Um provável cochilo na estrada, provocado possivelmente pela ingestão de bebida alcoólica provocou a morte de um agricultor no início da tarde de ontem (17/03) a cerca de 10 KM da cidade de Caicó. O acidente ocorreu mais precisamente na VI 999, via de acesso ao distrito da Palma, e que também leva a cidade paraibana de Várzea.
O agricultor Francisco Paulino da Silva Filho, de 32 anos, trafegava na referida estrada por volta das 11h30, em direção a sua residencia no sítio Barbosa de Cima, quando em uma reta perdeu o controle de sua moto, uma Honda Titan 125 azul de placa: MYE - 3076 (Caicó/RN), vindo a sair do asfalto e cair no meio do mato.
Um amigo que vinha logo atrás parou e ligou para o socorro, que veio de imediato. O Corpo de Bombeiros compareceu ao local, prestou os primeiros socorros e conduziu o agricultor até o hospital regional. Mas no caminho ele veio a óbito, não resistindo aos muitos ferimentos que sofreu.
Segundo informações repassadas aos policiais do 3º DPRE (transito) o senhor Francisco estaria bebendo na cidade antes de resolver pegar a estrada onde veio a sofrer o acidente.
Parece até brincadeira, mas em cidade pequena nada fica “embutido”, e as conversas das “pilantragens” que acontecem no mundo da política em ano de eleições, onde o povo é enganado por aqueles que usam do próprio dinheiro do povo para alcançarem o poder, são constantes, mas infelizmente ninguém faz nada.
Pessoas se vendem como se fosse mercadoria, e aqueles que nada fizeram durante quase todo o seu mandato, agora aparecem perguntando o que estão precisando, e até por causa da falta de assistência deles próprios, os “pobres coitados” se vendem por “migalhas”, como se estivesse “lucrando”, quando na verdade está se “afundando” ainda mais, pois não há preço que pague mais de três longos anos de muito descaso e omissão, e ainda são humilhantemente exibidos em fotografias como se fossem verdadeiros “troféus”.
Seria maravilhoso se o “povo” tivesse condições de ao ser perguntado o que estava precisando, respondesse que estava precisando de político com vergonha na cara, com compromisso de administrar para todos, com honestidade, com respeito, moral e ética, é não de "migalhas" que são oriundas de seus próprios impostos.
Esperamos que a justiça pare de ser passiva e omissa, e que acionem os poderes competentes para fiscalizarem e investigarem as denúncias de “compra de votos”, e não colocar também como obrigação da sociedade, como sempre acontece.
As chuvas de março até agora não chegaram, mas as esperanças dos agricultores paraibanos ainda permanecem vivas. Pelo menos até a próxima segunda-feira, quando é comemorado o Dia de São José, os olhos e as orações dos que acreditam no poder do santo de abençoar a terra com chuva, estão voltadas para os céus, de onde eles esperam que surja a garantia de um ano com muita fartura.
O agricultor Sebastião Bezerra, 58 anos, do município de São José do Sabugi, no Seridó, preparou a terra logo no início do ano, mas acabou perdendo o roçado de feijão e milho, pois as chuvas que caíram no início de 2012 não tiveram continuidade.
Todas as noites, ele olha para os céus para ver se relampeja. “As coisas não estão muito favoráveis para a chuva, mas até o Dia de São José tudo pode mudar. Tenho fé em Deus que a procissão será debaixo de chuva, pois quando isso acontece é sinal de que teremos um ano de fartura”, opinou.
A fé do agricultor Severino Barbosa, da comunidade rural Chã do Marinho, em Lagoa Seca, no Brejo, também mantém viva sua esperança de ver novamente a chuva molhar o chão. Seu roçado já está pronto para receber as sementes, ao sinal da primeira chuva de março. “A terra já foi cortada, a gente espera agora que a chuva venha até o Dia de São José, pois quando isso não ocorre não é um bom sinal”, explicou.
A meteorologista Carmen Becker, da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), explica que a crendice popular tem explicação científica. “No mês de março é quando a zona de convergência intertropical, que é a principal responsável pelo ocasionamento das chuvas na região, fica mais próxima do Nordeste. Então, se até o dia 20 de março não chover, isso indica que o período chuvoso não será tão regular”, explica Carmen Becker.
Pelo menos 4,5 milhões de brasileiros sofrem de zumbido e uma das causas desse sintoma, que provoca uma perda degenerativa da audição, está relacionada à exposição a volumes intensos de som e também ao uso dos fones de ouvido. Os dados são da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABROL-CCF) e demonstram que cerca de 30 a 35% das perdas de audição são ocasionadas por esses hábitos nada saudáveis.
Embora o uso dos fones tenha se popularizado há muito tempo independente da faixa etária, a situação é mais comum entre os jovens, que usam e abusam dos aparelhos de mp3 e dos celulares para ouvir músicas, em ‘alto e bom som’. Muitos nem imaginam, mas os pequenos objetos, aparentemente inofensivos, podem emitir uma intensidade sonora de 100 até 110 decibéis, quando o limite máximo permitido por lei são 85.
Os problemas na audição associados aos fones de ouvido estão diretamente ligados à frequência e intensidade com que se usa o objeto. O otorrinolaringologista Marcus Sodré explica que a audição é prejudicada quando o ouvido fica exposto por muito tempo a volumes de som exagerados. “Isso causa um prejuízo para o ouvido, tanto na qualidade auditiva, quanto na quantidade que a pessoa pode escutar”, alerta. Os sintomas mais comuns que podem estar associados ao uso desordenado do objeto são o zumbido, ‘apito’, chiado, mau entendimento das palavras.
Para os médicos, o perigo dos fones está principalmente naqueles que são introduzidos no ouvido externo, como os de celular. Os objetos desse tipo lançam o som diretamente nas estruturas do ouvido interno sem nenhuma proteção e a situação piora quando o uso destes aparelhos se dá por horas a fio. Para piorar as coisas, a sensação de fadiga auditiva quando se usa o aparelho continuadamente por longo tempo faz com que a pessoa acabe por ir aumentando o volume para compensar esta sensação”, explica.
O estudante de comunicação André Luiz Maia, de 21 anos, usa os fones de ouvido desde os 13 anos, seja no celular ou no aparelho de mp3. Em meio aos ruídos do trânsito e do ambiente urbano, André garante que mantém o hábito somente no percurso para as atividades, mas já sente os efeitos negativos que podem ser consequência do uso do objeto. “Às vezes, quando estou no trânsito, coloco o som no volume máximo.
Notei que estou ouvindo um pouco menos, principalmente com o ouvido direito”, revela.
Os médicos dizem ainda que, além de contribuir para a perda da audição, outro problema é a interferência nos sentidos da atenção do paciente. Nos EUA uma pesquisa demonstrou que os acidentes graves com pedestres, que andam com fones de ouvido, triplicou nos últimos seis anos. Ou seja, um dos nossos principais sentidos de alerta acaba ficando ‘inebriado’.
A Paraíba tem seu primeiro caso do ano de gripe A confirmado, este ano. O paraibano infectado pelo vírus influenza A-H1N1 de linhagem suína é um homem de 52 anos, que mora em Guarabira. A confirmação foi dada nesta sexta-feira (16/03) pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará, onde foi realizado o exame com amostra de secreção do paciente.
Por causa do registro, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) reforçou o alerta e enviou medicação suficiente para o tratamento de aproximadamente 100 pessoas na cidade.
“Não há motivo para pânico, mas isso mostra que o vírus está circulando, então temos que reforçar o alerta para que as pessoas tenham mais cuidado e tomem as medidas básicas de prevenção”, afirmou a gerente de vigilância à saúde da SES, Júlia Vaz. Ela informou que Guarabira já reforçou o trabalho preventivo e que o paciente teve alta e passa bem.
De acordo com a SES, o paciente com suspeita foi atendido no último dia 8, no Complexo Hospitalar Clementino Fraga e que ele não era vacinado contra a Influenza. Segundo nota divulgada pela secretaria, “de imediato foi realizado coleta de amostra de secreção e enviado ao Instituto Evandro Chagas no Pará para confirmação ou descarte do caso”. A secretaria informou que também investigou e acompanhou as pessoas que tiveram contato com o paciente infectado.
Com a primeira confirmação da doença, a SES considera necessária a intensificação de ações de prevenção, vigilância e monitoramento das doenças respiratórias agudas. A secretaria recomendou que os profissionais de saúde iniciem o tratamento o mais rápido possível diante dos casos e prescrevam o medicação Tamiflu.
“O Estado já emitiu nota técnica para os serviços de saúde para reforçar a vigilância e disponibilizamos mais Tamiflu para Guarabira para se tiver outros sintomados. Isso é importante porque a pessoa tem que ser medicada o mais rápido possível”, afirmou Júlia Vaz.
Ela explicou que a campanha de vacinação, programada para iniciar no dia 5 de maio, não será antecipada e que o antiviral é indicado tanto para a gripe comum como para o H1N1. No início do ano, um caso suspeito de Gripe A foi investigado no Sertão do Estado, mas foi descartado. De acordo com dados da gestão anterior da SES, a Paraíba teve outros 28 casos confirmados com quatro óbitos. Das mortes, três foram em 2010 e uma no ano passado.
RECOMENDAÇÕES:
Lavar as mãos com água e sabão, especialmente antes das refeições, após tossir ou espirrar.
Ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com lenço descartável.
Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
Não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca.
Uma em cada quatro mulheres brasileiras sofre algum tipo de agressão durante o parto, em hospitais públicos ou privados. A partir desse dado alarmante, revelado por um estudo da Fundação Perseu Abramo, as pesquisadoras Ana Carolina Franzon, Lígia Moreira Sena e Fernanda Andrade Café elaboraram o Teste de Violência Obstétrica.
O teste é difundido desde o último dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, por mais de 60 blogs. As pesquisadoras alcançaram na quinta (15) 1.500 preenchimentos. No questionário, xingamentos e humilhações durante o parto são relatadas por mulheres. De acordo com a bióloga Lígia Moreira Sena, muitas delas já foram desrespeitadas por desconhecer seus direitos.
Dos 223 municípios paraibanos, pelo menos 120 estão aptos a disputar a reeleição. Os outros 103 estão concluindo o segundo mandato consecutivo. Mas nem todos os 120 aptos vão enfrentar a disputa do dia 7 de outubro. Alguns deles desistiram para cumprir acordos celebrados com seus protetores políticos. A reportagem levantou casos em municípios como Livramento, Catolé do Rocha, Cubati e Damião.
Em Livramento, a maior liderança política do chama-se José Anastácio, conhecido como Zé Papé. Ele foi prefeito duas vezes e apoiou Jarbas Correia em 2008. Jarbas foi candidato com o compromisso de, se eleito, exercer apenas um mandato. Foi eleito e está cumprindo a palavra. Em vez de disputar a reeleição, ele vai apoiar a esposa do ex-prefeito José Anastácio, a sindicalista Ana Maria.
Damião - No município de Damião, a principal liderança é o ex-prefeito Geoval de Oliveira, conhecido como Nico. Ele Foi prefeito duas vezes e, como não podia disputar um terceiro mandato, apoiou Maria Eleonora Soares em 2008. Eleonora foi eleita também com o compromisso de exercer apenas um mandato e de apoiar Nico agora em 2012.
Mas a oposição garante que Nico é inelegível. Ele seria vetado pela Lei da Ficha Limpa. Nico teve prestações de contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Mas Nico garante que é elegível. Segundo ele, o TCE emitiu parecer contrário a uma prestação de contas, mas a Câmara derrubou o parecer da Corte. Mas se não puder disputar, Nico garante que reelegerá a prefeita Maria Eleonora Soares.
Catolé do Rocha - Apesar de ter direito à reeleição, o prefeito de Catolé do Rocha, Edvaldo Caetano, não vai para a disputa. Deve apoiar o ex-deputado Biu Fernandes, ou o Dr. Paulinho. Biu Fernandes é o nome mais cotado. A oposição garante que vai escantear Biu e tirar Edvaldo da Prefeitura de Catolé do Rocha. Lauro Maia será o candidato da oposição e terá o apoio do deputado Gervásio Maia Filho.
O exemplo de Cubati - Em Cubati, acontece algo parecido com o que ocorre em Damião. O ex-prefeito Josinaldo Vieira da Silva, conhecido como Naldo, foi prefeito duas vezes. Conseguiu eleger o prefeito Dimas Pereira da Silva, um ex-secretário seu. Lá, também haveria o compromisso do prefeito permanecer apenas um mandato, para que Josinaldo pudesse voltar à Prefeitura. Josinaldo Vieira está querendo se candidatar, mas, ao que tudo indica, não poderá ser. É possível que ele não possa disputar a reeleição, porque, segundo os adversários, Josinaldo seria barrado pela Lei da Ficha Limpa. Neste caso, Dimas poderia ser contemplado por ser prefeito. Os dois são do mesmo grupo, que tem outros nomes em evidência.
O caso de João Pessoa - Em João Pessoa, o caso é diferente dos outros quatro, embora o prefeito Luciano Agra não seja candidato à reeleição. Luciano Agra era vice-prefeito. Assumiu em 2010, quando o então prefeito, Ricardo Coutinho, renunciou para disputar o governo do Estado.
Agra seria o candidato natural à reeleição pelo PSB. Mas ele desistiu a disputa. Alegou que precisa de tempo para se dedicar à gestão e que não pretendia entrar no jogo sujo da política. Diante de sua renúncia, o PSB, indicou para a disputa a ex-secretária Estelizabel Bezerra.
A violência sexual, além de causar lesões físicas, provoca marcas invisíveis que podem prejudicar a vida das mulheres que sofrem esse tipo de abuso. Nos grandes centros do Estado, elas contam com redes estruturadas de acompanhamento psicológico e assistência médica após o registro da violência sexual. A situação é diferente nos pequenos municípios da Paraíba, que na maioria das vezes encaminham as mulheres vítimas de estupro para atendimento em cidades como Campina Grande e João Pessoa. Oito mulheres foram estupradas no Estado este ano, conforme levantamento feito pelo Centro da Mulher 8 de Março.
Para garantir a segurança das mulheres que foram vítimas de algum tipo de violência, a Paraíba conta apenas com duas casas abrigo que são mantidas em locais sigilosos, a Casa Abrigo da Mulher, em Campina Grande, e a Casa Abrigo Aryane Thaís, em João Pessoa. Já os Centros de Referência da Mulher totalizam três unidades, sediadas em João Pessoa, Cajazeiras e Santa Luzia. Em Campina Grande deve ser instalado ainda este ano um Centro de Referência para atender a todas a mulheres do Compartimento Borborema, que foram vítimas de algum tipo de violência.
“As cidades do interior do Estado, necessitam de uma rede de acompanhamento às mulheres que foram vítimas de violência sexual, porque está comprovado que mulheres que sofrem abuso e exploração sexual geralmente ficam marcadas para sempre e o acompanhamento psicológico é importantíssimo para que ela possa prosseguir com sua vida e superar o trauma”, ressaltou Irene Marinheiro, coordenadora do Centro da Mulher 8 de Março.
Conforme Irene Marinheiro, a maioria dos casos de estupro que ocorrem em cidades pequenas não chegam ao conhecimento das autoridades. “Nas cidades do interior, o crime é camuflado pela própria família porque não quer expor a vítima ou o agressor. Aproximadamente 80% dos casos de estupro acontecem dentro da casa da vítima”, disse.
Famílias inteiras sendo retiradas às pressas para regiões onde a radioatividade não as alcance, deixando para trás o lugar em que fixaram raízes, estreitaram laços sociais e construíram o patrimônio de toda uma vida. O cenário, que mais parece o de um Armagedom, pode, em alguns anos, se tornar realidade para os moradores do município de São José de Espinharas, no Sertão da Paraíba.
A cidade, de pouco mais de 4.760 habitantes, localizada a noroeste da Paraíba, fazendo divisa com o estado do Rio Grande do Norte, é uma das poucas no país a contar com uma importante jazida de urânio.
Caso fosse necessário explorar o minério, seria preciso remover toda a população do município, devido aos altos índices de radioatividade durante a extração do minério, extremamente prejudicial à saúde.
Apesar de descartada a exploração imediata do urânio de São José de Espinharas, a preocupação dos cientistas com a exposição dos moradores do município ao alto teor do minério encontrado em diversos pontos da cidade existe. Um estudo está sendo realizado há cerca de um ano pelo Departamento de Energia Nuclear (DEN) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para avaliar a relação entre os casos de câncer na população e a presença de urânio.
Isso porque se especula que o contato prolongado com a radioatividade propagada por esse minério poderia ocasionar um envenenamento de baixa intensidade (inalação, ou absorção pela pele), produzindo também efeitos colaterais, tais como: náusea, dor de cabeça, vômito, diarreia e queimaduras.
Segundo o engenheiro nuclear José Araújo, do DEN, responsável pela pesquisa, o efeito direto do urânio no organismo é cumulativo (o que significa que o mineral, por não ser reconhecido pelo ser vivo, não é eliminado, sendo paulatinamente depositado, sobretudo nos ossos), e a radiação assim exposta pode ocasionar o desenvolvimento de câncer.
A equipe de pesquisadores do DEN está fazendo visitas periódicas na cidade para colher amostras da fauna e da flora local e de além de ‘testemunhos’, que são amostras de urânio retiradas do interior das pedras, através de tubos de metal altamente resistentes.
“Queremos fazer um cruzamento com os dados obtidos em pesquisas anteriores para levantar as causas do elevado número de pessoas em São José de Espinharas com câncer de pele, problemas respiratórios e uma série de outros problemas que acreditamos ter relação com a presença de urânio e outros minerais”, comentou José Araújo.
A situação fiscal é difícil ou crítica para quase 65% dos municípios brasileiros, enquanto a excelência na gestão fiscal está restrita a 2% das cidades do País. As regiões Sul e Sudeste concentram os municípios com melhor qualidade de gestão fiscal, com 81 cidades entre as 100 melhores do Brasil. Do lado oposto, aparecem Norte e Nordeste, com 93 municípios entre os 100 piores no que diz respeito à eficiência na gestão orçamentária das prefeituras. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), criado pelo Sistema Firjan para avaliar a qualidade de gestão fiscal dos municípios brasileiros.
Em sua primeira edição e com periodicidade anual, o IFGF traz dados de 2010 e informações comparativas com os anos de 2006 até 2009. O estudo é elaborado exclusivamente com dados oficiais, declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional.
Grande parte das prefeituras brasileiras (43,7%, ou 2.302 municípios) foi avaliada em situação de dificuldade, enquanto 1.045 cidades (19,8%) aparecem em gestão crítica. Outras 1.824 prefeituras (aproximadamente 33%) apresentaram gestão fiscal boa, enquanto apenas 95 municípios ganharam conceito de excelência. As regiões Sul e Sudeste dominaram o topo do ranking nacional, concentrando 79,8% dos 500 melhores resultados. Já o Norte e o Nordeste representam 81,4% dos 500 piores resultados, com 93 municípios entre os 100 desempenhos mais baixos.
Santa Isabel, em Goiás, lidera o ranking nacional como a cidade com melhor eficiência na gestão fiscal: 0,9747 pontos. O Estado de São Paulo tem seis cidades entre as dez melhores, lista em que Minas Gerais, Paraná e Pará também têm representantes. Logo atrás de Santa Isabel aparecem Poá (SP), Barueri (SP), Jeceaba (MG), Piracicaba (SP), Caraguatatuba (SP), Ourilândia do Norte (PA), Maringá (PR), Birigui (SP) e Paraibuna (SP).
As dez piores avaliadas foram Santana de Mangabeira (PB), Pindoba (AL), Porto da Folha (SE), Conceição (PB), Lagoa de Dentro (PB), Buerarema (BA), Teixeira (PB), Conselheiro Mairinck (PR), Ibirataia (BA), Piaçabuçu (AL) e Ilha Grande (PI), com a pior gestão do País, segundo o Sistema Firjan.
A Região Sul responde por quase 47,6% dos 500 melhores resultados em 2010, percentual duas vezes superior à sua representatividade em número de municípios (22,3%). O diferencial da região, segundo o Sistema Firjan, foi o menor enrijecimento das contas públicas com a folha de salários, o que abriu espaço para elevados níveis de investimentos. A região Nordeste ficou com a menor participação entre os 500 melhores colocados (4,8%), embora seja a região brasileira com o maior número de municípios (1.654, ou 31,4% do total).
Apenas sete capitais ficaram entre os 500 melhores resultados: Porto Velho (0,8805), Vitória (0,8423) e Porto Alegre (0,8017), únicas capitais avaliadas com gestão fiscal de excelência, seguidas por São Paulo (0,7797), Curitiba (0,7684), Campo Grande (0,7617) e Florianópolis (0,7210). Os três últimos lugares no ranking das 26 capitais ficaram com Natal (0,4519), Macapá (0,4404) e Cuiabá (0,3713).
Critérios O IFGF avaliou 5.266 cidades, abarcando 96% da população do País. Dos 5.565 municípios brasileiros, 297 não apresentaram seus dados fiscais ao Tesouro Nacional até o fechamento do trabalho, em setembro do ano passado. São 43 municípios da Bahia, 34 do Pará, 33 de Minas Gerais, 29 do Piauí, 23 do Maranhão, 22 de Goiás, oito do Rio de Janeiro, além de 105 de outros 19 Estados brasileiros.
O indicador considera cinco quesitos: IFGF Receita Própria, referente à capacidade de arrecadação de cada município; IFGF Gasto com Pessoal, que representa quanto os municípios gastam com pagamento de pessoal, medindo o grau de rigidez do orçamento; IFGF Liquidez, responsável por verificar a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os ativos financeiros disponíveis para cobri-los no exercício seguinte; IFGF Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita líquida; e, por último, o IFGF Custo da Dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortizações de empréstimos contraídos em exercícios anteriores. Os quatro primeiros têm peso de 22,5% sobre o resultado final. O IFGF Custo da Dívida, por sua vez, tem peso de 10%, por conta do baixo grau de endividamento dos municípios brasileiros.
O índice varia entre 0 e 1, quanto maior, melhor é a gestão fiscal do município. Cada município é classificado com conceitos A (Gestão de Excelência, acima de 0,8001 pontos), B (Boa Gestão, entre 0,6001 e 0,8), C (Gestão em Dificuldade, entre 0,4001 e 0,6) ou D (Gestão Crítica, inferiores a 0,4 pontos).
O índice Brasil atingiu 0,5321 pontos, influenciado pelo crítico desempenho do indicador de Receita Própria (0,2414 pontos), além da difícil situação retratada pelo IFGF Liquidez (0,5719) e pelo IFGF Gasto com Pessoal (0,5773). Por outro lado, o IFGF Investimentos atingiu seu maior nível desde 2006 (0,6163 pontos), enquanto o IFGF Custo da Dívida manteve a melhor pontuação entre os cinco indicadores avaliados pelo estudo (0,8055 pontos).
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), à frente da Comissão Estadual do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos (P²R²), conseguiu recuperar, no Ministério do Meio Ambiente (MMA), o convênio para o mapeamento das áreas mais propensas a acidentes com produtos químicos perigosos na Paraíba. O convênio, que estabeleceu o mapeamento de áreas na BR-230, de Cabedelo à Campina Grande, representa a captação total R$ 599.080,00 em recursos – sendo R$ 530.940,00 do MMA e R$ 68.140,00 da Sudema.
Há quase três anos parado, o P²R² foi retomado pelo Governo do Estado por meio de novas propostas apresentadas pela Sudema, que também conseguiu a prorrogação do convênio com o MMA por mais um ano. O plano determina ações preventivas e corretivas, no que se refere a acidentes com produtos químicos perigosos, e também prepara e capacita os profissionais envolvidos nos âmbitos federal, estadual e municipais. O trabalho de prevenção é desenvolvido por meio da implantação de sistemas, programas, ações e iniciativas para inibir práticas que representem riscos de acidente. Já no caso de um acidente com produtos químicos perigosos, as ações de correção vão permitir respostas rápidas e eficazes, de forma a minimizar o impacto, tanto no meio ambiente quanto entre a população.
Nessa sexta-feira (16), a Comissão Estadual do P²R² esteve reunida para formalizar as parcerias e discutir adições e sugestões quanto à execução do plano na Paraíba, que hoje se encontra em fase de retomada do mapeamento e de construção do Sistema de Informação Geográfica (SIG) – um sistema computadorizado que facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos naturais.
**Comissão Estadual P²R²** – Fazem parte da Comissão Estadual, a Sudema, as secretarias de Estado da Saúde (SES) e de Infraestrutura (Seinfra), a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Florestal, a Polícia Rodoviária Federal, o Exército Brasileiro, a Capitania dos Portos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), a Associação Nacional dos Municípios para o Meio Ambiente (Anamma), a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep), a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e organizações não governamentais (ONGs).
Tambaqui (Colossoma macropomum), também chamado de Pacu Vermelho, é um peixe de escamas com corpo romboidal, nadadeira adiposa curta com raios na extremidade; dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos.
Boca prognata pequena e forte com dentes molariformes.
A coloração geralmente é parda na metade superior e preta na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água.
Os alevinos são cinza claro com manchas escuras espalhadas na metade superior do corpo.
O tambaqui alcança cerca de 110 cm de comprimento total.
Antigamente eram capturados exemplares com até 45 quilos.
Hoje, por causa da sobre-pesca, praticamente não existem indivíduos desse porte.
Peixe comum encontrado na bacia amazônica e do qual se aproveitam a saborosíssima carne e o óleo.
É uma espécie que realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão.
Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos ou sementes.
Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplâncton e os adultos migram para os rios de águas barrentas para desovar.
Na época de desova não se alimentam, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia (Ferreira, A.S.G., 2006).
Pacu preto ou Pacu Negro
O tambaqui apresenta nomes em outras línguas que são traduzidos como "pacu escuro" ou "pacu negro", esta cor escura ou negra ocorre, com o tambaqui, em rios do Peru e mesmo no Brasil apesar da cor comum ao tambaqui ser outra.
Porém esta cor também ocorre com o pacu caranha (Piaractus mesopotamicus=Colossoma mitrei) que apresenta a cor negra quando encontrado em rios do Pantanal de águas cristalinas e ocorre também com (Colossoma bidens).
Já o pacu-caranha do Rio Aquidauana é bem mais claro, com uma coloração bastante semelhante a comum ao tambaqui.
Peixe Grande/Dimensões
Um pescador da cidade de Maraã, a 635 quilômetros de Manaus, encontrou um tambaqui de 44 quilos no Ati Paraná, um braço do rio Solimões que desagua no rio Japurá. O animal mede 1,14 metros.
No vídeo pode se observar a aflição das pessoas no local do acidente, a solidariedade de todos aqueles que pararam na tentativa de ajudar e do trabalho ágil dos socorristas para salvar a vida de todos os envolvidos no acidente.
Trecho perigoso
Infelizmente, quatro pessoas perderam suas vidas em mais um trágico acidente, que, diga-se de passagem, ocorrido em um trecho onde, em dezembro do ano passado, há cerca de 100 metros do local deste acidente, morreram 13 pessoas, que viajavam em uma Van, também vítimas de um acidente automobilístico do tipo colisão.
Em feriados prolongados, onde aumenta-se o fluxo de veículos nas rodovias, e consequentemente, aumentam-se as chances de ocorrerem acidentes, essa região é considerada pela PRF, como um trecho que merece uma maior atenção,justamente pelo fato, de já ter sido registrado, acidentes de grandes proporções trágicas e com vítimas fatais.
Em outro acidente, também neste mesmo trecho, 4 pessoas morreram, afogadas, de uma mesma família, quando, o carro que eles viajavam, caiu dentro de um pequeno barreiro.
Para se ter uma idéia de quanto era pequeno o barreiro e o local onde o carro caiu, a traseira do carro ficou fora da água.
O carro ficou quase que me pé, na vertical.
No carro viajavam, cinco pessoas, o pai, a mãe, uma filha do casal, a filha(recém nascida) desta filha do casal (neta do casal), e o genro do casal, marido da filha do casal e pai da recém nascida, este último, somente ele, foi o único sobrevivente deste, também, trágico acidente.
20 Km de teta
É um trecho que compreende uma grande reta que começa na primeira curva depois de Santa Luzia-PB (onde tem uma cerâmica - sentido Patos), e vai até depois da PRF, onde tem uma outra curva, bem na vila de casas denominada como “Rua da Poeira”.
Uma reta de aproximadamente 20 km.
E sem falar de outros vários acidentes, que ocorreram em vários outros pontos desta grande reta.
Em outro acidente, próximo a fazenda do saudosíssimo “Dedin” Frade, fazenda conhecida popularmente, pelos nativos da região, como “Fazenda de Dedin Frade”, a cerca de 5 km de Santa Luzia, no sentido Patos, um casal de idoso, que trafegavam em uma carroça, foram atropelados e mortos por um caminhão baú.
o animal usado para a tração da carroça, um burro, também morreu no acidente.
A carroça ficou totalmente destruída.
E entre tantos outros acidentes, com vítimas fatais, registrados, somente no trecho que corresponde essa grande reta.
E no local especifico onde ocorreu o acidente de ontem, dia 16 de março de 2012, tem alguns locais com ondulações na pista, baixadas (depressão de terreno, próxima de uma lomba), onde, se dificulta a visualização mais ampla, por parte dos motoristas, do que se tem ou venha pela frente, muito embora, o local, seja bem sinalizado, tendo em alguns pontos, a ultrapassagem, como proibição.
Para quem é motorista, sabe que, nesses pontos de baixadas, muitos motoristas, por excesso de confiança, principalmente durante a noite, se aventuram em ultrapassagens perigosas, sob a alegação de que, por ser noite, caso viesse algum carro no sentido contrario e próximo, o mesmo, o motorista aventureiro, conseguiria perceber a proximidade do outro veículo, pela intensidade do foco do farol do outro carro.
Só que, muitas vezes, o foco do outro carro não é tão grande assim, ou então, sua regulagem não está alta o suficiente ao ponto de, numa lomba, refletir tão forte e intensamente ao ponto de denunciar sua proximidade.
Ainda, existe um outro detalhe, sempre que atravessamos uma rua com um grande fluxo de veículos, por exemplo, usamos, naturalmente um calculo matemático, que quase sempre é preciso, quanto a dar ou não dar tempo da travessia.
Só que a noite esse calculo natural fica comprometido, e mais comprometido ainda, tendo contra visão, um foco de luz.
Observem que tanto no acidente que vitimou 13 pessoas em dezembro do ano passado, como neste acidente, estavam os quesitos noite e ultrapassagem, além de terem ocorrido no mesmo local.
Vale salientar que o fluxo de carros não devia ser tão intenso no momento dos respectivos acidentes.
Ambos não ocorreram num período de grande fluxo de veículos como ocorrem, costumeiramente, esses grandes fluxos, nos grandes, e assim chamados popularmente, de grandes “feriadões”.
Então chegamos a uma conclusão, o famoso excesso de confiançanuma ultrapassagem perigosa, e em um trecho, cuja referida manobra, é proibida.
Evidentemente que, ainda não saiu o laudo oficial da PRF sobre o acidente.
O que se sabe até o momento, são os depoimentos das vítimas que apontam, como causador do acidente, o motorista do Celta, que, no momento da colisão, realizava uma ultrapassagem proibida.
A PRF ainda irá analisar todos os levantamentos feitos no local do acidente, como, marca de freios, posição dos carros, velocímetro dos veículos (em acidentes automobilísticos, em sua maioria, o ponteiro do marcador de velocidade fica parado na marcação da velocidade que o carro vinha desenvolvendo no momento do impacto) e entre outros detalhes que são analisados pela autoridade competente ao caso, que no caso em questão, é a Policia Rodoviária Federal.
No demais, só nos resta lamentar profundamente as quatro perdas fatais deste acidente.
Jovens que estavam no inicio de suas vidas e que tiveram seus sonhos, projetos e aspirações interrompidos em frações de segundos, num simples descuido, na surpresa do inesperado, do impacto, de uma colisão fatal, e num trecho que já marca uma forte característica, de um perímetro, cuja região, já merece uma maior atenção por quem passa no local.
As famílias os nossos sinceros sentimentos, que Deus todo poderoso possa dar o conforto a todos vocês.
Projeto de lei
Deveria ser criado um projeto, para colocação de placas de advertência com escritas, claras e objetivas, que alertassem quanto ao perigo de determinados trecho, em todo Brasil, citando por exemplo, frases de impactantes do tipo, “Aqui neste trecho já morreram - tantas pessoas - numa ultrapassagem indevida”.
Informações recebidas pelo nosso blog dão conta de que um jovem identificado por Tony Thiago de Araújo Alves, 19 anos, Residente na Rua Artur Bernardes, bairro Boa Passagem,Caicó RN foi alvejado com um tiro por desconhecidos e morreu ao dá entrada no Hospital Regional do Seridó em Caicó.
Tony é natural de Santa Luzia e é filho de Bosco Martins
A vitima foi surpreendida por dois indivíduos que o abordaram na Rua Câmara Cascudo bairro João XXIII, próximo a sede dos Negros do Rosário e efetuaram um tiro que tirou sua vida.
Os motivos e os autores do crime ainda são desconhecidos pela Policia que está em diligência na tentativa de localizar buscas que possam levar aos executores.