Comerciante é assaltado em Santa Luzia em plena véspera de Natal

Eram por volta das 21h00 de ontem, dia 24 de dezembro de 2011, véspera de Natal, quando o comerciante e comentarista esportivo, também parceiro aqui da Rede Sertão PB, Chico do Rádio, estava, sozinho, em seu estabelecimento, localizado no Centro de Santa Luzia, Rua Francisco Leandro, (Rua de Baixo), n° 109, próximo a rodoviária, bem como a Igreja Matriz de Santa Luzia, quando, de acordo com relatos da vítima, um homem, estatura mediana, usando boné de cor preta, camisa azul (de malha), calça, tênis, bigode não tão grande (a vítima descreveu como bigodinho – pequeno), de cara limpa (sem nenhuma mascara ou coisa que pudesse esconder sua fisionomia), para Chico do Rádio, uma pessoa bem trajada, entrou no seu estabelecimento, com dinheiro na mão, e pediu quatro litros de whisky e uma caixa de cerveja em latas.

Ao receber a mercadoria, e depois de levá-la até o carro, que, de acordo com Chico, estava estacionado um pouco mais abaixo, do lado do estabelecimento e por trás de outros carros, o assaltante pediu que Chico somasse toda conta.

Somado toda conta, num total de R$ 302,00, o assaltante, com dinheiro na mão, então perguntou se Chico fazia 300,00 reais, Chico respondeu que sim.

Nesse momento, o assaltante pede para Chico pegar outra garrafa de whisky na prateleira, quando Chico pega e se vira, já se depara com o assaltante de arma em punho.

Ele diz para Chico manter a calma e não reagir e anuncia o assalto.

Além da mercadoria, o assaltante levou todo o dinheiro do caixa, num total de pouco mais de 300 reais.

Chico, ainda questionado pelo assaltante quanto a quantia do dinheiro, disse ao mesmo que era somente o que tinha naquele momento, ou seja, era todo o apurado do dia, devido ao comercio ser pequeno, só tinha, naquele dia, apurado aquela quantia.

Ao sair, o assaltante mandou que Chico se deitasse no chão e não fizesse nada até que ele tivesse ido embora, caso contrario, ele depois voltaria para acertar as contas com Chico.

Na realidade, uma ameaça para que Chico não prestasse queixa imediatamente, dando tempo para que ele pudesse fugir.

Num determinado momento, em que o assaltante estava indo levar a mercadoria no carro, antes de anunciar o assalto, Chico, ao sair na porta para limpar as mesas posicionadas fora do estabelecimento, na calçada, ainda conseguiu ver que a placa do carro, era de Campina Grande, e a cor do mesmo, prata.

De acordo com Chico, os vidros do carro eram escuros, e por essa razão, não soube precisar se havia mais pessoas envolvida, ou seja, de quantos eram.

Chico não conseguiu identificar a espécie de armamento, se pistola ou revolver 38.

Minutos depois, após ser comunicada pelos vizinhos de Chico, a polícia compareceu ao local.

Chico nos disse também que, de acordo com o filho de outro comerciante, o Mercadinho de Ribinha, que fica localizado na esquina da mesma rua, de frente a rodoviária, a cerca de 100 metros do estabelecimento de Chico do Rádio, o assaltante passou no mercadinho, e talvez, só não tenha assaltado o mercadinho, porque tinha muita gente no estabelecimento.

Henrique Melo – Rede Sertão PB

2° CAPÍTULO DA NOVELA CONCURSO DE VÁRZEA

Caros leitores vejam mais um capítulo da novela que foi enviado por um candidato que constatou alguns erros grotescos. Jefté, estou todo confuso com uma curiosidade deste concurso, o qual descrevo abaixo os detalhes.

Na segunda-feira, dia 14 de Novembro, ao meio dia, enviei a seguinte mensagem à Metta Concursos:

Erro no Resultado Preliminar de Várzea

Saudações, equipe organizadora da Metta Concursos.

Sou um dos candidatos a prestar o concurso de Várzea-PB e, conferindo o resultado preliminar do dia 11/11/2011, foi O Fim do Mundo para mim quando notei que o primeiro lugar do cargo Operador de Sistemas de Informática é Napoleão Ângelo Soares do Rego, inscrição no certame nº 50271, sendo que está constando na Lista de Locais de Prova (documento emitido no dia 6/10/2011) que ele fez prova para Técnico em Enfermagem na cadeira 40 da sala 12 da Escola Estadual Padre Jerónimo Lauwen, em Santa Luzia – PB. Gostaria de uma correção a esse dado ou possíveis explicações acerca dessa mudança, coisa que não consta em documento algum no websaite de vocês.

Certo de que serei prontamente atendido, não vendo necessidade de buscar outros meios de solucionar essa curiosidade, aguardo respostas urgentemente.

Olhe o que eles responderam no dia 15 de Novembro com a seguinte mensagem:

Prezado candidato, logo após a divulgação dos locais de prova, o referido candidato Napoleao Angelo protocolizou junto a [sic] empresa recurso alegando que seu cargo seria o de Operador de Sistemas de Informática e não [sic] Técnico em Enfermagem, alegando o mesmo ter feito inscriçao [sic] presencial, em ficha de papel. Recebido o recurso, foi constatado pela organizadora que a funcionária contratada para efetivar as inscriçoes [sic] presenciais no município de várzea [sic], mais precisamente no telecentro, houvera se enganado em mais de candidato, por nao [sic] ter experiencia [sic] suficiente.

Constatado o erro fora protamente [sic] deferido o recurso do candidato e informado ao mesmo. Desta forma estamos a disposiçao [sic] para dirimir quaisquer dúvidas porventura surgidas.

Ainda bem que eles foram enfáticos sobre surgir dúvidas, e surgiram mesmo. Vejamos algumas:

Indago-me como é que em dois dias, após a divulgação dos locais de prova, o candidato de inscrição 50271 teve tempo para encaminhar sua justificativa à empresa, teve seus documentos ajustados na sede da Metta (por muita sorte sua inscrição teve o mesmo valor), pôde ter sua matrícula rearranjada, mas mesmo assim a empresa manteve o local de sua prova aplicada, onde sozinho, pobre coitado, esteve numa sala onde só haviam técnicos de enfermagem e outros cargos. Foi mais fácil para a Metta enviar uma prova isolada para a sala dele do que realocá-lo para outra sala, onde outros candidatos a seu cargo estavam prestando certame.

Mais ainda, indago-me como uma empresa com tantos concursos aplicados e ganhadora de certificado de qualidade, mantém funcionários tão parcamente qualificados a ponto de cometerem erros grotescos de ortografia como as da mensagem da resposta oficial ou mesmo inscrições erradas. Ainda mais pergunto-me como uma empresa ganha tal certificação, considerando a enorme quantidade de provas com questões erradas que ela costumeira e sistematicamente tem cometido nas diversas cidades em que aplicou concursos. Detalhe, sem jamais voltar atrás nas retificações e redistribuições de pontos.

De toda forma, a título de reclamação, quero deixar registrado que qualquer pessoa poderia ter feito a prova por este candidato, haja vista que na apresentação nas salas era somente exigido o cartão de inscrição, que não tem foto. Eu mesmo apresentei meu documento de identidade e foi prontamente dispensado com um sorriso cordial pelo fiscal, que agarrou meu cartão de inscrição e já me indicou a cadeira. É ou não é um prato feito para uma fraude, uma situação dessas?