Eterna musa do volei brasileiro, Virna visita Caicó


Em primeira mão:
O blog de Robson Pires soube que a eterna musa do voleibol brasileiro, a potiguar Mirna, estará em Caicó no próximo sábado. Mirna tem profundas raízes com a cidade. Sua mãe, Carminha, que é gente pra lá de fina, é caicoense. Mirna adquiriu dois imóveis (apartamentos) que estão em fase de conclusão em Caicó. Jantará no quiosque O Beirute da Praça da Alimentação. Ponto de encontro de jornalistas, políticos, empresários, boêmios, degustadores, poetas, articulistas e pessoas de todas as tribos e credos.
Será muito bem-vinda!
Blog do Robson Pires

Charge do dia

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEOTyt0bwq3v2vx51FWjmvvYpMQDvmWR6H5nEEY63_DkpsoNW0yJYzPEuqMstj86cDWLKNR3pqmzx7QODA5_L_0eQPYcW0niZCpUVIAwgUbE-waETFODNNzU3Nrz-zD1qv1oY53BOhaxs/s1600/vereadores2011.jpg
BlogPrioradoNews

VÍDEO: Deficiente visual grava música pedindo ajuda a cantor de Banda de Forró. Vídeo já tem mais de 1 milhão acessos

Uma música para você refletir. Se você pensa que sua vida tem problemas veja este vídeo.
O cantor, Pepe Moreno é da cidade de Macaúbas no estado da Bahia. Ele também é destaque no Youtube com a música do Menino de Rua.

A letra da música conta a realidada na vida deste homem.



CatingueiraOnline

Peritos da Paraíba usam as técnicas mais avançadas

Um homicídio aconteceu. Curiosos rapidamente cercam o local de crime, as Polícias Militar e Civil e os peritos do Instituto de Polícia Científica (IPC) são acionados e se dezenas de repórteres deslocam das redações para o local onde o assassinato aconteceu.
O delegado e agentes de investigação coletam o máximo de informações sobre o caso, escutam testemunhas e procuram identificar o autor da crime. Enquanto isso, os peritos isolam a área e dão início a uma das fases mais importantes no processo de investigação criminal: a análise científica dos vestígios do delito.

Quem nunca assistiu a série norte-americana CSI: Crime Scene Investigation e ficou hipnotizado com as técnicas utilizadas pelo grupo de cientistas forenses do departamento de criminalística da polícia de Las Vegas?

Recursos à parte, a rotina dos peritos criminais que atuam na Paraíba não foge muito às cenas de análise de crimes que assistimos na televisão. O setor de Perícia Externa da Gerência Executiva de Criminalística do IPC, localizado no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, conta com duas equipes especializadas em análise de mortes violentas.
Outro dois grupos cuidam das investigações referentes a crimes contra o patrimônio e acidentes de trânsito e a equipe completa atende todas as ocorrências registradas na Grande João Pessoa, no Litoral Norte e Sul do estado e os municípios que compõem as regionais de Guarabira e Itabaiana.

Ainda no local onde o homicídio aconteceu, as equipes de perícia externa realizam coleta de evidência na cena, com o auxílio de lanternas de luz forense, que são capazes de identificar manchas de sangue, pêlos, unhas, fibras e impressões digitais.
Mesmo quando o assassino limpa manchas ou lava o local para tentar despistar a polícia, é possível identificar vestígios através de reagentes, como o luminol, que revelam traços de sangue pelo local. Cada vestígio e elemento encontrado na cena do crime é fotografado pelo perito técnico da equipe e a galeria de imagens é anexada às páginas do laudo pericial, que irá compor o inquérito policial.

Além dos reveladores de manchas e material genético, os peritos do IPC da Paraíba trabalham também com o uso de reagentes para constatação de drogas, como cocaína e maconha, antes que o material seja levado para a análise laboratorial.
Com fitas de esparadrapo, eles colhem ainda resíduos de pólvora em objetos que possam ter sido manipulados pelo assassino e colhem com a ajuda de cotonetes substâncias para serem analisadas nos laboratórios Físico-Químico e de Análise Instrumental da Gerência de Criminalística.
Uma maleta especial distribuída para cada equipe de perícia externa contém ainda aparelho de GPS, paquímetro profissional digital, trena eletrônica a laser e um netbook.

Reunindo provas


Cabe ao perito criminal localizar provas, comprová-las através de exames laboratoriais, documentá-las no laudo pericial e analisar todas as informações das quais dispõe para reconstituir a cena do crime. "Nosso trabalho consiste em reunir provas para desvendar os autores do crime e identificar como ele agiu, que armas utilizou. Desde que chegamos à cena do crime começamos a tentar desvendar cada passo que o criminoso deu", explicou o perito Rener Carvalho, que coordena a Gerência de Criminalística do IPC.

Apesar de todo a tecnologia utilizada pelos peritos criminais na Paraíba, um dos principais entraves para o trabalho desenvolvido pelos profissionais do Instituto de Polícia Científica é a violação da cena do crime. Para Rener Carvalho, a interferência de pessoas curiosas prejudica o trabalho da polícia científica, no momento em que destroem elementos que poderiam servir para a análise da cena criminal.

"É um problema cultural, que precisa ser mudado. Qualquer elemento identificado no local onde um homicídio aconteceu pode servir como indício de prova e, no momento em que curiosos e a própria imprensa invadem a cena do crime, pode haver alterações nos resultados das análises realizadas pelos peritos. Jogar ou retirar objetos no local e tocar no corpo da vítima são atitudes que dificultam o nosso trabalho", explica o perito.
DB

Sem conseguir promover mudanças no comando do Partido Verde, Marina Silva deixará o partido nesta semana


Marina Silva, a mulher de saúde frágil que aprendeu a ler aos 16 anos e quase virou freira, sonha em ser presidente do Brasil. Acriana do vilarejo de Breu Velho, pobre e filha de seringueiros, Marina entrou na política em 1985, aos 27 anos, por influência do ambientalista Chico Mendes, com quem fundou o PT no Estado. A militância em favor dos seringueiros a levou rapidamente à Câmara de Vereadores de Rio Branco e, em seguida, à Assembleia do Acre. Em 1994, aos 36 anos, tornou-se a senadora mais jovem da história do país. Sempre com a causa verde na ponta de sua afiada retórica, em 2003 Marina virou ministra do Meio Ambiente do governo Lula – e começou a cobiçar a Presidência da República. No PT, porém, suas chances de disputar o cargo seriam nulas.
Em nome da utopia, Marina fez uma escolha pragmática. Convidada a ser candidata à Presidência, aceitou filiar-se ao Partido Verde, o PV, uma pequena legenda identificada não apenas com a agenda ambientalista – mas também com propostas liberais, como a legalização da maconha e do aborto. Marina, que se convertera à religião evangélica em 1997, ignorou as latentes tensões entre suas convicções religiosas e as posições liberais da plataforma verde. Apesar do bom desempenho na campanha presidencial do ano passado, não deu certo. Dois anos e 19,5 milhões de votos depois, Marina decidiu: deixará o PV. O anúncio ocorrerá nesta semana.
A união entre Marina e o PV começou com promessas e terminou em desilusões. Desilusões produzidas, sobretudo, ao sabor das inevitáveis divergências de uma campanha eleitoral. Marina e o PV, especialmente por meio de seu presidente, José Luiz Penna, discordaram em quase tudo nas eleições. Aos poucos, sua campanha separou-se da estrutura do partido. Os problemas começaram na arrecadação de dinheiro. O vice da chapa, o empresário e fundador da Natura, Guilherme Leal, centralizou os trabalhos de coleta de recursos. Os tradicionais arrecadadores do PV se incomodaram com a resistência de Leal aos métodos tradicionais – e heterodoxos – de financiamento de campanhas no Brasil, do qual o partido nunca foi exceção. Um dos dirigentes do PV conta como anedota o dia em que Marina mandou devolver uma mala de dinheiro “não contabilizado”, em linguajar delubiano, ao empresário paulista que o havia enviado.
O segundo ponto de atrito entre Marina e o PV deu-se em razão da entrada de líderes evangélicos na organização política da campanha. Pastores da Assembleia de Deus, igreja de Marina, influenciavam decisivamente na elaboração da agenda da candidata. A força deles no comando da campanha não casava com o perfil histórico do PV. Se em sua plataforma e em seu discurso o PV era favorável à legalização da maconha, do aborto e do casamento gay, era uma clara incoerência que sua candidata à Presidência se colocasse contra essas posições. O PV temia perder o eleitorado urbano, moderno, descolado. As lideranças evangélicas argumentavam que isso não seria um problema e prometiam trazer 40 milhões de votos para a candidata, caso a campanha se voltasse aos eleitores evangélicos.
Marina quer criar um partido para concorrer novamente à Presidência nas eleições de 2014
Era tão difícil conciliar a dualidade entre os evangélicos de Marina e os liberais do PV que, até o meio da campanha, Marina cumpria duas agendas: uma política, com as tradicionais visitas a prefeitos e comícios, e outra religiosa, que incluía reuniões em igrejas com pastores. Marina sofria pressão dos evangélicos para que não visitasse terreiros de umbanda e candomblé. Na pré-campanha, ela aquiesceu. Em seguida, porém, a candidata foi convencida a gastar menos tempo com os eventos religiosos – e mais em busca de votos.
Ao longo da campanha, Marina não abdicou dos jejuns religiosos que costuma fazer pelo menos uma vez por mês. Alguns próceres do PV consideram os jejuns uma irresponsabilidade de Marina, em função de sua instável saúde – ainda jovem, ela foi contaminada por metais pesados e acometida por graves doenças, como malária e hepatite. Em entrevista a ÉPOCA, há um mês, ela se irritou diante de uma pergunta sobre esse tipo de crítica. “A minha vida espiritual é assim desde que me entendo por gente. Se um critério para ser do PV é abandonar minha vida espiritual, então já sei pelo que vou optar. Vivo a minha fé e visitar igrejas faz parte da minha fé. Sou missionária da Assembleia de Deus”, disse Marina.
O terceiro motivo para o desgaste entre Marina e o PV foi político. Apesar de ter rompido com o PT, Marina mantém uma relação ambígua com o ex-presidente Lula. Suas recusas em criticar Lula publicamente durante a campanha provocaram estremecimentos entre a candidata e Guilherme Leal. Leal é simpático ao PSDB e doou dinheiro para a campanha do tucano Geraldo Alckmin à Presidência, em 2006. Por outro lado, Marina contrariou aliados ex-petistas quando decidiu não usar uma campanha em vídeo preparado por seu marqueteiro cujo slogan era “Marina, a verdadeira sucessora de Lula”. “A campanha era maravilhosa, impactante, contava a trajetória de vida dos dois, a proximidade deles”, diz um aliado. Marina mantém sua decisão: “Acho pretensioso, poderia parecer pretensioso (o vídeo). Eu tenho muita consciência do meu tamanho”.
O resultado da eleição confirmou que Marina é, ao menos em votos, a maior terceira via que o país já teve desde a redemocratização. Confirmou, também, que não havia lugar para Marina no PV – e no PV para Marina. “Não houve nenhuma sinalização do PV de que os compromissos com ela serão cumpridos, então não há condições de que ela permaneça filiada”, afirma João Paulo Capobianco, coordenador da campanha de Marina. Ele a acompanhará na desfiliação nesta semana, ao lado de outras lideranças do PV. A saída do partido não significa que Marina desistiu do sonho de ser presidente. Ela pretende criar um partido para se candidatar novamente, em 2014.
GiroPB

Previdência cobrará de cartórios pensão paga para mortos

O Ministério da Previdência Social vai cobrar dos cartórios a devolução de aposentadorias e pensões pagas a pessoas que morreram sem que a informação do óbito fosse repassada ao INSS.
 
Na segunda-feira, o governo vai acionar na Justiça pelo menos um cartório de cada Estado. O objetivo é pedir a devolução de mais de R$ 100 mil nessa primeira ação.

Pela lei, os cartórios devem informar até o dia 10 de cada mês os óbitos ocorridos no período imediatamente anterior, com a filiação, a data e o local de nascimento da pessoa que morreu.
 
Os dados podem ser entregues pessoalmente em uma agência do INSS ou ser enviados para a Previdência Social por e-mail ou pelos Correios.
 
Folhaonline

USUÁRIOS DE INTERNET DEVEM TOMAR CUIDADOS


A invasão de hackers a sites oficiais do governo não pode ameaçar o uso da internet nem amedrontar as pessoas. O alerta é do especialista em crimes eletrônicos e segurança na internet Marcelo Lau, considerado uma das autoridades brasileiras no assunto. Segundo ele, é necessário, no entanto, redobrar os cuidados, como evitar a exposição de dados pessoais e fotografias. 
Lau disse que fotografias e informações, como endereços, números de documentos e contas, podem ser utilizados por hackers. O especialista acrescentou que é preciso que os usuários da internet se resguardem, preservando informações privadas e, sobretudo, guardando mensagens quando desconfiarem de ameaças. 
“Tome cuidado ao responder mensagens”, disse Lau. “Evite postar fotos e locais onde você está”, acrescentou. “Se houver alguém denegrindo sua imagem, procure um especialista.” Ele lembrou que é necessário “não ter ações precipitadas”, como eliminar mensagens e agir rapidamente. “[Mas] não se deve ter medo de usar a tecnologia por causa desses ataques.”
Lau concedeu entrevista ontem (25) ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. Ele lembrou ainda que as pessoas podem ter certeza que “não existe anonimato absoluto” capaz de proteger e preservar os hackers de serem identificados.
Agência Brasil

Baterista processa Ivete Sangalo e pede R$ 5 milhões

Antônio da Silva, o Toninho Batera, entrou com uma ação na Justiça contra sua antiga colega de trabalho, Ivete Sangalo. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o baterista pede R$ 5 milhões por danos trabalhistas ao alegar que Ivete obrigou os músicos de sua banda a abrirem uma empresa para que ela não precisasse contratá-los formalmente.
Batera foi demitido da banda de Ivete em 2010, e na época fez a denúncia. No período, a cantora baiana descobriu que sua holding, a Caco de Telha, tinha um rombo financeiro e a Receita Federal passou a investigar a banda da artista.
Terra

AIDS chega ao interior da PB e casos aumentam entre mulheres; SES prepara ações

A AIDS está chegando ao interior da Paraíba e vários municípios, principalmente aqueles de pequeno porte, já registraram casos da doença este ano. Essa mudança de comportamento vem sendo chamada de “interiorização da doença”.  Sem citar nomes, a Gerente Operacional das DST\AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Estado da Saúde, (SES), Ivoneide  Lucena Pereira,  afirmou que este ano já foram registrados casos  de AIDS em 29 municípios paraibanos. Outra constatação feita pela Secretaria de Estado da Saúde é o aumento no número de casos da doença no sexo feminino. 
De acordo com dados da SES, de janeiro a maio desse ano foram confirmados 83 casos de AIDS na Paraíba, sendo 52 no sexo masculino e 31 no feminino. O maior número de casos está em João Pessoa,  com 31, Bayeux com sete casos e Santa Rita com seis casos.  As outras notificações variam entre um e quatro casos no restante dos municípios onde a doença já foi diagnosticada. A faixa etária mais atingida é entre 30 a 39 anos  com 29 casos; 40 a 49 anos, com 27 casos e 20 a 29 anos com 15 casos. Desde quando foi confirmado o primeiro caso de AIDS na Paraíba, em 1985, até agora já são 4.773  casos da doença, sendo 3.164 em homens e 1.609 em mulheres. 
Ivoneide Lucena explica que a “interiorização da AIDS” está acontecendo porque não existe mais grupo de risco e a situação é de vulnerabilidade, ou seja, as pessoas estão fazendo sexo desprotegidas (sem uso da camisinha) e isso vale tanto para homens quanto para mulheres e com  isso correm o risco de pegar uma DST\AIDS. Outro dado que também vem preocupando a SES é o alto índice de mulheres jovens com o vírus HIV o que mostra que elas  também não estão se protegendo e nem exigindo que os parceiros se protejam. “A prevenção tem que partir de ambas as partes”, alerta Ivoneide Lucena. 
Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) revelam que no período 2004 a 2009, o quantitativo feminino de casos de Aids sempre ultrapassou mais de 100 casos registrados por ano. Dos 4.773 casos da doença registrados nos últimos 25 anos, quando a doença chegou à Paraíba, 33,71%, ou seja, 1.609 casos foram diagnosticados no sexo feminino. Em 2010, até o mês de junho, existiam 178 casos. Desses, 99 são homens e 79 mulheres.  “Apesar dos homens aparecerem em maior quantidade no levantamento, o número de mulheres contaminadas vem aumentando a cada ano”. Avaliou a Gerente Operacional das DST\AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Estado da Saúde, (SES), Ivoneide  Lucena Pereira. 
Secretaria define ações -  Fazer com que os testes Anti-HIV sejam rotina para todas as mulheres paraibanas foi uma das ações que ficou definida durante uma oficina para discutir sobre o Plano Estadual de Enfrentamento a Feminização da epidemia da AIDS composto por 42 ações.  O evento foi realizado durante o dia de segunda-feira (20) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) no Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor). Para que as mulheres tenham acesso a esses exames a SES vai implantar centro de referências em todo o Estado e capacitar os profissionais do Programa de Saúde da Família (PSF) e dos hospitais de referência dos colegiados de gestão para a realização do teste rápido do HIV e posteriormente, nas hepatites virais, como também implantar serviços de referência para acidentes de trabalho e violência doméstica. 
Também ficou definido a implantação do projeto Nascer em todas as maternidades do Estado, a realização de ações específicas para profissionais do sexo, travestis, mulheres privadas de liberdade, com transtornos mentais e vivendo com HIV/AIDs, a descentralização do exames e a articulação  com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) Centros de Referência da Assistência Social, (CRAS)  para apoio psicológico e social as mulheres com HIV/AIDS. 
A SES também quer implantar unidades dispensadoras de medicamentos antirretrovirais (Coquetel) nos serviços de referência no interior do Estado e com isso evitar que os pacientes venham pegar a medicação nos grandes centros, a exemplo de João Pessoa e Campina Grande. Outra ação serão as oficinas monitoramento e capacitação do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) direcionado para a classe jovem que recebe orientações sobre o combate e prevenção às DST/AIDS. Dos 223 municípios paraibanos, 203 participam do projeto e somente este ano a adesão foi de 81 municípios.
Paraiba.com.br

Redes fazem bem para o sono, diz estudo

240_614-caso-de-policia-gdeUm estudo garante que o balanço da rede faz adormecer mais rapidamente, além de ajudar a dormir profundamente, informou o site da revistaHealth.
Pesquisadores suíços monitoraram a atividade cerebral de 12 pessoas durante um cochilo de 45 minutos em uma cama parada e uma cama que balançava suavemente simulando uma rede. Na segunda opção, eles adormeceram um minuto mais rápido e entraram em uma fase profunda de sono três minutos mais rápido do que quando dormiam na cama.
Além disso, na “rede”, eles ficaram quase cinco minutos a mais no estágio de sono conhecido como N2, que normalmente compõe metade do descanso de uma noite normal.
Os pesquisadores acreditam que a descoberta pode levar a novos tratamentos contra a insônia e distúrbios do sono.
RevistaHealth

Nova lei deve obrigar revisão de mais de 200 mil prisões no país

A nova lei que regulamenta a prisão deve obrigar juízes a rever mais de 200 mil casos em todo o país. Esta é a opinião de especialistas ouvidos sobre as mudanças previstas na Lei 12.403, que altera o Código de Processo Penal e entram em vigor no dia 5 de julho. Para juristas, a norma pode beneficiar presos provisórios e detidos em flagrante.
A partir de agora, a prisão preventiva está proibida para crimes com penas inferiores a 4 anos, como os furtos simples, crimes de dano ao patrimônio público, entre outros, desde que o acusado não seja reincidente. A prisão em flagrante também não servirá mais para manter um suspeito atrás das grades, como hoje acontece. Além disso, os valores para fianças aumentam e serão revertidos, obrigatoriamente, em favor das vítimas de criminosos condenados.
“É uma lei que permite separar o joio do trigo, quem deve ficar preso e quem não deve”, afirma o ex-juiz e criminalista Luiz Flávio Gomes. “O Brasil é um dos últimos países a ter essa lei. Nem todo mundo tem que ir preso. Os casos vão ser analisados um a um. Se o preso é primário, a facilidade vai ser maior. Para crimes violentos, é cadeia e não tem conversa, não tem liberdade”, afirma. “Não existe isso de soltar bandido perigoso, isso não vai acontecer.”
O preso provisório, aquele que ainda aguarda o fim do processo, ou seja, o que está detido mesmo sem ter sido condenado, pode requerer a revisão da prisão se o caso se enquadrar na nova lei. Segundo dados do Ministério da Justiça, até dezembro de 2010, eles representavam 44% do total do país.
‘Triste de ver’
A norma, na opinião de juristas, deve servir para impedir prisões como a de Paula (nome fictício), detida furtando em um supermercado. Entre os objetos estavam velas, pratinhos e garfinhos de aniversário.
“A filha, que fazia aniversário, não parava de perguntar pela mãe, que estava na prisão. O marido dela veio aos prantos, porque ela tinha 40 e poucos anos e era primária. A Promotoria disse que tinha visto muitos casos assim e foi contra a liberdade, alegando que era para garantir a ordem pública. Ela passou o final de semana presa. É muito tempo. Só depois a juíza soltou”, critica a defensora pública Virgínia Sanches Rodrigues Caldas Catelan, sobre um dos casos mais marcantes que atendeu.
Catelan é coordenadora da Defensoria Pública no Dipo (Departamento de Inquéritos Policiais) de São Paulo. É lá onde são lavrados todos os flagrantes da capital paulista e também onde são atendidas as famílias dos presos assim que tomam conhecimento dessas prisões. “É uma rotina bem pesada. As famílias chegam nervosas, nem sabem por que o parente foi preso. A gente brinca que aqui é o pronto socorro da defensoria”, diz ela. A média é de mil atendimentos por mês, e quase 2 mil flagrantes.
Segundo Virgínia, a maioria são crimes patrimoniais e pequenos furtos. “Furtos de óleo, de pares de tênis. São casos de pessoas que estavam desempregadas. O que tem de furto de produtos de higiene… Coisas que, para o cidadão comum, que só pensa no grande ladrão, não existem. São furtos de sabonete, deixa a gente triste de ver”, afirma. “A esperança é que essa lei sirva para não mandar mais esse tipo de pessoa para as cadeias.”
Em outro dos casos que chegou ao Dipo, um senhor, aos seus 50 anos, ficou duas semanas preso por furto e classificado como mendigo após ter tentado abrir a porta de um carro. “Dois dias depois da prisão, o filho dele veio e contou que o pai tinha problema de saúde e desapareceu de casa e que tinha tentado abrir a porta do carro para dormir. Ele ficou muito tempo preso, mais de duas semanas, porque foi véspera de um feriado”, conta a defensora.
Há ainda os que correm perigo na prisão. Um jovem preso porque estava na mesma rua onde havia ocorrido um furto à residência precisou de atenção especial. Portador de um transtorno, o jovem insistia em afirmar que tinha uma irmã policial militar em meio aos colegas de cela. “Ele ficou com vários outros presos, mais ou menos uma semana preso. Tivemos que correr pra que ele não fosse pra um centro de detenção provisória, e sim, para outro distrito, só com parentes de policiais, sendo que ele não precisaria estar preso nenhum dia”, afirma. “Foi um pouco desesperador.”
Soltura em massa
Para o defensor público Patrick Cacicedo, coordenador do Núcleo Especializado de Situação Carcerária na Defensoria Pública de São Paulo, a lei pode ajudar a diminuir a superlotação nas cadeias brasileiras. Segundo ele, a grande maioria das prisões provisórias no país é mal fundamentada.
“Posso dizer categoricamente que a regra absoluta é de prisão de pessoas presumidamente inocentes. Esse número de presos provisórios no país é um verdadeiro escândalo. A prisão preventiva é banalizada no Brasil, quando ela deveria ser exceção”, critica.
“O que se vê é que essa é uma lei que foi necessária diante de uma ilegalidade. A Defensoria está se preparando para fazer valer o cumprimento dessa lei”, adianta.
Marivaldo Pereira, secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, admite que há muitos casos em que o preso acaba cumprindo uma pena muitas vezes maior do que a sentença, mas acredita que a lei não deve causar uma soltura em massa de presos. “Me assusta um pouco esse argumento de que vai ter uma soltura em massa. Pode gerar um certo pânico. Vai ser uma análise criteriosa, e não vai ter nenhum prejuízo para a sociedade. Muito pelo contrário”, afirma.
O secretário também critica quem considera que a lei trará impunidade e nega que a norma restringirá a prisão preventiva. “O objetivo central dessa lei é criar instrumentos além da prisão preventiva, para que o juiz consiga garantir a ordem pública. A prisão tem que ser aplicada em último caso. Se de fato o suspeito representa um risco, o juiz vai poder continuar determinando a prisão”, afirma.
“A lei só vale para crimes como furtos simples, apropriação indébita simples, réus primários, coisas realmente não relevantes, que não justificam uma prisão”, avalia Luiz Flávio Gomes. “O casal Nardoni, por exemplo, seria preso mesmo com essa lei. Não existe esse argumento.”
Monitoramento e fiança
A lei prevê nove novas maneiras de medida cautelar além da prisão. Entre elas, estão o comparecimento perante o juízo, a proibição de frequentar certos locais, proibição de manter contato com determinadas pessoas, de se ausentar de uma cidade, ter de ficar em casa durante a noite e o monitoramento eletrônico.
Outro ponto positivo apontado é o pagamento de fiança, que pode chegar a cem salários mínimos (para penas inferiores a 4 anos) e 200 salários mínimos (penas superiores a 4 anos). O valor pode chegar até R$ 109 milhões. “Em crime de corrupção, pode aplicar a fiança e recuperar o dinheiro para o poder público”, diz Gomes. “A vítima, até hoje esquecida, também pode ter garantido no futuro o direito à indenização.”
O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Sydney Sanches, também considera que a nova lei não restringe as hipóteses em que a prisão é necessária. “Essa lei traz outras formas de cautelar aos juízes. Antes, eles tinham que prender ou soltar. Agora, vão poder aplicar medidas mais proporcionais em relação a esses crimes de menor potencial”, afirma.
“A lei não traz impunidade, muito pelo contrário, ela flexibiliza a ação do juiz”, complementa o procurador de Justiça aposentado Antonio Scarance Fernandes, professor de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
O secretário do Ministério da Justiça defende ainda que haverá uma melhoria econômica e social. “Para cada acusado que não vai para a prisão, tem um ganho financeiro, porque cada preso custa hoje R$ 1.800 para o estado, e há também um ganho social, porque ele não vai mais ser jogado nos presídios, onde a chance de se tornar uma pessoa pior é muito grande.”
Para a defensora pública, a nova lei não traz novidades, mas sim, deixa explícito o que já previa a Constituição Federal e deveria estar sendo respeitado. “Tenho esperança de que isso ajude nesses casos. Estamos participando de debates para traçar uma estratégia de ação. A lei tornou mais claro que a prisão cautelar é exceção, e a liberdade, é a regra.”
Desigualdades
Um dos problemas abordados por juristas, porém, é que a lei não deve diminuir a desigualdade entre ricos e pobres nas cadeias brasileiras. “Não muda o cenário. Essa lei favorece inclusive o rico, na medida em que cabe fiança muito alta. Ele paga fiança e vai embora. Por outro lado, muito pobre deixará de ir para a cadeia”, avalia o Luiz Flávio Gomes.
Para o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, apenas uma lei não resolverá o problema. “É preciso fazer com que o Estado de Direito funcione. Não basta uma reforma na lei. O CNJ [Conselho Nacional de Justiça, que realiza mutirões carcerários para acelerar os processos de presos provisórios que aguardam um julgamento] encontrou casos de presos há 14 anos, provisoriamente”, afirma.
“Temos múltiplas razões de demora, de retardo no processo, excesso de recurso, falta de gestão. É preciso que a Justiça Criminal dê uma resposta no tempo adequado, mas, sobretudo, é preciso uma mudança de cultura, com mais alternativas e mecanismos”, defendeu o ministro.
G1

Em noite de homenagem ao prefeito de CG, Record News consagra São João da Rainha da Borborema


Campina Grande - A parceria provocada pelo senador, Vital do Rego Filho, que trouxe a Record News, que é transmitida para mais de 150 países, para Campina Grande, teve seu apogeu neste sábado, onde a emissora prestou uma homenagem, já na madrugada de domingo, para o chefe do Executivo municipal.
Surpreendendo ao prefeito, a emissora emitiu depoimentos da família de Veneziano, com destaque para a primeira-dama Ana Claudia, que em um depoimento emocionado ressaltou o lado humano do político.
O irmão (Vitalzinho) e a mãe, Nilda Gondim, representantes de CG no congresso nacional também teceram elogios ao prefeito, que foi apresentado pela equipe de reportagem como um homem de hábitos simples.   
ClickPB

Homem é jogado dentro de fogueiro por amigos

Uma brincadeira de mal gosto por pouco não acaba em tragédia no município de Cortês, Mata Sul do Estado de Pernambuco. Durante a festa na véspera de São João (23), o jovem Jeová José Alves, 24 anos, foi jogado por quatro amigos dentro de uma fogueira de São João.
Com várias queimaduras de 2º grau pelo corpo, ele foi levado para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, área central do Recife, onde permanece internado no setor de Queimados. De acordo com os médicos, ele não corre risco de morrer.
Segundo testemunhas informaram no HR, os amigos estavam bêbados e brincando quando quatro deles resolveram jogar Jeová na fogueira. "Ele teve várias queimaduras e vai ficar em observação, mas seu caso não é considerado de risco de morte", explicou o médico Marcos Barreto, chefe do setor de Queimados do HR. O caso foi registrado no Posto Policial do HR e será investigado pela Delegacia de Cortês.
Além do caso de Jeová, chegaram no setor de Queimados do HR outros sete pacientes com queimaduras adquiridas na noite da véspera de São João. O número representa uma redução de 50% nos atendimentos em relação à noite de São João do ano passado. Deste total, quatro apresentavam um quadro mais grave e precisaram ficar internados em observação. Em 2010, o HR recebeu 15 pacientes.
Entre os casos mais graves, estão o de um senhor de 61 anos e de uma criança do município de Canhotinho, no Agreste. “O senhor sofreu queimaduras em 45% do corpo. As chamas atingiram tronco e membros superiores.” O garoto teve 50% do corpo queimado.
“Acredito que boa parte dos feridos, que tradicionalmente viriam para cá após sofrerem queimaduras, foram atendidos perto de casa, nas UPAs. Isso é muito positivo. Não tenho dúvidas de que o fortalecimento das UPAs foi essencial para isso. O HR, agora, fica recebendo apenas aqueles casos considerados mais graves. Este é o verdadeiro perfil do hospital”, afirmou Marcos Barreto.
Ele ressaltou que, durante toda a madrugada, vários funcionários das UPAs ligaram para o setor de queimados do HR buscando orientação. “A gente também realizou uma capacitação, um treinamento com o pessoal que trabalha nos postos de saúde e nas UPAs. Não podemos afirmar que houve menos queimados nesse São João. A redução foi registrada no HR pelos motivos já mencionados.”
JC ONLINE

Operação São João: PRF registra151 acidentes e 6 mortes na Paraíba

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou até a última sexta-feira, na Operação São João 151 acidentes que deixaram 76 feridos e seis mortos nas rodovias federais da Paraíba. A operação começou no dia 13 e segue até a próxima segunda-feira, dia 27.
A quantidade de ocorrências deste ano já se aproxima do total de registros da operação no ano passado e, de acordo com o inspetor chefe da Comunicação da PRF Genésio Vieira, o número deve ultrapassar os da Operação São João 2010, quando foram registrados 190 acidentes, com 104 feridos e nove mortos.
A Operação São João acontece somente em estados do Nordeste, mas também está em ação em todo o país a Operação Corpus Chisti, realizada em um intervalo de tempo menor, do dia 22 ao dia 26. A operação registrou até sexta-feira 44 acidentes, com 25 feridos e uma vítima fatal. Em 2010, a operação registrou, n a Paraíba 52 acidentes, que deixaram 38 feridos.
Não houve vítimas fatais durante o período da operação. As mesmas ocorrências contabilizadas para a Operação São João são contabilizadas para a Operação Corpus Christi.  
De acordo com Genésio Vieira, as principais causas dos acidentes foram imprudência e ingestão de bebida alcoólica. “Essas causas estão relacionadas, principalmente, aos acidentes envolvendo motocicletas que aconteceram, em sua maioria, no interior do Estado”, informou. 
O inspetor informou que foram feitos 92 testes de álcool em condutores.

Deste total, 16 pessoas foram autuadas e tiveram direito de dirigir suspenso por um ano, além de multa de R$ 957,70 e aplicação de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Cinco pessoas ainda foram presas porque tiveram teor de álcool acima de 0,3 miligramas por litro de ar expelido. 
Ainda foi preso um homem contra quem havia um mandado de prisão em aberto e foi apreendido um adolescente de 15 anos em Pombal, que estava dirigindo uma motocicleta.
Detran
As equipes do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) em parceria com as equipes do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), também estão realizando fiscalizações com etilômetros e bafômetros descartáveis. Na manhã de ontem, as duas equipes do Detran estavam realizando uma blitz na Avenida Hilton Souto Maior, que tem continuação com a Estrada da Penha.
Durante as fiscalizações, as equipes do Detran também estão divulgando o prazo para pedido de perdão das dívidas de proprietários de motocicletas com até 150 cilindradas, que vai até o próximo dia 8 de julho. O benefício foi concedido com a medida provisória que eliminou as dívidas de taxas estaduais para licenciamentos vencidos até 31 de janeiro de 2010.
Das 245 mil motocicletas de até 150 cilindradas que circulam no Estado, pelo menos 120 mil estão com o licenciamento atrasado, de acordo com dados do Detran. Para ter direito ao perdão, o motociclista tem que procurar um dos postos do Detran e preencher o requerimento. É preciso ter em mãos o documento de identidade, CPF, comprovante de residência e licenciamento do veículo.
Jornal Correio da Paraíba