Segundo o Ipea, a Paraíba é o Estado com o menor grau de desigualdade e também o Estado onde a desigualdade mais caiu nos últimos 30 anos


Este Comunicado tem como objetivo analisar a evolução da desigualdade no rendimento domiciliar  per capita médio entre todos os municípios do país. Para isso, tomam-se como referência as informações primárias geradas pelo IBGE, por meio dos censos demográficos, para os anos de 1980, 1991, 2000 e 2010. 

A sistematização do rendimento domiciliar por habitante em cada um dos municípios brasileiros possibilitou calcular a desigualdade por meio do índice de Gini.

Como se sabe, o índice de Gini varia de 0 a 1, sendo maior a desigualdade no rendimento quanto mais próximo de 1. 

O índice de Gini do rendimento domiciliar  per capita médio dos municípios é menor que o do rendimento per capita domiciliar dos indivíduos porque há maior variação entre a renda das pessoas que entre a renda dos municípios. De todo o modo, a série de 40 anos possibilita analisar a trajetória  da desigualdade na renda no território nacional. 

Para esta análise, o Comunicado foi escrito em três partes. A Seção 1 registra a evolução da desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio do conjunto dos municípios brasileiros nos últimos trinta anos. A seguinte apresenta a trajetória da desigualdade no rendimento domiciliar  per capita médio do conjunto dos municípios nas grandes regiões geográficas do país no mesmo período de tempo. Por fim, a Seção 3 trata da desigualdade no rendimento domiciliar  per capita médio dos municípios em cada unidade da Federação.

Desigualdade de renda dos municípios nos estados da Federação 

Trinta anos depois, em 2010, a Paraíba (0,11) teve  o menor grau de desigualdade e o estado de Roraima (0,19) registrou o maior índice de Gini. enquanto que, em 1980, a diferença que separava o menor do maior índice de Gini entre os estados era de 101,7% (Amapá e Tocantins). Em 2010, foi de 74,5%. Ou seja, houve redução de 13,4% entre a diferença média que separa os estados com maior e menor índice de Gini entre dos municípios.

Por outro lado, constatam-se distintas trajetórias entre as desigualdades no rendimento domiciliar per capita médio dos municípios para cada uma dos estados da Federação. Nos últimos 30 anos, por exemplo, somente os estados do Amapá (14,8%) e Roraima (22,8%) tiveram aumento no Gini.

Os demais registraram queda no grau de desigualdade no rendimento domiciliar  per capita médio dos municípios. Paraíba (-47,9%) foi o estado que apresentou a maior redução e o Amazonas (-2,2%) teve a menor.

Em 30 anos, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita médio no conjunto dos municípios caiu 22,8%, passando de 0,31, em 1980, para 0,24 em 2010.

Embora entre as décadas de 1970 e 1980, a desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio nos municípios tenha aumentado, a partir dos anos de 1990, o índice de Gini registra trajetória de queda.

Nesse mesmo período de tempo, a região Nordeste foi a que registrou a maior queda no grau de desigualdade no rendimento domiciliar  per capita médio dos municípios (39,3%) e a região Norte apresentou a menor redução no índice de Gini (14,9%). Atualmente, o menor índice de Gini encontra-se na região Centro Oeste (0,12), enquanto o maior é de responsabilidade da região Norte (0,18).

Para os estados da federação, Paraíba (0,11) possui o menor grau de desigualdade e o estado de Roraima (0,19) tem o maior índice de Gini. Nos últimos 30 anos, o estado da Paraíba (-47,9%) foi o que apresentou a maior queda no índice de Gini, enquanto Roraima (22,8%) teve a mais alta elevação no grau de desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio dos municípios.

Várzea fica em quarto lugar na Paraíba pelo índice Firjan de Desenvolvimento

O município de Várzea ficou na quarta colocação no Estado da Paraíba, segundo o índice Firjan de Desenvolimento, depois de Várzea, no Vale do Sabugi vem São José em nono, Santa Luzia na posição décimo sétimo, São Mamede na colocação vigésimo sétimo e Junco do Seridó na posição 157°, entre as cidades da Paraíba, os 223 municípios. 

Dando continuidade à série histórica do IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal, apresenta-se a edição 2010, relativa aos dados oficiais de 2007.

metodologia pioneira e única do IFDM distingue-se por ter periodicidade anualrecorte municipal e abrangência nacional. Estas características possibilitam o acompanhamento do desenvolvimento humano, econômico e social de todos os 5.564 municípios brasileiros de forma objetiva e com base exclusiva em dados oficiais relativos às três principais áreas de desenvolvimento: Emprego&Renda, Educação e Saúde.

Uma das vantagens do IFDM é permitir a orientação de ações públicas e o acompanhamento de seus impactos sobre o desenvolvimento dos municípios – não obstante a possibilidade de agregação por Estados. Deste modo, constitui-se uma importante ferramenta de gestão pública e de accountability democrática. 

Sertao1

Gol é carro mais roubado do Brasil; veja lista

Gol é carro mais roubado do Brasil; veja lista O Gol, da Volkswagen é o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Somente entre janeiro e outubro de 2011 foram registrados 35.636 casos. O número é quase o dobro do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano. Os dados são da CNSEG (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e foram obtidos por Época NEGÓCIOS.

A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. "O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas aatraente para os ladrões", diz Neival Rodrigues Freitas, diretor executico da Fenseg (Federação de Seguros Gerais).

Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Chevrolet. Masi uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.

Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. A maioria são carros populares, que são mais comuns nas ruas do país. Segundo a CNSeg nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 caos de roubo ou furto. Veja a galeria abaixo com os dez modelos "preferidos" do bandidos.

Globo.com

Membro da família real do Brasil faz visita a Campina Grande este mês

O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança estará visitando Campina Grande entre os dias 20 e 23 de novembro. Através de uma propositura do vereador Fernando Carvalho (PT do B), a Câmara Municipal de Campina Grande vai realizar uma sessão especial para apresentá-lo aos representantes do Poder Legislativo e à sociedade campinense. A sessão será no próximo dia 21 desse mês.

O vereador Fernando Carvalho, através de um requerimento que foi aprovado na manhã desta quinta-feira (10), marcou a sessão para as 10h00 do dia 21, no plenário da Casa de Félix Araújo. Estarão presentes autoridades locais, historiadores, estudantes secundários e universitários, representantes da igreja católica e a sociedade campinense.

Sua Alteza Imperial e Real, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, é trineto de D. Pedro II e bisneto da Princesa Isabel. Ele chega a Campina Grande no dia 20 de novembro, através da Sociedade Católica São Bento, que solicitou a sessão e participará das honrarias ao membro da família real brasileira.

O nome completo do príncipe é “D. Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach”. Ele é o atual príncipe imperial do Brasil desde 5 de julho de 1981, quando seu irmão mais velho, D. Luís Gastão, assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial Brasileira, herdado do pai. É o terceiro filho varão de D. Pedro Henrique de Orléans e Bragança, então Chefe da Casa Imperial Brasileira, e de D. Maria Isabel da Baviera.  


Assessoria

Operação Punhos de Aço: Apreende armas e sete pessoas são presas em Patos

Por volta das 04h00min da manhã de hoje, dia 10 de novembro, foi desencadeada a Operação Punhos de Aço, cujo objetivo foi cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pela Juíza de Direito, a Drª Higyna Josita S. de Almeida Bezerra, em locais que haviam sido investigados.

O que motivou a Operação foi várias denúncias de tráfico de drogas e posse de armas por parte dos acusados. Participaram da Operação cerca de 45 Policiais, entre Civis e Militares, dentre eles, o Coronel PM Almeida, Capitão PM Esaú, Capitão PM Deuslânio, Tenente PM Dillery, Tenente PM Manaly, Tenente PM Gomes, Tenente PM Fernando, Delegado de Policia Civil Cristiano Jacques entre outros.

A operação ocorreu em vários Bairros da Cidade de Patos – PB, onde foram presos 07 (sete) pessoas envolvidas com o tráfico na região, São elas: Cleidimar Pascoal Candido, Sebastião dos Santos Gomes, Damião Simões Oliveira, Ítalo Caio dos Santos, Jefferson Conegundes Monteiro, Lauriene Rodrigues Tomaz e Sandra Lúcia Nazaré dos Santos.

Objetos e armas apreendidos: 03 (três) revolveres Cal .38, 01 (uma) espingarda Cal 12, 01 (uma) espingarda de fabricação caseira, 19 (dezenove) munições Cal .38, 06 (seis) munições Cal 12, 02 (duas) munições Cal .32, 12 (doze) munições Cal .22, 05 (cinco) aparelhos celulares e uma quantia de R$ 160,00 (cento e sessenta) reais em espécie.

Drogas apreendidas: 75 (setenta e cinco) pedras de crack, uma pequena quantidade de maconha.

Os acusados encontram-se detidos na Delegacia de Policia Civil de Patos, onde estão prestando depoimentos e possivelmente serão encaminhados para o Presídio de Patos e ficarão à disposição da justiça.

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Ouça a entrevista com o delegado Cristinao Jackques da Polícia Civil
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Corregedor da PC do Rio de Janeiro revela: Paraíba era rota de fuga do megatraficante "Nem"

O corregedor interno da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Gílson Emiliano, revelou hoje que o megatraficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, tinha planos de fugir para a Paraíba.
Emiliano disse que o traficante, ao ver o cerco se fechar, estaria andando com seguranças e grande quantidade de dinheiro para viabilizar a fuga. E que a Paraíba era o destino preferencial do traficante.
A informação foi confirmada pelo delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto.
"Ele falava em resistência para não perder a autoridade entre os subordinados, mas já temos informes sobre planos para escapar", disse o delegado, que acrescentou:
“Entre os destinos prováveis de Nem estariam o Estado da Paraíba, a cidade de Macaé (no Norte Fluminense) ou o conjunto de favelas da Pedreira, em Costa Barros no subúrbio do Rio”.
A prisão
Nem foi preso no final da noite desta quarta-feira (9), no bairro da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada em conjunto com policiais federais da delegacia de Repressão a Entorpecentes.

Segundo a polícia, Nem, que era considerado o traficante mais procurado da cidade, chegou a oferecer R$ 1 milhão aos policiais para não ser preso.
O traficante estava no porta-malas de um carro ocupado por outros três homens. O veículo foi parado em uma blitz realizada por policiais do batalhão de Choque da PM, na avenida Borges de Medeiros.
Um dos ocupantes afirmou que era cônsul honorário do Congo no Brasil e se recusou a autorizar a revista no carro por policiais militares alegando imunidade diplomática.
Então, agentes federais foram chamados e encontraram Nem escondido no porta-malas do veículo com uma grande quantia em dinheiro.
O traficante e os outros três homens foram levados para a sede da polícia federal no Rio, localizada na Praça Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro e devem ser transferidos ainda nesta quinta-feira para o Complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste.
A captura de Nem ocorreu horas depois de agentes do DPF ter prendido três policiais civis, um PM reformado e um ex-PM suspeitos de ajudarem na fuga de cinco traficantes que saíram da Rocinha.
Cinco traficantes foram presos junto com os agentes.
IG

Deputado federal da Paraíba vítima de ameaça de morte recebe proteção da Polícia Federal e desabafa sobre drama particular: “Sou um prisioneiro”

Deputado federal da Paraíba vítima de ameaça de morte recebe proteção da Polícia Federal e desabafa sobre drama particular: “Sou um prisioneiro”Três deputados federais recebem proteção especial da Polícia Federal ou da Polícia Legislativa por terem sofrido ameaças ou ataques do crime organizado: os deputados Fernando Ferro (PT-PE), Luiz Couto (PT-PB) e Anthony Garotinho (PR-RJ).

Os dois primeiros têm proteção da Polícia Federal quando estão em seus estados, e Garotinho recebe acompanhamento da Polícia Legislativa desde junho, após seu carro ter sido atingido por dois tiros quando saía de uma reunião política em Cabo Frio (RJ).

“A Polícia Federal está investigando o crime, mas, muito provavelmente, ele foi cometido por gente incomodada com as investigações que venho fazendo na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara”, declarou Garotinho.

A proteção de Garotinho é restrita ao período que passa em Brasília, não abrangendo suas atividades no estado. “Eu pedi proteção federal ao ministro da Justiça, mas nunca recebi”, disse. A situação é oposta à de Couto e Ferro, que contam com proteção federal exclusivamente na Paraíba e em Pernambuco, respectivamente.

Prisioneiro domiciliar

“Sou um prisioneiro domiciliar, só saio de casa com a presença da Polícia Federal”, disse Couto. “Até para rezar a missa eu preciso de segurança”, acrescentou o deputado, que é padre da Igreja Católica.

Luiz Couto recebe ameaças desde junho de 2003, quando começou a investigar a ação de grupos de extermínio. “A Polícia Federal deve investigar quem são os mandantes, não basta pegar o matador, porque aparecem outros pra ocupar o seu lugar”, afirmou.

Fernando Ferro considera que a segurança dos deputados será fortalecida à medida que os serviços de inteligência das forças de segurança melhorarem. “Devemos ter bons serviços de inteligência associados à repressão da polícia e à ação da Justiça para impedir a circulação desses criminosos”, avaliou.

O receio dos deputados do PT aumentou depois do assassinato do advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, vice-presidente do PT em Pernambuco e assessor do deputado Fernando Ferro, em janeiro de 2009. Ele vinha recebendo ameaças por denunciar o crime organizado na Zona da Mata pernambucana.

Manoel de Mattos foi colaborador da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou os grupos de extermínio no Nordeste. A CPI, relatada pelo deputado Luiz Couto, apurou entre 2003 e 2005 o envolvimento de delegados, juízes, promotores e outras autoridades nos grupos de extermínio da região. “Manoel Matos foi assassinado seis anos depois da CPI, uma prova de que esses grupos não se desmobilizam”, disse Ferro.

A Polícia Federal evita dar detalhes de suas ações de proteção, mas confirma que atende a dois deputados. Questionado sobre os critérios para atender aos pedidos de proteção, o órgão não se pronunciou.

Já a Polícia Legislativa atende à Resolução 18/03 da Câmara e age motivada por determinação do presidente da Casa.

Agência Câmara

João Pessoa já é a 3ª capital mais violenta do Brasil; especialista prevê: tráfico e mortes vão ampliar; ouça

João Pessoa é a terceira capital mais violenta do Brasil. O número de homicídios por cada grupo de cem mil habitantes já é três vezes superior ao tolerado pela Organização das Nações Unidas – ONU.
No final de 2010, a  taxa da Capital atingiu a proporção de 68 homicídios por 100 mil habitantes.
No começo da década essa taxa era de 32 homicídios por cada grupo de 100 mil.
A estatística foi contabilizada pelo especialista em violência José Maria Nóbrega, da Universidade Federal de Campina Grande.
Ele avisa: a tendência é ampliar o número de homicídios na região metropolitana da Capital e nas maiores cidades do Estado.
O crescimento, segundo explicou, é ancorado pela expansão do tráfico de drogas, proporcionado pela migração do narcotráfico para o Nordeste, até então concentrado no eixo Sul-Sudeste.
“A questão da migração é muito séria e há muito tempo deixou de ser uma hipótese provável para se transformar em tese real”, disse Nóbrega.
Ele aponta o desenvolvimento da região como pivô da atração do tráfico. E finaliza: a tendência é que a violência cresça na mesma proporção do desenvolvimento econômico.
“Infelizmente, esta é a tendência e os números vão piorar ainda mais”.
Portal Correio

Governo começa a pagar Bolsa Família Gestante neste mês

O governo deve começar a pagar neste mês um adicional de R$ 32 para as gestantes e mulheres em fase de amamentação beneficiadas pelo Programa Bolsa Família. A única exigência é que as gestantes façam os exames pré-natais.

O governo está terminando de fazer o cruzamento de dados do programa de distribuição de renda com informações do Sistema de Saúde para identificar as gestantes e mulheres em fase de amamentação que serão atendidas.

A previsão é de que o benefício seja pago no dia 21. Serão 15 meses extras do pagamento. As contempladas receberão o adicional pelo período de nove meses. Após o nascimento do bebê, as mulheres terão direito a mais seis meses de repasse, a contar do registro da criança no Cadastro Único. A criança registrada também terá direito a um benefício variável extra que não poderá ultrapassar o teto de cinco benefícios variáveis por família.

O anúncio do repasse para gestantes e lactantes foi feito em setembro pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, com previsão de início para o pagamento em dezembro. As medidas anunciadas fazem parte do Brasil sem Miséria, programa central do governo Dilma, que tem por objetivo erradicar a pobreza extrema até o fim de 2014.

Quando anunciou o benefício para as gestantes, a ministra também informou a ampliação de três para cinco no número de filhos de até 15 anos com direito a receberem o repasse além do chamado "retorno garantido", ou seja, o reingresso imediato das pessoas que se desligaram do programa no prazo de 36 meses e que voltaram à condição de pobreza.

De acordo com o governo, o Bolsa Família atende a pelo menos 13 milhões de famílias no país. Dependendo da renda familiar por pessoa (limitada a R$ 140), do número e da idade dos filhos, o valor do benefício recebido pela família pode variar entre R$ 32 a R$ 306.

Agência Brasil

BB vai financiar imóvel na planta para pessoas físicas

O Banco do Brasil vai começar a financiar a compra de imóveis na planta ou em fase de construção para pessoas físicas. Em entrevista à Agência Estado, o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli, disse que esse é mais um passo na estratégia do banco de crescer no crédito imobiliário.

A projeção é de que a carteira total do segmento aumente 120% este ano, fechando dezembro em R$ 7,5 bilhões. Até agora, o banco público só fazia o financiamento habitacional de operações tradicionais, como compra de imóveis novos e usados e financiamento a construtoras e incorporadoras. Nas novas linhas, o próprio BB vai liberar o crédito para as pessoas físicas no momento da compra do imóvel na planta. Segundo Caffarelli, o mais comum eram as construtoras financiarem essas operações, o que comprometia seus limites de crédito para a construção.
"Com o banco financiando a pessoa física, libera mais limite para as construtoras." Mas as novas linhas de crédito só serão destinadas à aquisição de empreendimentos que tiverem suas construções financiadas pelo BB. O banco tem programas de financiamento para as 16 maiores construtoras do País. Caffarelli destaca que o BB também tem procurado estreitar os laços com construtoras de menor porte. Cerca de 2,5 mil delas são correntistas do BB, das quais 800 já possuem limite de crédito.
O financiamento na planta também está disponível para empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. A previsão do banco é de que sejam financiadas 37 mil unidades habitacionais no âmbito do programa até o fim deste ano.
Juros e prazos
As linhas de financiamento para imóveis na planta têm taxa de juros a partir de 8,4% ao ano, prazo de até 30 anos e possibilidade de financiamento de até 80% pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e de até 90% no Programa Minha Casa, Minha Vida. O BB encerrou o mês de setembro com saldo de R$ 5 bilhões na carteira imobiliária de pessoa física, expansão de 105% ante o mesmo mês do ano passado. Considerando a carteira de pessoa jurídica, o saldo total sobe para R$ 6,3 bilhões.
Ascom