estado durante os jogos escolares. “Acreditamos que até o final de março teremos um panorama muito melhor das necessidades de cada município”, comentou o secretário, ressaltando que, no segundo semestre, acontecerá a primeira Conferência Estadual de Esportes, onde se discutirá esses assuntos.

JornaldaParaiba

Mídia nacional destaca desafio de agricultores paraibanos de produzir e preservar

Produzir e ao mesmo tempo preservar é um desafio que muitos agricultores estão encarando Brasil afora. No Nordeste, também há exemplos desse tipo de esforço. Confira o vídeo.

Uma grande fazenda da Paraíba há 30 anos trabalha no sertão, respeitando as plantas e animais nativos. Uma pedra bonita dá nome à fazenda que fica aos pés dela: Tamanduá. São quase três mil hectares no município de Santa Terezinha. Há 30 anos, esse lugar conquistou o suíço Pierre Landoult, que adotou o sertão paraibano como um segundo lar.

Desde o princípio, doutor Pierre decidiu trabalhar em harmonia com o meio ambiente. Praticamente 2/3 da fazenda ainda estão cobertos pela caatinga. O restante é usado na produção de manga, mel e na criação de vacas leiteiras, que abastecem um laticínio instalado na propriedade. Tudo no sistema orgânico, sem usar veneno, adubo industrializado, nem medicamentos alopáticos.

“Dentro desse organismo agrícola você recicla, você procura reutilizar todos os subprodutos, se faz composto, se utiliza as abelhas para polinizar as mangueiras. É uma visão que vai exatamente no sentido da preservação e da integração de todas as atividades humanas.”

Por lá, não há pastos enormes. O gado pardo suíço passa o dia em piquetes, cercados de vegetação nativa. Eles formam corredores, que interligam a reserva legal e uma RPPN, reserva particular de patrimônio natural, que doutor Pierre criou. “A ideia é fazer uma continuidade de lotes para poder levar os animais selvagens até a reserva.”

Uma outra preocupação do doutor Pierre: conhecer bem o lugar onde decidiu viver.

A fazenda já serviu de laboratório para 20 trabalhos de pesquisa de universidades da Paraíba e de Pernambuco.

A mata preservada e bem estudada é hoje um local para reintrodução e soltura de animais apreendidos pelo Ibama. Nessa turma, 30 jabutis e vários pássaros como o cancã, o concriz e o pintassilgo ganharam a liberdade.

“Essa área serve como berçário, esta é a grande função dessas áreas protegidas. Daqui eles vão semear, os animais não param”, diz Paulo Wagner, veterinário do Ibama.

Doutor Olaf Bakke, professor da Universidade Federal de Campina Grande, conduz outra pesquisa na fazenda. Ele está estudando plantas como a faveleira e a jurema preta.

A faveleira tem um alto teor de proteína, em torno de 15%, mas seus ramos são cheios de espinhos. A pesquisa vem trabalhando na produção de plantas livres desse inconveniente.

Doutor Olaf acredita que trabalhar com as plantas forrageiras nativas, que são adaptadas ao clima do semiárido, só traz vantagens.

A faveleira é apenas uma entre muitas riquezas que o bioma caatinga tem a oferecer. Basta que se aprenda lidar com ele. “Trabalhar no semiárido é uma coisa difícil, o grande problema é encontrar os produtos que são apropriados a esse tipo de clima, mas o que dá uma satisfação é o processo de preservação que traz alimentos melhores, traz aos animais uma vida melhor e uma satisfação imensa”, conta Pierre.

G1

Deputados estaduais gastaram mais de R$ 16,2 milhões em 2010

Quando se fala em gastos com o gabinete e verba indenizatória, a maioria dos deputados estaduais da Paraíba não tem economizado. Somente no ano de 2010, os gastos ultrapassaram os R$ 16,2 milhões, segundo informações constantes no Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres), disponibilizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). 
Com relação ao ano de 2009 (quando foram gasto mais de R$ 13 milhões), houve um acréscimo de quase R$ 3 milhões e, apesar de não haver discriminação detalhada de em que o dinheiro foi investido, sabe-se que boa parte do montante é destinada ao pagamento de diárias, viagens e auxílio financeiro à pessoa física.
 
No primeiro lugar da lista, está a deputada Francisca Motta (PMDB) que somou gastos acima de R$ 1,2 milhão. Em seguida, quem aparece é Branco Mendes (DEM), que teve gastos de cerca de R$ 1 milhão, e João Henrique (PTN), que somou R$ 879.900 com despesas no gabinete. Os três foram reeleitos e continuam na ALPB neste ano.
 
Com relação a 2009, houve também uma reformulação na tabela dos que mais gastaram. Naquele ano, os três primeiros da lista eram Carlos Batinga (PSC), que em 2009 somou gastos de R$ 1,15 milhão, seguido de Aguinaldo Ribeiro (PSDB), que gastou R$ 1,11 milhão, e de R$ Dr Verissinho (PMDB), que pagou despesas no valor de R$ 1,06 milhão.
 
Já entre os que menos gastaram em 2010, estão Expedito Pereira (PMDB), que somou R$ 65 mil; seguido de Arthur Cunha Lima (R$ 71 mil). O que vale ressaltar, nestes casos, é que os parlamentares não permaneceram na Assembleia entre os meses de janeiro e dezembro, período compreendido na análise geral.
 
Todos os parlamentares foram procurados pelo JORNAL DA PARAÍBA, entretanto, apenas o deputado João Henrique (PTN) atendeu à reportagem e falou sobre o assunto. O deputado, que estava viajando, comentou apenas que considera verídicos os dados apresentados pelo Sagres e informou que mais detalhes seriam fornecidos pela chefia de gabinete.
 
Jornal da Paraíba

Bom ambiente de trabalho pesa mais do que salário

Bom ambiente de trabalho pesa mais do que salário
Bom ambiente de trabalho pesa mais do que salário 

Remuneração e plano de carreira são importantes na avaliação de aceitar uma proposta e mudar de empresa. Mas não são o primordial.

Para a maioria dos trabalhadores brasileiros, ter um bom ambiente de trabalho é o que conta, diz estudo do portal Trabalhando.com.

Dos 390 entrevistados em janeiro e fevereiro, 52% responderam que a convivência harmoniosa entre colegas e gestores afeta o comportamento pessoal e profissional --e impacta na motivação.

Oportunidades de promoção foram a resposta de 22% dos profissionais, seguidas por possibilidade de aumento salarial (14%), status da empresa (5%) e outros (7%).

Para o presidente da Trabalhando.com, Renato Grinberg, os dados mostram que, com um clima melhor, as pessoas são mais produtivas e os resultados, melhores.

"Isso é muito claro na chamada geração Y [nascidos entre 1980 e 2000]. Eles são muito focados em trabalhos que permitam ter tempo livre para a prática de esportes e hobbies e, por isso, querem saber antes como será o ambiente de trabalho", afirma.

O bom ambiente de trabalho é o que mais motiva a gerente de marketing da Eurofarma Tatiane Manetti, 32.

A profissional começou na empresa em 1999 e progrediu graças a um plano de desenvolvimento que, diz ela, reduz a concorrência desleal entre colegas. O clima era estendido para fora da empresa -Manetti participava, até o nascimento do filho, de corrida e da academia mantidos pela indústria farmacêutica.

DISPUTA

Mesmo em áreas de competição acirrada, o fator clima é valorizado. "O nosso funcionário costuma ser ambicioso, mas é inadmissível uma pessoa querer passar por cima da outra", afirma o presidente da Corporate Consulting, Luis Alberto Paiva.

O consultor de Negócios da Corrhect, Paulo Henrique Rocha, destaca que o relacionamento interpessoal e o acesso a gestores fazem com que a atmosfera de trabalho fique mais agradável.

"Nos últimos anos, inteligência emocional e competências comportamentais têm sido mais valorizadas. As competências técnicas podem ser lapidadas; as comportamentais, dificilmente."


Folha

Mortos em uma única Província japonesa podem passar de 10 mil

O número de mortos na Província Miyagi, a mais afetada pelo terremoto da última sexta-feira (11) no Japão, pode superar os 10 mil, disse neste domingo (13) o chefe da polícia local, Naoto Takeuchi, à rede de televisão NHK.
Em Miyagi, continuam desaparecidos 9.500 habitantes de Minamisanriku, um povoado que foi praticamente arrasado pelo tsunami produzido pelo terremoto de 8,9 graus na escala Richter, um dos mais fortes da história. De acordo com a polícia, metade da população da área ainda não foi localizada.
Japão 1
O comando policial disse que só em Miyagi o número de vítimas fatais superará com segurança os 10 mil, enquanto os números oficiais são "muito conservadores", afirmou o porta-voz.
Por enquanto, o cálculo oficial do governo japonês informa que são 801 os mortos e 678 os desaparecidos pela catástrofe. Ao menos 1.167 pessoas estão desaparecidas só na Província de Fukushima (nordeste do Japão), uma das mais devastadas junto a Miyagi e Iwate, segundo a agência de notícias local Kyodo.
 
R7